quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Nível do mar subiu em média 8 centímetros desde 1992

Ana Nascimento)


© Fornecido por Agência Brasil Ana Nascimento)

O nível do mar subiu, em média, quase 8 centímetros em todo o mundo desde 1992 devido ao aquecimento global, informou nessa quarta-feira (26) a agência especial norte-americana (Nasa, a sigla em inglês), alertando que a tendência deverá manter-se nos próximos anos.
Um grupo de cientistas da agência apresentou os mais recentes dados sobre o aumento do nível da água do mar em todo o mundo – que foi, em média, 7,62 centímetros superior ao de 1992 –, apesar de o panorama variar em diferentes regiões. Em alguns casos, o nível chegou a superar os 22 centímetros.
A Nasa também publicou um vídeo, com os dados obtidos pelos seus satélites, em que se verifica, por uma gradação de cores, a evolução em cada parte do mundo nos últimos 23 anos.
As costas da Ásia e Oceania, no Pacífico, juntamente com o Mediterrâneo Oriental e a costa da América, foram as mais prejudicadas pela subida do nível do mar.
O aquecimento global, provocado principalmente pela atividade humana, é o principal culpado pelo aumento do nível dos oceanos e dos mares, na medida em que é responsável pelo degelo da Antártida e pela subida da temperatura da água.
“É muito provável que a situação piore no futuro”, alertou Steve Nerem, geofísico da Universidade do Colorado, durante a apresentação dos dados.
Os cientistas alertaram que mesmo que sejam tomadas medidas para tentar reverter a situação, seriam necessários séculos para voltar aos níveis anteriores às alterações climáticas.
A subida do nível da água do mar põe em risco o futuro de inúmeras cidades e povoações costeiras, ameaçando fazer desaparecer uma série de ilhas e, no caso do Pacífico em especial, países inteiros.

fonte: Agência Brasil


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  • Chilenas transformam fotossintese em rearga de celular



    Ainda em fase de registro, dispositivo vem sendo considerado uma alternativa sustentável aos usuários de smartphones e tablets

    © Copyright British Broadcasting Corporation 2015

    Ainda em fase de registro, dispositivo vem sendo considerado uma alternativa sustentável aos usuários de smartphones e tablets
    Nada de tomadas. Em um futuro próximo, talvez você recorra a um vaso de plantas para carregar seu celular ou seu tablet.
    Chamado "E-Kaia", um dispositivo criado por três jovens engenheiras do Chile só precisa de uma planta bem cuidada para obter energia suficiente para recarregar baterias e vem sendo considerado uma alternativa sustentável aos usuários de smartphones e tablets.
    Por mais inverossímil que pareça, na prática, é preciso "ligar" o dispositivo enterrando-o em um vaso ou canteiro.
    Como o E-Kaia ainda está em processo de registro de patente, suas criadoras não revelam muitos detalhes de seu funcionamento.

    Segredos

    Mas mesmo com tantos segredos, a engenheira industrial Carolina Guerrero, a engenheira de computação Camila Rupish e a engenheira eletrônica Evelyn Aravena conseguiram provar a eficiência das invenção delas.
    O mecanismo funciona como um circuito que gera cinco volts e 600 miliamperes e se conecta ao celular ou o tablet por meio de um cabo USB.
    Durante o processo de fotossíntese, a planta produz matéria orgânica que transforma energia da luz em energia química. Ao redor das raízes, os micro-organismos se encarregam de processar essa energia que a planta utiliza para crescer e também para gerar elétrons como produtos secundários.
    A criadoras do E-Kaia, Carolina Guerrero, Camila Rupcich e Evelyn Aravena, que foram premiadas em 2014

    © Copyright British Broadcasting Corporation 2015 A criadoras do E-Kaia, Carolina Guerrero, Camila Rupcich e Evelyn Aravena, que foram premiadas em 2014
    O dispositivo captura os elétrons que a planta não precisa – e por isso ela não é afetada – para gerar a energia que o equipamento precisa.
    Isso permite que em uma hora e meia seja possível dar uma carga completa em um celular ou em um tablet.
    Evelyn Aravena afirmou à imprensa local que "a ideia agora é deixar o dispositivo mais bonito, para torná-lo mais comercializável e também para que fosse portátil e resistente".

