sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Contas do governo fecham 2015 com rombo histórico


BRASÍLIA - O rombo das contas do setor público somou R$ 111,2 bilhões em 2015, o que representa 1,88% do Produto Interno Bruto (PIB), informou nesta sexta-feira o Banco Central (BC). O resultado é o pior da série histórica do BC, que teve início em dezembro de 2001, e é mais do que o triplo do déficit primário de 2014, que somou R$ 32,5 bilhões ou 0,57% do PIB. Apenas em dezembro, o déficit primário foi de R$ 71,7 bilhões, também o pior resultado para todos os meses desde 2001.
O chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, Fernando Rocha, avaliou que o resultado fiscal foi motivado pelo enfraquecimento da atividade econômica, queda na arrecadação e o pagamento pelo governo das chamadas "pedaladas fiscais", após decisão do Tribunal de Contas da União (TCU). 
A presidente Dilma Rousseff: Governo Dilma: contas públicas tiveram forte deterioração em 2015© Fornecido por Estadão Governo Dilma: contas públicas tiveram forte deterioração em 2015
"Houve, por um lado, uma redução real na arrecadação de impostos do governo, em função do ritmo de atividade econômica, não obstante uma redução real de gastos do setor público no mesmo período", explicou Rocha, antes de lembrar que foram pagos no ano R$ 72,4 bilhões referentes a passivos tratados pelo TCU. 
Rocha destacou, no entanto, que a meta fiscal estipulada depois da última mudança na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não foi ultrapassada. O limite máximo para o déficit fiscal era de R$ 115,8 bilhões.
De acordo com Rocha, os gastos com juros também foram os piores da série histórica. Segundo ele, os resultados fiscais impactaram o endividamento. Em 2015, o setor público gastou R$ 501,8 bilhões com o pagamento de juros, o equivalente a 8,46% do PIB.Trata-se de um forte aumento (61%) em relação ao gasto de R$ 311,380 bilhões registrado um ano antes.
A conta de juros, segundo Rocha, foi impactada pelos resultados dos swaps (o equivalente à compra ou à venda de dólares pelo BC no mercado futuro), que registraram perdas de R$ 7,8 bi em dezembro e de R$ 89,7 bilhões no acumulado do ano passado. "A principal razão de resultado de swaps é a taxa de câmbio, que desvalorizou 47% em 2015", justificou.
Já a dívida líquida do setor público subiu para 36% do PIB em dezembro, ante 34,3% de novembro e 33,1% de dezembro de 2014. A dívida do governo central, governos regionais e empresas estatais terminou o mês passado em R$ 2,1 trilhões. A dívida bruta, por sua vez, encerrou o mês passado em R$ 3,9 trilhões, o que representou 66,2% do PIB. Em novembro, essa relação estava em 65,1% e, em dezembro do ano passado, em 57,2%.
O resultado fiscal de 2015 foi obtido com um déficit de R$ 116,656 bilhões do Governo Central (1,97% do PIB). Os governos regionais (Estados e municípios) apresentaram um saldo positivo de R$ 9,684 bilhões (0,16% do PIB). Enquanto os Estados registraram superávit de R$ 9,075 bilhões (0,15% do PIB), os municípios alcançaram um resultado positivo de R$ 609 milhões (0,01% do PIB). As empresas estatais, por sua vez, registraram déficit de R$ 4,278 bilhões entre janeiro e dezembro do ano passado (0,07% do PIB).
Fonte:Estadão




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    Complexo de Deodoro: Instalações do Complexo Esportivo de Deodoro encarecem os Jogos© Fornecido por Estadão






