sexta-feira, 29 de julho de 2016

Empresário que construiu a tocha olímpica foi salvo da falência


Tocha Olimpica Ubatuba 23/07/2016© Ale Meirelles/Getty Images Tocha Olimpica Ubatuba 23/07/2016
Uma história de acasos e de perseverança levou Jordi Granados, um pequeno empresário espanhol da região da Catalunha, a construir a tocha olímpica que, nesta quarta-feira, inicia o percurso pelas ruas do Rio de Janeiro e, na próxima sexta, será utilizada para acender a pira no Maracanã, simbolizando a abertura oficial dos Jogos.
"Foi um milagre ganhar o concurso", exaltou o empresário, que há quatro anos estava a beira da falência até vencer a concorrência que lhe rendeu 5,8 milhões de euros (R$ 21 milhões).
Participararam do concurso, entre outros, um empresa do ramo de construção de componentes para mísseis e companhias do setor de gás, algumas delas com departamentos exclusivos para a construção de tochas olímpicas.
Propietário da Awa Premis, empresa fabricante de troféus, o empresário se via atolado em uma dívida de 50 mil euros, devido à crise econômica que fez com que seus principais clientes, federações e clubes esportivos, se tornassem inadimplentes.
"Chegando neste ponto, decidi pensar em grande estilo. O que mais eu poderia desejar? Fabricar a tocha olímpica", disse Granados.
A ideia inicial era desenvolver o projeto de design da tocha, mas a licitação foi vencida pela empresa brasileira Chelles Hayashi. Perdendo a concorrência, ele continuou trabalhando, dessa vez visando fábricar o equipamento. Poucos dias depois, recebeu o manual de 140 páginas, onde estavam elencadas todas as especificações para a realização do serviço.
"Havia exigências como a de que a chama tinha que ter uma cor especial, ser visível a 200 metros, poder acender a 3 mil metros de altura, que pudesse resistir rajadas de vento de 120 km/h e também chuva", comenta.
Sem infraestrutura, Granados buscou vários sócios para este projeto, como a Universidade Politécnica da Catalunha (UPC); Kromschroeder, uma empresa que desenhou o sistema de combustão da tocha dos Jogos de Barcelona; Recam Laser e finalmente a Taurus, cujo papel foi determinante.
Nas primeiras reuniões, a incerteza levou alguns dos participantes a não levar fé no projeto e chegaram a presentear Granados com um livro chamado "Brasil não é para amadores".
Tudo quase foi por água abaixo quando o cômite organizador dos Jogos informou que o projeto precisava de visibilidade e presença no Brasil. Foi aí que a Taurus, empresa do setor de autopeças, se comprometeu a tocar o projeto em sua fábrica, com mais de 150 funcionários no Brasil.
O sonho, ou milagre, como diz Granados, se concretizou com a entrega das 14.680 tochas, um negócio de 5,8 milhões de euros (R$ 21 milhões).
"Não é só um negócio de dinheiro, mas se trata de promover Barcelona para todo o mundo, isso é o principal", ressalta.
Agora Granados quer inovar no setor. Ele patenteou um novo sistema de combustão química e quer se dedicar plenamente ao desenvolvimento das tochas olímpicas. Entre seus potenciais clientes se encontram as organizações dos Jogos de Inverno de 2018 (Coreia do Sul) e de verão de 2020 (Tóquio).
"Minha ideia é criar uma indústria potente em Barcelona para que se fabrique cada vez melhor a tocha olímpica", projeta Granados.
Segundo o empresário, a inovação é o mais importante neste setor e, até por isso, desde o primeiro minuto ele quis contar com a ajuda da universidade. Esta lhe proporcionou o túnel de vento para que fossem realizados os testes de resitência.
"Temos um pequeno túnel de vento, imprescindível para provar que a chama resiste a ventos de até 120 km/h e uma determinada quantidade de chuva", disse Esteve Codina, responsável pelo laboratório de sistemas hidraulicos da UPC.
Pequenos protótipos começaram a ser testados levando em consideração as mais diversas especificações determinadas pelo COI, que incluem desde o tamanho do equipamento até a cor da chama.
"A Kromschroeder - empresa que se dedica à eficiência energética e ao gás - entrou em contato conosco e começamos os testes em laboratório", lembra.
"O primeiro relatório foi elaborado no verão de 2015 e no final de ano já estava concluído", acrescentou Codina, destacando que não houve grandes dificuldades na realização do projeto.
Neste intervalo, a Awa Premis cresceu pouco. Além de Granados e de Miquel Planas, designer dos projetos da empresa, a empresa agora conta com um funcionário no departamento comercial e com um dedicado exclusivamente à tocha olímpica.
"Esta experiência é um sonho que se transformou em realidade e espero que possa ajudar mais alguém", conclui Granados.
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  • Após incêndio, Austrália cobra um bombeiro por andar na Vila Olímpica