    Estudantes

    A ideia nasceu em 2009, quando as três estavam na universidade. Com o projeto, elas ganharam um prêmio de inovação do governo chileno, em 2014. E também foram semifinalistas no concurso The International Business Model Competition, organizado por universidades de ponta americanas, como Harvard e Stanford.
    Neste ano, elas ganharam outro prêmio e um respaldo financeiro de um órgão do governo chileno para criarem o protótipo.
    Há outras iniciativas similares no mundo. Na Holanda, um projeto usa o mesmo conceito, mas em uma escala distinta.
    A Plant-e usa amplas áreas plantadas como fonte de energia limpa. Sua co-fundadora, Marjolein Helder, diz que estamos prestes a entrar a uma verdadeira revolução com esse tipo de energia.

    © Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Desafio agora é conseguir baratear o custo do dispositivo e seu preço se aproxime dos carregadores atuais
    O projeto holandês também absorve os elétrons e os transfere para um dispositivo, que é ligado ao celular ou tablet. Segundo Helder, com 1 metro quadrado de jardim pode-se produzir 28 quilowatts/hora em um ano.
    Baseado em dados de consumo médio de um lar americano, seriam necessários 372 metros quadrados de área verde para fornecer energia a uma casa.
    Agora, Plant-e quer implementar seu processo de geração de eletricidade não só em terra firme, mas também em pântanos e plantações de arroz.

    Custos

    O custo de venda do carregador chileno ainda não foi calculado, mas as engenheiras já estão pesquisando materiais mais econômicos para produzi-lo. O protótipo custou US$ 504 (R$ 1.850), um valor inacessível para a maior parte desse mercado.
    A ideia é dar início a uma produção pequena, para gerar recursos e, depois, realizar um projeto em grande escala.
    fonte: BBC Brasil



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  • Obama obtém apoio necessário para acordo nuclear com Irã


    © Fornecido por Deutsche Welle
    O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conseguiu nesta quarta-feira (02/09) o apoio necessário no Congresso americano para garantir a aprovação do acordo nuclear com o Irã, que precisa ser votada até 17 de setembro. Com o suporte da democrata Barbara Mikulski, o acordo nuclear conquistou o aval de 34 membros do Senado dos EUA (câmara alta do Congresso).
    A maioria dos legisladores americanos se opõe ao acordo, que prevê alívios das sanções econômicas contra Teerã em troca de rígido controle sobre o programa nuclear do país. Muitos republicanos advertem que o Irã tentará enganar as potências mundiais e elaborar uma maneira alternativa para concluir a construção de uma bomba atômica.
    Caso o Congresso dos EUA vote a favor de uma resolução que desaprova o acordo acertado entre Teerã e o chamado Grupo 5+1 – formado por EUA, Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha –, Obama fará uso do veto presidencial. E para invalidar o veto do presidente, seria necessária uma maioria de dois terço no Senado e na Câmara dos Representantes.
    Com o anúncio de Mikulski, senadora de Maryland, o acordo nuclear detém agora o apoio do número suficiente de legisladores no Senado para sustentar o veto de Obama.
    "Perguntei quais seriam as alternativas eficazes e viáveis se rejeitássemos o acordo. Considerei as alternativas cuidadosamente", disse Mukulski. "Mas no final, eles não apresentaram uma opção mais viável para o acordo." As alternativas seriam mais sanções ou ação militar, disse a senadora.
    "Não está claro se União Europeia, Rússia, China, Índia e outros [países] manteriam suas sanções se o Congresso [americano] rejeitasse o acordo", comentou Mukulski. "Na melhor das hipóteses, as sanções seriam porosas ou limitadas a sanções unilaterais pelos EUA."
    Mikulski afirmou que o acordo nuclear é a melhor forma de conter as ambições nucleares do Irã, desde que os interesses de Israel sejam mantidos. "Nenhum acordo é perfeito, especialmente numa negociação com o regime iraniano. Cheguei à conclusão de que este Plano de Ação Conjunta é a melhor opção disponível para impedir que o Irã tenha uma bomba nuclear", disse. "Por esses motivos, vou votar a favor deste acordo", confirmou a senadora, em comunicado.
    A Casa Branca visa agora alcançar outra marca importante no Senado: caso 41 senadores apoiem Obama, os republicanos não teriam os 60 votos necessários para avançar a resolução que desaprova o acordo. Isso pouparia o presidente americano do passo embaraçoso de remendar uma coalizão minoritária para um veto favorável ao acordo nuclear. O processo semearia dúvidas entre a já cética população americana e parceiros internacionais, que estão ansiosos para ver quão forte é o comprometimento dos EUA com o acordo nuclear com Teerã.