     A quarta atualização da Matriz de Responsabilidades para os Jogos Olímpicos do Rio-2016, divulgada nesta sexta-feira, apontou um acréscimo de R$ 400 milhões no orçamento da Olimpíada e, com isso, o custo oficial dos Jogos atingiu a cifra de R$ 39,07 bilhões. Só em instalações olímpicas, os Jogos do Rio custarão R$ 7,07 bilhões. A nova versão da Matriz foi divulgada no início da manhã desta sexta-feira pela Autoridade Pública Olímpica (APO).
    Os R$ 39,07 bilhões, contudo, não contemplam a totalidade de gastos na preparação do Rio para a Olimpíada. Custos de desapropriações, ampliação do Riocentro, investimento extra em segurança pública e até mesmo o orçamento com órgãos como a própria APO não são contabilizados.
    A construção do Pavilhão 6 do Riocentro, sede das competições de boxe do Rio-2016, nunca constou na Matriz de Responsabilidades e foi revelada pelo jornal Folha de S. Paulo no início de novembro. A obra foi fechada sem licitação pela prefeitura do Rio, ao custo de R$ 50 milhões.

    Nesta sexta-feira, o presidente da APO, Marcelo Pedroso, reafirmou que a obra não irá constar em nenhuma atualização da matriz – que vem sendo feita semestralmente. “A cidade já tem uma concessão no Riocentro, e esse investimento de ampliação é um investimento que a cidade já considerava necessário na perspectiva do crescimento do mercado de eventos na cidade”, argumentou. “O Riocentro não é uma instalação esportiva como um ginásio, é um centro de eventos. Não é encarado como um investimento realizado exclusivamente para os Jogos. Não entra na matriz.”

    Pedroso também afirmou que os custos totais para a realização dos Jogos do Rio só poderão ser conhecidos após o evento. E isso inclui o orçamento da APO, que também não entrará na Matriz de Responsabilidades. “Há um consenso de que os gastos de gestão não devem ser incluídos na Matriz de Responsabilidade. Ela contempla investimentos em obras e serviços”, disse.

    O aumento de R$ 400 milhões é referente à definição dos custos com arquibancadas temporárias para instalações do Parque Olímpico da Barra e do Complexo Esportivo de Deodoro, além da locação de geradores de energia temporária para as arenas esportivas.A Matriz de Responsabilidades apresenta as obrigações dos três entes de governos destinadas exclusivamente às instalações esportivas. Atualmente, são 47 projetos – o número vem variando deste o lançamento da matriz em função de “aperfeiçoamentos”, segundo o discurso oficial.

    Além da matriz, o orçamento dos Jogos Olímpicos do Rio-2016 prevê outros R$ 7,4 bilhões de gastos com o Comitê Rio-2016 – organizador da Olimpíada – e R$ 24,6 bilhões em obras consideradas de legado.

    Governo está perdendo a luta contra Aedes aegypti,afirma Dilma Rousseff


    Aedes aegypti: O mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya
    © Fornecido por EstadãoO mosquito 'Aedes aegypti' é transmissor do zika vírus, da dengue e da chikungunya