    © Foto: Reprodução
    O princípio de incêndio no prédio ocupado pela delegação australiana, na tarde desta sexta-feira, deu início a mais uma crise na Vila Olímpica. Em reunião com o Comitê Organizador nesta noite, a missão da Austrália reclamou que se sentia insegura e cobrou que o Rio-2016 disponibilize um bombeiro por andar. O Comitê aceitou o pedido e ocupará cada um dos 17 andares com um bombeiro nesta noite.
    Diretor de comunicação da missão, Mike Tancred disse que ouviu que o problema será resolvido. "Não existe ameaça de deixar o prédio. O que aconteceu foi que nós pedimos que colocassem um bombeiro por andar", contou à reportagem. Na manha deste sábado, uma equipe técnica do Comitê, bombeiros e um integrantes da comissão australiana irão fazer uma vistoria no prédio e avaliar se existe a necessidade de manter os bombeiros nos próximos dias.
    De acordo com o Rio-2016, o princípio de incêndio foi causado por uma bituca de cigarro jogada sobre uma caixa de papelão no 2º subsolo do prédio. O alarme foi acionado, mas foi logo desligado. Isso porque o condomínio específico onde está a Austrália é formado por quatro torres e, em uma delas, um técnico fazia testes no sistema de incêndio. Quando ouviu o disparo do alarme, pensou ser o teste e desligou.
    Com o alarme desligado, a fumaça subiu pelas escadas e assustou alguns atletas. Três caminhões dos Bombeiros foram acionados, assim como a brigada de incêndio que trabalha na Vila.
    A missão australiana confirma a versão do Rio-2016, de que o incêndio foi causado por uma bituca de cigarro. De acordo com Trancred, não há indícios de sabotagem. "Foi um membro do nosso estafe ou algum voluntário. Não foi nenhum atleta"
    fonte:Estadão


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  • Violência dispara no Rio

    © Foto: Sebastian Kahnert/EFE
    Um relatório do Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP) divulgado nesta sexta-feira, 29, mostra aumentos de até 80% em indicadores de violência no Estado em junho passado, em comparação com o mesmo mês de 2015.
    Menos de dois meses antes da Olimpíada, os roubos a pedestres no Estado do Rio de Janeiro aumentaram 81,2% no mês passado. Foram 8.011 casos registrados, em média 267 roubos por dia. Em junho de 2015, o ISP contou 4.421 assaltos - 147,33 diários.
    Os roubos em coletivos também aumentaram 81,7%. Saltaram de 619 de junho de 2015 para 1.125 do mês passado. Somando-se roubos de rua (a pedestres, de celulares e em transportes), chega-se a um aumento de 81,2%, de 5.936 para 10.754, uma média de 357,5 assaltos por dia.
    Os homicídios dolosos (com intenção de matar) aumentaram 38,2%, de 272 (9,06 diários) para 376 (12,53 por dia). Já os homicídios decorrentes da intervenção policial aumentaram 68,2%, de 44 para 74.
    fonte:Estadão