    fonte:DW,com

     
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  • Dinheiro da Petrobras pagou prostitutas de luxo
  • Cientistas encontram indícios de vida extraterrestre...
  • Funcionários da Petrobras anunciam greve

    © Fornecido por Deutsche Welle

    Além do escândalo, a queda dos preços do petróleo no exterior e o enfraquecimento do real frente ao dólar contribuíram para o agravamento da crise na empresa.
    Os funcionários da Petrobras irão entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta sexta-feira (04/09), segundo comunicado oficial da Federação única dos Petroleiros (FUP), o maior sindicato de trabalhadores do setor petrolífero do Brasil.
    Os motivos da paralisação, que deverá ser iniciada nesta sexta-feira, são os cortes recentes de cerca de 40% nos investimentos da estatal e os planos para a venda de 15,1 bilhões de dólares em ativos, afirmou o FUP. O sindicato afirma que o novo plano de negócios da Petrobras "representa um verdadeiro desmonte da empresa", que já resultaram em milhares de demissões.
    A greve devera afetar todas as unidades administrativas e operacionais da estatal, incluindo os terminais de exportação e importação da Transpetro e as unidades de navegação e dutos. Representantes do governo deverão se reunir com membros do sindicato nesta quinta-feira para tentar encontrar uma solução, segundo comunicado.
    A Petrobras está envolvida num grave escândalo de corrupção. A Justiça investiga cerca de 50 políticos e vários empresários suspeitos de superfaturar contratos entre construtoras e a estatal brasileira e de desviar recursos para políticos e partidos.

    fonte:DW.com 
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  • Nível do oceano aumentará afirma Nasa

    iStock
    © Fornecido por Forbes Brasil iStock

    Desde 1992, o nível do mar ao redor do mundo aumentou, em média, 80 cm. Em outros lugares, porém, esse crescimento foi muito maior: 230 cm. Os números foram divulgados pela Nasa na última quarta-feira (26) e são da medida mais recente feita por satélites. Os estudos apontam também que o fenômeno é inevitável e que o nível aumentará ainda mais futuramente.
    “Sabemos que o oceano se expande conforme a água do mar esquenta e as geleiras e calotas polares derretem, aumentando o volume marítimo. Por isso, é quase certo que teremos, pelo menos, mais 0,9 m de elevação – ou talvez mais”, afirma Steve Nerem, líder da equipe responsável pela área de alterações no nível do mar da Nasa. “Mas ainda não sabemos se isso acontecerá em um século ou mais”, explica.
     Os cientistas atribuem um terço do aumento do nível do mar a cada uma das causas: aquecimento da água do oceano, derretimento das calotas polares e diminuição das geleiras. No entanto, eles afirmam que, se os blocos de gelo começarem a desaparecer mais rapidamente, o panorama pode mudar e o crescimento do nível pode aumentar em algumas décadas.
    “Os efeitos dessa mudança estão sendo sentidos agora”, diz Michael Freilich, diretor da divisão de ciências da Terra da Nasa. Ele exemplificou com as inundações que aconteceram em Miami em função das marés muito altas, o que não era normal na região. Freilich explicou que os efeitos da elevação do nível do mar podem afetar – e muito – outras grandes cidades como Bangladesh e Tóquio.
    As descobertas são baseadas em 23 anos de estudos sobre os níveis do mar feitas com base nas informações fornecidas por três satélites da Nasa. Os cientistas da equipe dizem que, apesar de os dados apontarem para um aumento global, os efeitos não são sentidos da mesma maneira em todos os lugares do mundo.
     