    A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta sexta-feira, 29, que o governo está "perdendo a luta" contra o mosquito Aedes aegypti, mas garantiu que o País vai vencer a "guerra". "Nós estamos perdendo a luta contra o mosquito. Não vou dizer que estamos ganhando, mas nós vamos ganhar esta guerra", disse Dilma após participar de uma teleconferência com governadores de cinco Estados que enfrentam o aumento do número de casos de dengue, zika vírus e febre chikungunya.
    Ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Castro, a presidente disse que não viu problema nas recentes declarações do peemedebista, porque ele fez apenas uma "constatação da realidade". No início da semana, Castro afirmou que o Brasil "perdeu feio" a batalha contra o Aedes aegypti e disse que houve uma "certa contemporização" com o inseto nos últimos 30 anos.
    Dilma afirmou que, como ainda não há uma vacina contra a dengue e o zika, o ideal é que haja uma mobilização de toda a sociedade para eliminar água parada e erradicar os criadouros do mosquito. Segundo ela, o próprio governo vai dar o exemplo e realizar nesta sexta um mutirão de faxina em todos os prédios públicos. "Temos que matar o mosquito de preferência antes de ele nascer. Depois podemos fazer o fumacê, mas aí já perdemos uma parte da guerra", reforçou.
    Mesmo com a necessidade de ajuste nas contas, Dilma afirmou que o governo vai garantir todos os recursos e equipamentos necessários para combater o avanço da epidemia. "Não pode faltar dinheiro para essa questão, essa despesa da saúde não sofre contingenciamento", afirmou.
    A presidente negou ainda que o governo tenha demorado para enfrentar o problema e destacou que a situação preocupa não só no Brasil, já que podemos estar diante de uma "situação internacional que ameaça a saúde pública". Na quinta-feira, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou que o zika vírus já atinge 23 países e que a doença "se propaga de maneira explosiva".
    Reunião
    Segundo Dilma, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, disse durante a teleconferência que os testes com a vacina da dengue, que está sendo elaborada pelo Instituto Butantã, vão começar na próxima semana.
    Também participaram da reunião, que aconteceu na Sala Nacional de Coordenação e Controle para o Enfrentamento da Dengue, do Vírus Chikungunya e do Zika Vírus, em Brasília, os governadores Rui Costa (Bahia),Paulo Câmara (Pernambuco), Ricardo Coutinho (Paraíba), e Luiz Fernando Pezão (Rio de Janeiro).

    Mulher ferida por bagre esta há 17 dias na UTI

    <p>A vítima já não corre o risco de ter a perna amputada.</p>© Fornecido por Notícias ao Minuto
    A vítima já não corre o risco de ter a perna amputada.






    A mulher de 44 anos que ficou ferida na perna direita causado pelo "ferrão" de um bagre melhorou o seu estado de saúde e não corre mais o risco de ter a perna amputada. Segundo informações do G1, ela está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Irmã Dulce desde o dia 13 de janeiro.
    A dona de casa ficou ferida após ter contato com o 'ferrão' do peixe que estava em uma sacola de lixo em Itanhaém, no litoral de São Paulo.
    A vítima deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município no dia 12 deste mês e foi transferida para a UTI do Hospital Irmã Dulce, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, no dia 13.
    A mulher passou por uma cirurgia complexa e o seu estado de saúde era gravíssimo, por conta do quadro de infecção generalizada. O hospital informou que no momento a dona de casa está sem dores e não corre mais o risco de ter a perna amputada.
    A publicação explica que a infecção que a dona de casa adquiriu se deve ao fato de que o peixe esteve por longo período em ambiente altamente contaminado, diferente dos outros acidentes, que foram em praia, faixa de areia ou na água.
    fonte:Notícias ao Minuto




    quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

    Idoso está preso em cisterna há 8 dias na BA

    Bombeiros tentaram fazer o resgate do idoso, mas não obtiveram êxito (Foto: Acervo pessoal)Bombeiros tentaram fazer o resgate do idoso, mas não obtiveram êxito (Foto: Acervo pessoal)
    Um idoso de 77 anos ficou preso em uma cisterna, enquanto fazia obras dentro de um reservatório localizado em Rio Real, cidade a 204 quilômetros de Salvador. De acordo com os sobrinhos da vítima, o caso ocorreu em 20 de janeiro e, até esta quinta-feira (28), o homem continua preso no local que possui cerca de 25 metros de profundidade. O idoso não responde quando chamado, e como o resgate ainda não foi feito, não se sabe se ele está vivo ou morto.
    Parte da cisterna desabou e deixou idoso preso (Foto: Acervo pessoal)Parte da cisterna desabou e deixou idoso preso
    (Foto: Acervo pessoal)
    Fernanda Silva, sobrinha da vítima, acredita que o tio não sobreviveu à queda. Segundo ela, um homem que acompanhava o idoso durante o trabalho chegou a pedir socorro, mas como a cisterna fica em um local distante da cidade, o rapaz não conseguiu ajuda imediata.
    Wilson Silva, que também é sobrinho do idoso, relatou ao G1 como ocorreu o acidente: "Ele estava trabalhando dentro da cisterna, quando uma parte cedeu e acabou fechando com ele dentro. Os bombeiros de Alagoinhas e Feira de Santana tentaram fazer o resgate, mas não conseguiram, pois disseram que eles precisavam de um engenheiro e retroescavadeira, mas até agora ninguém veio e ele continua lá", relatou.
    G1 entrou em contato com o Comando Regional de Operações de Bombeiros Militares do Interior, que informou que os bombeiros da equipe de Feira de Santana foram ao local duas vezes e não conseguiram fazer o resgate e destacaram que é preciso fazer um estudo do solo para realizar o resgate. Disse ainda que a situação foi encaminhada para o comando de operações de Salvador, entretanto o G1 não conseguiu entrar em contato com a assessoria na capital baiana para saber mais detalhes da operação. A reportagem também entrou em contato com a prefeitura de Rio Real, mas não obteve retorno.
    fonte:G1