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  • Eduardo Paes evita falar sobre segurança na Rio-2016


    © Fornecido por New adVentures, Lda.
    Os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro estão prestes a começar, e o evento já rendeu diversas polêmicas. Há sete dias da abertura, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, evitou falar sobre questões relacionadas à segurança da competição. No entanto, como destaca o jornal O Globo, Paes afirmou que o trabalho das forças de segurança é “sério e dedicado”.
    O prefeito esteve presente no evento de lançamento, no Museu do Amanhã, no Centro, de uma coleção on-line com panoramas da cidade feito pelo Google. Em entrevista, Paes avaliou que os problemas com a Vila Olímpica foram superados.
    "O tema segurança é algo que tenho mais dificuldade em falar porque é mais delicado, mas o que eu posso dar de testemunha é que o trabalho das forças de segurança pública é muito sério e muito dedicado e é importante terem começado antes para justamente se ter um aprendizado básico e os erros serem corrigidos", disse o prefeito.
    A publicação recorda que nesta quinta-feira (28), repórteres conseguiram ter acesso ao estádio do Engenhão sem ter as credenciais checadas e portando objetos metálicos. O estádio irá receber competições olímpicas e, teoricamente, deve ter procedimentos de segurança.
    Paes também comentou sobre a Vila Olímpica. Ele disse que os problemas de infraestrutura foram superados. "O comitê organizador mostrou uma enorme capacidade de recuperação e a gente espera até que sirva como lição para olharmos e checarmos tudo. A vila está linda, agora é olhar para frente e fazer os Jogos lindos",
    fonte:Noticias ao minuto





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  • Jogos do Rio já são marcados pela bagunça, diz jornal inglês


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    Os Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro estão prestes a começar e parece que os comentários sobre o evento já tomaram conta da imprensa internacional.
    O jornal inglês The Guardian cita que estes serão os Jogos mais bagunçados até o momento. O texto foi assinado pelo jornalista David Goldblatt e apresenta críticas à organização da Olimpíada.
    "Os preparativos têm sido muitas vezes uma vagunça, mas no acumulado, o Rio ainda pode se tornar o mais desordenado (dos Jogos). E não importa o quão especial (podem ser) os Jogos, um desastre sem precedentes já terá acontecido", diz um trecho.
    A publicação d'O Globo conta que o jornalista escreveu um breve histórico dos últimos quatro anos do Brasil e do Rio de Janeiro. No texto, Goldblatt menciona os problemas de corrupção do país, o impeachment da presidente Dilma Rousseff "causado por um Congresso corrupto", as manifestações que tomaram as ruas em 2013, a ameaça do vírus Zika, os terroristas presos nas últimas semanas.
    Além disso, o jornalista inglês fala sobre o crime organizado e a escalada de violência no Rio de Janeiro nos últimos anos.
    No entanto, o The Guardian recorda que outras edições dos Jogos também foram marcadas por problemas. E refere ainda que, em 2014, John Coates, membro do Comitê Olímpico Internacional (COI), havia declarado, em visita ao Rio, que a preparação dos Jogos de 2016 era "a pior já vista".
    A publicação reconhece que mesmo com os problemas, a Rio 2016 está pronta a tempo para que os Jogos sejam um sucesso, pelo menos dentro de campo.
    fonte: Noticias ao minuto





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  • quinta-feira, 21 de julho de 2016

    ‘Escola de bruxaria’ é liberada para funcionar em São Paulo

    O hotel fica na cidade de Campos dos Jordão
    O hotel fica na cidade de Campos dos Jordão






     Hotel Castelo, instalado em um castelo de 7.000 metros quadrados em Campos do Jordão (SP), foi liberado pelo desembargador Antonio Celso Faria, do Tribunal de Justiça de São Paulo, para voltar a funcionar.