     

    Carneiro " gigante" é encontrado

    Animal pode ter problemas de saúde se não for tosado com frequência.


    © Foto: Fornecido por BBC
    Animal pode ter problemas de saúde se não for tosado com frequência.
    Um carneiro "gigante" foi encontrado vagando perto de Canberra, capital da Austrália. Por ter ficado muitos anos desgarrado, sua lã cresceu até cinco vezes o tamanho normal e, por conta disso, agora o animal corre riscos.
    Tanto que foi feito um apelo para o campeão de tosa do país, Ian Elkins, aceitasse retirar a lã do animal quanto antes.
    Isso porque o carneiro pode desenvolver sérios problemas de saúde se não for tosado com frequência.
    "É definitivamente um dos maiores carneiros que já vimos. Ele tem quatro ou cinco vezes seu tamanho normal", disse à agência AFP Tammy Ven Dange, diretora da RSPCA, uma ONG que defende o direito dos animais.
    Tammy disse que o animal fica "bastante estressado" quando está perto de humanos, por ter passado tantos anos sozinho.
    Funcionários da ONG inicialmente pensaram em tosar o animal eles mesmos, mas depois decidiram esperar por um especialista.
     
    Integrante de ONG diz que animal fica "estressado" perto de humanos, por ter passado tantos anos sozinho.
     
     © Foto: Fornecido por BBC Integrante de ONG diz que animal fica "estressado" perto de humanos, por ter passado tantos anos sozinho.
    Elkins, que já ganhou quatro vezes o Campeonato de Tosagem da Austrália, disse que remover a lã do carneiro não será fácil. "Provavelmente será um dos maiores desafios que já enfrentei."
    Em 2004, uma ovelha da Nova Zelândia apelidada de Shrek foi encontrada após seis anos desgarrada de seu rebanho.
    Na época, a tosagem do animal foi televisionada – no total, foram cortados 27 quilos de lã. Shrek morreu em 2011.
    fonte:BBC
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  • terça-feira, 1 de setembro de 2015

    Seca nas represas em agosto bate recordes

    Responsáveis por metade do atual estoque de água e à beira de um colapso, os dois maiores mananciais que abastecem a Grande São Paulo registraram uma estiagem recorde em agosto. O Sistema Cantareira teve o segundo mês mais seco em 85 anos de medições – à frente apenas de outubro de 2014 – enquanto as represas do Alto Tietê receberam o menor volume de água desde 1930, deixando ainda mais preocupante a perspectiva sobre o futuro da crise hídrica paulista.  
    Juntos, os dois sistemas são usados pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para abastecer, atualmente, 9,7 milhões de pessoas na região metropolitana, praticamente metade da demanda. No caso do Cantareira, o maior manancial, a entrada média de água por meio das chuvas e dos rios em todos os seus reservatórios ficou em apenas 5,8 mil litros por segundo, 76% abaixo do esperado para o mês (24,2 mil l/s) e 29% pior do que agosto de 2014 (8,2 mil l/s).