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  • Pesquisadores questionam surto de microcefalia


    Aedes aegypti no instituto Fiocruz em Recife. O mosquito é transmissor de doenças como a dengue, chikungunya e do vírus zika, causador da microcefalia (Foto: Felipe Dana/AP)Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como denge e febres chikungunya e amarela e vírus zika
    (Foto: Felipe Dana/AP)


    Uma reportagem publicada nesta quinta-feira no site da revista científica Nature destacou um levantamento no qual pesquisadores do grupo de estudos latino-americano ECLAMC (Estudo Colaborativo de Malformações Congênitas) questionam o surto de microcefalia no Brasil.
    De acordo com os pesquisadores Ieda Maria Orioli, que é professora UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e Jorge Lopez-Camelo, o aumento de casos da doença poderia ser atribuído ao fato de ter crescido a procura por problemas de nascença, como a microcefalia, e também por diagnósticos errados.
    Segundo os pesquisadores afirmaram à publicação, pelos dados epidemiológicos que eles analisaram, é impossível estabelecer o tamanho real do surto de microcefalia.
    A visão deles é contestada por outros especialistas, pelo governo e por órgãos internacionais.
    Números altos demais?
    Para chegar às suas conclusões, eles cruzaram dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos com seus próprios dados, que são coletados desde 1967.
    De acordo com Orioli e Lopez-Camelo, a média histórica da prevalência de microcefalia no Brasil é de 2 casos a cada 10 mil nascimentos. Eles calcularam que, por exemplo, o número máximo de casos esperados em Pernambuco em 2015 era de cerca de 45. No entanto, o Estado reportou 26 vezes mais suspeitas.
    “Mesmo se o zika estiver causando microcefalia, esse número é simplesmente alto demais para ser crível”, relata a revista, citando o relatório.
    Segundo números divulgados nesta semana pelo Ministério da Saúde brasileiro, foram reportados 4.180 supostos casos de microcefalia desde outubro – há uma recomendação do órgão para que os Estados informem todos os casos suspeitos.
    Desses, 270 foram confirmados, 462 foram descartados e 3.448 estão sob investigação. O governo afirma que as confirmações devem aumentar – esses 270 bebês com microcefalia já representam quase o dobro do número de casos registrados anualmente no país, que é de 150.
    Ligação entre o vírus e a microcefalia
    Os pesquisadores do ECLAMC também afirmaram que seriam necessários mais estudos, especialmente nas áreas de maior ocorrência do zika, para determinar com certeza se há relação entre o aumento de casos de microcefalia e o vírus.
    Questionado pela BBC Brasil sobre o estudo, o Ministério da Saúde afirmou que confirmou a relação entre o zika vírus e a microcefalia em novembro 2015.
    “O Instituto Evandro Chagas, órgão do ministério em Belém (PA), encaminhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascido no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos, foi identificada a presença do vírus zika. Essa é uma situação inédita na pesquisa científica mundial. As investigações sobre o tema, entretanto, continuam em andamento para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante”, afirmou o ministério, em nota.
    No início de dezembro, a OMS (Organização Mundial de Saúde) também confirmou a relação entre a doença e a má-formação em bebês.
    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC), que recomendou que grávidas evitassem viajar para países com surtos de zika, também já se pronunciou sobre a ligação entre a microcefalia e o vírus.
    "Eu diria que a chance de a microcefalia não ter sido causada pelo zika vírus é extremamente pequena", afirmou à BBC Brasil Lyle Petersen, diretor da divisão de doenças transmitidas por vetores do CDC.
    Mais atenção e dificuldade em reportar microcefalia
    Segundo os pesquisadores, o surto de casos reportados de microcefalia pode estar ligado à maior atenção que a doença vem atraindo, “um efeito conhecido e inevitável que pode estar revelando casos que talvez não fossem notificados em circunstâncias normais”, disseram à revista.
    A publicação afirma também que especialistas ouvidos pela reportagem não concordam com a avaliação dos pesquisadores do ECLAMC.
    Thomas Jaenisch, especialista em medicina tropical da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, afirmou que os pesquisadores adotaram uma posição “extrema” e que isso pode “criar incertezas nos debates na mídia e entre o público que estão acontecendo no Brasil no momento”.
    O ECLAMC também afirmou no estudo que há uma probabilidade de haver uma alta taxa de erros de diagnósticos em casos reportados, visto que o critério usado para diagnosticar microcefalia é relativamente amplo.fonte:G1