    Segundo matéria do site ‘Veja São Paulo’, o estabelecimento havia sido fechado pela Justiça no fim de junho, na véspera de um curso a ser promovido pela Escola de Magia e Bruxaria da cidade, uma espécie de “Hogwarts” (a escola de bruxos de Harry Potter) brasileira, que ocorreria no local.
    “As acusações do Ministério Público, de que o espaço operava sem alvará de funcionamento e Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, não foram comprovadas”, diz Vanessa Godoy, uma das organizadoras do evento.
    Ainda segundo a matéria, a nova temporada dos “cursos de bruxaria” começará em agosto. Cerca de 110 alunos estão confirmados e devem pagar cerca de 1.850 reais.

    Fonte: Veja São Paulo

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  • Anvisa proíbe venda de extrato e molho com pelo de roedor


    Marcas Amorita, Aro, Elefante, Predilecta e Pomarola foram citadas. Decisão determina que fabricantes recolham produtos do mercado
    Marcas Amorita, Aro, Elefante, Predilecta e Pomarola foram citadas. Decisão determina que fabricantes recolham produtos do mercado
    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e distribuição em todo o país de quatro lotes de extrato de tomate das marcas Amorita, Aro, Elefante e Predilecta e de um lote de molho de tomate tradicional da marca Pomarola após um laudo detectar pelo de roedor acima do limite máximo de tolerância pela legislação vigente.
    A decisão foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (28). As fabricantes terão que recolher os produtos do mercado.
    A resolução nº 1.995 proíbe a distribuição e venda do extrato de tomate da marca Amorita, fabricado pela empresa Stella D’Oro, lote L 076 M2P, válido até 01/04/2017.
    A resolução nº 1.996 proíbe a distribuição e venda do extrato de tomate da marca Predilecta lote 213 23IE, válido até 03/2017, e também do extrato de tomate da marca Aro, lote 002 M2P, válido até 05/2017. A Predilecta Alimentos é responsável pela fabricação dos produtos.
    A resolução nº 1.997 proíbe a distribuição e venda do molho de tomate tradicional da marca Pomarola, lote 030903, válido até 31/08/2017, e também do extrato de tomate da marca Elefante, lote 032502, válido até 18/08/2017. A Cargill Agrícola é a fabricante dos produtos.
    As empresas
    A Cargill informou que tomou conhecimento da determinação da Anvisa com relação aos lotes citados e está trabalhando na adoção das medidas necessárias em decorrência de tal determinação. “A empresa reitera o compromisso com o cumprimento de todas as normas de segurança dos alimentos e padrões de higiene. Assegura ainda que os produtos dos referidos lotes não oferecem qualquer risco à saúde de seus consumidores. A Cargill permanece à disposição para os esclarecimentos que se façam necessários”, informou. Segundo a empresa, os consumidores podem recorrer ao SAC pelo número 0800 648 0808 para esclarecer de dúvidas referentes aos produtos e lotes em questão.
    A Predilecta Alimentos informou que “o caso se trata de notificação realizada pela Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina, acerca de lotes encontrado somente nessa região. A empresa mesmo não reconhece o defeito apontado, recolheu todos os produtos dos referidos lotes e tomou as providências que a legislação determina. O processo publicado no Diário da União está em fase de julgamento de recurso apresentado”.
    A empresa ressaltou que opera dentro dos padrões nacionais e internacionais de acordo com a legislação vigente e é auditada periodicamente por empresas e órgãos reconhecidos mundialmente. “O controle de qualidade está presente em todas as etapas, desde o cultivo da lavoura até a saída do produto pronto. Toda embalagem possui um código que permite rastrear todas as informações referentes ao produto, desde o cultivo, até o processamento na indústria. O alto grau de automação de todas as linhas de fabricação, associada ao emprego de práticas de fabricação certificadas internacionalmente, eliminam as possibilidades de contaminação dos produtos”, informou a Predilecta Alimentos.
    Segundo a decisão, o Laboratório de Saúde Pública de Santa Catarina (LA-CEN-SC) foi o responsável pelas análises e detectou matéria estranha indicativa de risco à saúde humana.

    Fonte: G1






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