    Cantareira: Em agosto, Cantareira teve o segundo mês mais seco da história© Fornecido por Estadão Em agosto, Cantareira teve o segundo mês mais seco da história
    No mesmo período, a Sabesp retirou 14,3 mil l/s para atender 5,2 milhões de pessoas na Grande São Paulo e outros 3,3 mil l/s foram descarregados pelos rios para atender direta e indiretamente 5 milhões de moradores da região de Campinas, no interior paulista. Desta forma, o sistema perdeu 31,5 bilhões de litros no mês, o maior déficit desde dezembro de 2014.
    A partir de hoje, a Sabesp terá de reduzir a exploração máxima do Cantareira para 13,5 mil l/s, por determinação da Agência Nacional de Águas (ANA) e do Departamento de Águas e Energia Elétrica de São Paulo (DAEE), órgãos gestores do manancial. O objetivo da medida é tentar preservar ao máximo o sistema no fim do período de estiagem, que se encerra nesta mês. Ontem, o Cantareira tinha 15,5% da capacidade, considerando 50 bilhões de litros da primeira cota do volume morto e toda a segunda reserva.
    Alto Tietê
    A situação, contudo, é ainda mais crítica no Alto Tietê. Com apenas 13,8% da capacidade e sem volume morto disponível, o segundo maior manancial que atende a Grande São Paulo recebeu 3,7 mil l/s, o mais baixo desde que o sistema foi criado, em 1992, e 67% abaixo da média (11,4 mil l/s).
    “Com a redução da retirada e o volume morto, o Cantareira consegue sobreviver. No Alto Tietê, a situação é apavorante. Minhas projeções mostram que, se o cenário se repetir nos próximos meses, o sistema se esgota em novembro”, disse o engenheiro José Roberto Kachel. Segundo a Sabesp, a transposição de água da Billings para o Alto Tietê evitará o rodízio.
    Fonte: Estadão
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  • Índia remunera crianças que usam banheiro

    BBC: Bhumi Datadia, de 5 anos, quer usar o dinheiro que ganha para ir à escola
    © Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Bhumi Datadia, de 5 anos, quer usar o dinheiro que ganha para ir à escola


    Na Índia, onde mais de 500 milhões de pessoas evacuam a céu aberto, as autoridades estão remunerando crianças para tentar incentivá-las a usar banheiros públicos.
    Em todo o mundo, cerca de 1,1 bilhão de pessoas defecam ao ar livre porque não têm acesso a saneamento adequado, mas na Índia o problema é particularmente grave.
    As pessoas se aliviam em matas, espaços abertos e córregos. Isso representa uma grave ameaça para a saúde das crianças. Milhares morrem a cada ano devido a doenças transmitidas por meio de dejetos humanos - só a diarreia mata cerca de 200 mil crianças por ano.
    Mais da metade da população do país evacua a céu aberto. Para muitos, é um ritual diário - que muitos cumprem mesmo quando há banheiros públicos por perto.
    Agora, a cidade de Ahmedabad lançou um projeto em que as crianças estão sendo pagas para usar banheiros públicos.

    Trilhos urbanos

    As pessoas que vivem nas favelas de Chandoliy, em Ahmedabad, usam os trilhos do trem para fazer suas necessidades, especialmente no início da manhã, antes das multidões e do calor aparecerem.
     
     
    BBC: Mais de 500 milhões de pessoas evacuam a céu aberto na Índia© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Mais de 500 milhões de pessoas evacuam a céu aberto na Índia
    "Fizemos banheiros públicos, mas as pessoas ainda não usam", disse Anil Prajapati, presidente da Organização para o Desenvolvimento Sanitário de Gujarat.
    "Alguns acham que há bruxas dentro do banheiro, ou temem que seus filhos sejam sequestrados", diz ele.
    "Essas pessoas vêm de pequenas aldeias, e por isso não estão acostumadas com a prática."
    Quando as pessoas defecam ao ar livre, moscas se alimentam das fezes e transportam pequenas quantidades em seus corpos. Depois, elas entram em contato com os alimentos, infectando-os.
    Fezes humanas também podem ir parar em poços e córregos, contaminando a água usada para beber ou tomar banho.
    BBC: Autoridades dizem que, mesmo quando há banheiros disponíveis, alguns têm medo de bruxas e sequestradores© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Autoridades dizem que, mesmo quando há banheiros disponíveis, alguns têm medo de bruxas e sequestradores
    Bactérias ingeridas e vermes transmitem doenças, causando mal-estar e desnutrição.