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  • Brasil tem 455 mil casos de HIV em tratamento

    célula do sistema imune infectada por HIV (Foto: NIAID/NIH)célula do sistema imune infectada por HIV: número de pacientes em tratamento no Brasil quase dobrou entre 2009 e 2015 (Foto: NIAID/NIH)
    Só em 2015, 81 mil pessoas começaram a usar medicamentos antirretrovirais para tratamento de HIV, totalizando em 455 mil o número de pacientes em terapia contra o vírus da Aids no país. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28) pelo Ministério da Saúde, durante o lançamento da campanha de prevenção contra DST e Aids para o Carnaval 2016. O governo destacou que o número de pessoas em tratamento quase dobrou de 2009 para 2015, passando de 231 mil para os atuais 455 mil.
    Segundo o ministério, 91% dos brasileiros que estão em tratamento há pelo menos 6 meses apresentam carga viral indetectável no organismo, ou seja, têm níveis tão baixos de HIV que o vírus nem é detectado por exames. Pessoas nessa situação também não são capazes de transmitir o vírus.
    O número de testes realizados também subiu: foram 9,6 milhões de testes de janeiro a setembro de 2015, 22% a mais do que os 7,8 milhões realizados na mesma época de 2014.

    O objetivo do governo é que, até 2020, o Brasil alcance a meta estabelecida pela ONU, conhecida como 90-90-90: testar 90% da população brasileira, tratar 90% dos comprovadamente infectados e conseguir que 90% dos pacientes apresentem carga viral indetectável.
    Campanha de Carnaval
    A campanha de prevenção contra DST e Aids par ao carnaval começou a ser veiculada nesta quarta-feira (27) e vai até o dia 6 de fevereiro. O slogan é "Deixe a camisinha entrar na festa".
    Na Quarta-feira de Cinzas, a campanha reforçará as informações sobre a profilaxia pós-exposição (PEP), também conhecida como "pílula do dia seguinte" do HIV.
    A estratégia pode ser usada por pessoas que tenham sido expostas ao vírus HIV - tanto profissionais da saúde que tiveram contato com o sangue de soropositivos por acidente quanto pessoas que tiveram relações sexuais de risco - para impedir que o vírus se instale no organismo. A estratégia só funciona se iniciada até 72 horas após a exposição.
    fonte:G1

    quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

    Menino amputa a mão para se ‘desculpar’ por insulto a Maomé



    Em entrevista à 'BBC', garoto que amputou sua própria mão não se diz arrependido. Ele se tornou um 'herói' no Paquistão
    Em entrevista à ‘BBC’, garoto que amputou sua própria mão não se diz arrependido. Ele se tornou um ‘herói’ no Paquistão
    Um adolescente amputou por iniciativa própria uma de suas mãos após ter sido acusado publicamente de blasfêmia no Paquistão. O incidente aconteceu quando Qaiser (nome fictício), um jovem de 15 anos, entendeu errado uma pergunta durante uma celebração a Maomé realizada em uma mesquita na Província de Punjab, no leste do país.
    Durante a oração em homenagem ao nascimento do profeta, o clérigo perguntou aos presentes: “Quem entre vocês crê em Maomé?”. Todos levantaram as mãos. Em seguida, ele questionou: “Quem entre vocês não acredita nos ensinamentos do santo profeta? Levantem suas mãos!”.
    Qaiser entendeu errado a pergunta e, sem querer, levantou a mão.
    Havia cerca de cem pessoas na mesquita, e o clérigo imediatamente acusou o garoto de blasfêmia. Qaiser voltou para casa e quis provar seu amor pelo profeta – amputando sua própria mão com um cortador de grama. Depois, ele colocou-a em um prato e apresentou ao clérigo.
    “Quando eu levantei minha mão direita sem querer, eu percebi que havia cometido uma blasfêmia e precisava compensar tamanha afronta”, disse ele à BBC.
    Após a atitude do garoto, toda a aldeia entrou em êxtase e pessoas de outros povoados vizinhos estão chegando para prestar homenagens a Qaiser. O clérigo, no entanto, foi preso, enquadrado na lei antiterrorismo do Paquistão – acusado de ter instigado o extremismo e o fanatismo religioso.
    A “punição” que Qaiser deu a si mesmo tomou proporções inimagináveis para ele, que segue convicto de ter feito a coisa certa cortando sua mão.
    Quando perguntado se sentiu dor ao amputá-la, ele disse que não: “Por que eu sentiria dor ou teria algum problema cortando uma mão que foi levantada contra o santo profeta?!”.
    O incidente expõe a dificuldade de abordar o assunto ou debater qualquer tema religioso no Paquistão, um país onde 97% dos 200 milhões de habitantes são muçulmanos.
    A blasfêmia é um tema bastante sensível no Paquistão, uma república islâmica, onde até as acusações sem fundamento podem gerar violência e linchamentos.
    Segundo a repórter da BBC que acompanhou o caso, Iram Abbasi, o episódio do garoto é inédito no país, já que o adolescente não se considera uma vítima, e a família dele e vizinhos comemoraram sua automutilação.
    Lei antiblasfêmia
    Embora o governo tenha tomado medidas contra o extremismo religioso, muitas pessoas seguem adotando um discurso de fanatismo e influenciando a opinião pública para esse lado.
    A Constituição define o Paquistão como uma república islâmica e, em 1984, o então líder do país, General Zia ul-Haq, colocou no Código Penal uma “lei antiblasfêmia” que inclui castigos de prisão perpétua e pena de morte para quem insultar o islã.
    Entre as ofensas estão “profanar o Alcorão” e “difamar o profeta Maomé”.
    Em teoria, as leis foram estabelecidas para proteger os costumes e tradições da sociedade muçulmana. Mas, na prática, elas têm servido como uma brecha legal para justificar vinganças políticas e pessoais entre muçulmanos.
    Essas leis também costumam ser utilizadas contra as minorias religiosas do país, como os cristãos e os hindus.
    E mesmo as acusações feitas sem prova podem instigar a violência e os linchamentos. Quando alguém é acusado de blasfêmia no Paquistão, tanto sua família como sua comunidade são vulneráveis a ataques de grupos que se sintam ofendidos por suposta ofensa religiosa.
    Do outro lado, os críticos de vários países europeus têm pedido ao governo paquistanês que intervenha, modificando as leis e castigando os “instigadores” do discurso mais extremista.

    Fonte: BBC Brasil


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