    Nova abordagem

    Infecções transmitidas por fezes são também a principal razão pela qual quase metade das crianças indianas menores de cinco anos tem desenvolvimento abaixo do normal.
    Por isso, agentes de saúde tiveram a ideia de tentar encorajar os moradores a utilizar os banheiros.
    Na comunidade, há 320 banheiros, dos quais 143 são gratuitos. Para usar os outros, é preciso pagar.
    "Mas observamos que algumas crianças ainda estavam fazendo cocô do lado de fora mesmo em frente ao banheiro gratuito", disse Bhavin Solanki, do conselho municipal.
    "Então percebemos que teríamos que introduzir outro esquema. Estamos dando uma rúpia (menos de um centavo) para as crianças por dia, ou damos chocolates para incentivar o uso dos banheiros."
    É um programa que Bhumi Datadia está aproveitando.
     
    BBC: Mãe de menina diz que não há espaço para construir banheiro em sua casa© Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Mãe de menina diz que não há espaço para construir banheiro em sua casa
    Aos cinco anos de idade, ela vive em um pequeno quarto com seus dois irmãos e seus pais. Como muitos outros em seu bairro, só tem como opção para ir ao banheiro um rio próximo ou banheiros públicos.
    "Olha o tamanho da minha casa. Onde eu teria espaço para construir um banheiro?" disse a mãe de Bhumi, Jayashree.
    Sob o novo regime, Bhumi está ganhando uma rúpia cada vez que ela usa um banheiro público. Suas visitas são marcadas em um cartão e ela recebe seu dinheiro no final do mês.
    "Os banheiros são bons", disse Bhumi. "Vou usar o dinheiro para a escola."

    Bom comportamento

    O conselho da cidade planeja estender o projeto e pode começar a remunerar adultos que usarem os banheiros.
    "A ideia é entender que há recompensa por bom comportamento", disse Thara, administrador na Corporação Municipal de Ahmedebad.
    "Uma vez que as crianças começarem a usar os banheiros, os adultos também vão passar a usar com mais frequência. As crianças vão servir de motivação."
    Mas pessoas em outra parte da cidade dizem que não será fácil convencer os adultos a mudar seus hábitos.
    Eles dizem que os banheiros não são limpos e que as muitas vezes as crianças são impedidas de entrar nos banheiros porque usam muita água.

    Objetivo ambicioso

    A defecação a céu aberto também tem efeitos mais amplos no país, afetando a educação, renda, segurança e dignidade femininas.
    "Não é seguro para as mulheres irem ao banheiro a céu aberto", diz Prajapati.
    "Quando elas saem para ir ao banheiro à noite, qualquer coisa pode acontecer. Isso está ocorrendo em todo lugar na Índia. Queremos parar com isso."
    Uma das prioridades do governo do primeiro-ministro Narendra Modi é eliminar a defecação a céu aberto na Índia. Ele quer que toda a população tenha banheiros até 2019.
    Nos últimos anos, a Índia investiu em campanha sanitárias, mas poucas tiveram efeito.
    Ativistas dizem que construir banheiros não é suficiente, e que outras medidas devem ser tomadas para mudar os hábitos da população.

    fonte: BBC Brasil

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  • Jovens no Japão preferem se suicidar para não ter que voltar a escola


    Tuíte em japonês: Bibliotecário causou polêmica ao incentivar falta às aulas no Japão

    © Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Bibliotecário causou polêmica ao incentivar falta às aulas no Japão
    No Japão, a volta às aulas no segundo semestre é marcada por tragédias: segundo o governo japonês, o dia 1º de setembro é historicamente o dia do ano em que o maior número de jovens com menos de 18 anos comete suicídio.
    De 1972 a 2013, mais de 18 mil crianças se suicidaram. Em média anual, foram 92 no dia 31 de agosto, 131, no dia 1º de setembro e outros 94, no dia 2.
    No ano passado, o Japão registrou pela primeira vez o suicídio como primeira causa de morte para pessoas entre 10 e 19 anos.
    A volta às aulas em abril também marca um pico no número de mortes de crianças.
    Assustado com as estatísticas, um bibliotecário da cidade de Kamakura causou polêmica ao tuitar recentemente:
    "O segundo semestre está quase chegando. Se você está pensando em se matar, porque você odeia a escola tanto, por que não vem para cá? Temos quadrinhos e romances leves. Ninguém vai brigar com você se passar o dia inteiro aqui. Lembre-se de nós como um refúgio, se estiver pensando em escolher a morte em vez da escola."

    'Armadura pesada'

    Em apenas 24 horas, a nota de Maho Kawai foi retuitada mais de 60 mil vezes.
    A iniciativa foi criticada, já que na prática se trata de um funcionário municipal incentivando crianças a não irem à escola. Mas para muitos, ele pode ter ajudado a salvar vidas.
    "O meu uniforme escolar parecia tão pesado quanto uma armadura. Não podia aguentar o clima da escola, o meu coração disparava. Pensei em me matar, porque teria sido mais fácil", escreveu o aluno Masa, cujo nome real não pode ser publicado para preservar a sua identidade.
    Ele afirma que, não fosse a mãe compreensiva, que o deixou ficar em casa "matando aula", teria se suicidado no dia 1º de setembro.
    A declaração de Masa foi dada a um jornal para crianças que decidem não ir à escola.
    "Começamos essa organização não-governamental há 17 anos, porque em 1997, tivemos três incidentes chocantes envolvendo alunos de escolas pouco antes do começo das aulas", afirmou o editor da publicação, Shikoh Ishi.
    Duas das crianças citadas por Ishi se mataram no dia 31 de agosto. Mais ou menos na mesma época, outros três alunos atearam fogo à escola que frequentavam, porque não queriam voltar às aulas.
    "Foi aí que percebemos como havia crianças desesperadas e queríamos dar o recado de que não existe esta escolha entre escola ou a morte", disse Ishi.

    Apoio a suicidas

    Alunos japoneses: Para muitas crianças japonesas, a competitividade da sociedade japonesa é insuportável


    © Copyright British Broadcasting Corporation 2015 Para muitas crianças japonesas, a competitividade da sociedade japonesa é insuportável
    O governo japonês também lançou uma série de iniciativas – entre linhas telefônicas e outros serviços – para dar apoio a potenciais suicidas de todas as idades.
    Mesmo assim, na semana passada, um jovem de 13 anos se matou no dia da cerimônia de abertura do segundo semestre.
    O próprio Ishi chegou muito perto de se matar nesta idade.
    "Me sentia desamparado, porque odiava todas as regras, não só as da escola, mas também aquelas entre as crianças. Por exemplo, você precisa observar cuidadosamente a estrutura de poder para evitar os bullies", disse. "Mesmo assim, se você decide não se juntar a eles, corre o risco de virar a próxima vítima."
    Para ele, no entanto, o problema maior é a competitividade da sociedade japonesa. Ele próprio começou a pensar em suicídio quando não conseguiu entrar em uma escola de elite.
    "O pior de tudo é uma sociedade competitiva, na qual você tem que derrotar os seus amigos."
    Ishi acrescenta que, em japonês, o termo usado para exames de admissão inclui a palavra "guerra".
    O que o salvou da morte foi que os seus pais encontraram o bilhete de suicídio e não o obrigaram a ir à escola.
    "Quero que as crianças saibam que você pode escapar da escola, e que as coisas vão melhorar."





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    Dilma Rousseff sofre novo pedido de impeachment (José Cruz/ Agência Brasil)


    © José Cruz/ Agência Brasil
     
    Dilma Rousseff sofre novo pedido de impeachment
    SÃO PAULO - O jurista Hélio Pereira Bicudo, um dos fundadores do PT, em 1980, apresentou à Câmara dos Deputados um pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Além dele, Janaína Conceição Paschoal também assina o pedido. 
    Na peça, ele destaca supostos crimes de responsabilidade fiscal da presidente, como é o caso das "pedaladas fiscais" que devem ser julgadas pelo TCU (Tribunal de Contas da União) ainda este mês.
    Hélio Bicudo foi vice-prefeito de São Paulo de 2001 a 2004, durante a gestão de Marta Suplicy. Ele foi filiado ao PT de 1980 a 2005 e está sem partido desde então. Em 2010, anunciou apoio a Marina Silva e José Serra no segundo turno. Bicudo, de 93 anos, é formado em direito pela USP (Universidade de São Paulo) e foi procurador de Justiça.
    Na peça, Bicudo afirma que presidente da República atentou contra a probidade administrativa por "não tornar efetiva a responsabilidade dos seus subordinados" e por "proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo".
    O jurista ainda destaca o episódio sobre a refinaria de Pasadena, nos EUA, quando ela era presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Ele afirma que ela "deu como desculpa um equívoco relativo a uma cláusula contratual. À época, muitos indagaram se essa suposta falha não infirmaria a fama de competência e expertise na seara de energia, porém, ninguém teve a audácia de desconfiar da probidade da Presidente".
    Porém, ele destacou que esta foi apenas a "ponta do iceberg", pois a Lava Jato ocorreu e realizou uma devassa em todos os negócios feitos pela Petrobras. "Para a infelicidade do país, os prejuízos havidos com Pasadena ficaram pequenos diante do quadro de descalabro que se descortinou", afirmou.
    Ele prossegue sobre o desenrolar da Operação que investiga a corrupção na Petrobras e afirma: "reforça o entendimento de que a Presidente da República agiu com dolo o fato de ela sempre se mostrar muito consciente de todas as questões afetas ao setor de energia, bem como aquelas relacionadas à área econômica e financeira. Ademais, além de ser economista por formação, a dirigente máxima do país ocupou cargos umbilicalmente relacionados ao setor de energia, não sendo possível negar sua personalidade centralizadora. Em análise bastante minuciosa, o jornalista, escritor e político Fernando Gabeira, mostra bem que só pode alegar falta de elementos para o Impeachment quem não concatena os fatos".
    Assim, ele afirma que o caso é grave e, por isso, lança-se mão de medida drástica, extrema, porém, constitucional [o impeachment].  "Apresentar esta denúncia constitui verdadeiro dever de quem estudou minimamente o Direito, sobretudo em seus ramos Constitucional, Administrativo e Penal", afirmou.
    "À Câmara dos Deputados Federais rogamos que coloque um fim nesta situação, autorizando que a Presidente da República seja processada pelos delitos perpetrados, encaminhando-se, por conseguinte, os autos ao Senado Federal, onde será julgada para, ao final, ser condenada à perda do mandato, bem como à inabilitação para exercer cargo público pelo prazo de oito anos, nos termos do artigo 52, parágrafo único, da Constituição Federal. É o que ora se requer!", afirma.
    Segundo ele, renomados juristas proferiram pareceres favoráveis à instalação do processo de Impeachment e à perda do cargo da Presidente da República, sugerindo, no entanto, que seus crimes de responsabilidade seriam de natureza culposa e que ela teria sido apenas negligente ao não responsabilizar seus subalternos.
    "Com todo respeito a esses nobres pareceristas, com os quais ora se concorda acerca do cabimento e procedência do Impeachment, nesta oportunidade, afirma-se que tudo indica ter a denunciada agido com dolo, pois a reiteração dos fatos, sua magnitude e o comportamento adotado, mesmo depois de avisada por várias fontes, não são compatíveis com mera negligência", afirmou.
    Para Bicudo, a moralidade precisa ser resgatada para que o "cidadão que paga seus impostos, que luta para educar e alimentar seus filhos, não sinta vergonha de ser brasileiro".
    fonte: Agência Brasil
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