sexta-feira, 26 de junho de 2015

Mulher se arrependeu de ter filmado Cristiano Araújo morto

<p>Duas pessoas foram demitidas da Clínica Oeste Tanatopraxia, de Goiás, por justa causa, após a divulgação de um vídeo em que Cristiano Araújo aparece morto, em uma maca, sendo preparado para o velório, na última quinta-feira (25).</p><p>Em nota, a empresa lamentou o ocorrido e garantiu que "repudia com veemência o ato dos dois funcionários que, de maneira mórbida, gravaram e divulgaram tais imagens". Na gravação, é possível ver o corpo do sertanejo com o peito aberto, sendo aspirado.</p><p>"Diante do erro cometido por dois funcionários de seu quadro de profissionais, a clínica informa que não conivente com esse tipo de conduta e que já tomou as providências legais para efetuar as demissões por justa causa", acrescentou.</p><p>Reiterando o "compromisso com a ética, a transparência e o zelo pela prestação do serviço e o respeito às famílias", o comunicado ainda informou que a clínica se solidariza com quem repudiou o ato das duas pessoas.</p><p><strong>Em tempo</strong>: Cristiano Araújo morreu na última quarta-feira (24), após o carro em que estava capotar em uma rodovia de Goiás. No veículo viajava também Allana Coelho Pinto de Moraes, sua namorada, que faleceu no local. Além da dupla, o segurança e o empresário do músico estavam no automóvel, mas ambos sofreram apenas ferimentos leves.</p><p>O famoso deixou dois filhos: João Gabriel, de 6 anos, e Bernardo, de 2 anos.</p><p><strong><a href="http://www.facebook.com/pages/Famosidades/129946850420592">Opine no Facebook do Famosidades!</a></strong></p>

Uma ex-funcionária da Clínica Oeste, de Goiás, parece ter se arrependido de ter filmado o corpo de Cristiano Araújo antes do velório. Márcia Valéria dos Santos mostrou detalhes do sertanejo já morto e a gravação acabou sendo compartilhada na internet. Ela foi demitida por justa causa e teve que prestar depoimento à polícia.
O delegado Eli José de Oliveira, responsável pelo caso, revelou que conversou com a suspeita e adiantou que "ela não chorou, mas teve uma postura de arrependimento". Marco Antônio Ramos, que aparece nas imagens, também precisou se explicar. 
Vale lembrar que os dois funcionários foram indiciados pelo artigo 212 do Código Penal - vilipendiar cadáver de forma desprezível e humilhante - e a pena pode chegar a três anos de prisão.
"Falou que foi um ato impensado. Ele [o outro funcionário] não falou muito, disse que não teve participação na história. Realmente não foi ele quem filmou, mas aceitou o que ela estava fazendo e, em determinado momento, pede para ela fazer uma coisa. Ele poderia ter pedido para a filmagem parar. Por isso, não é possível que ele seja condenado e ela não", detalhou ao "Ego".
O depoimento de uma terceira pessoa ainda será colhido pelas autoridades. Esse suspeito é apontado pela mulher que gravou a operação na sala da clínica como o responsável por divulgar o material na web.
Os responsáveis pela empresa também foram ouvidos e podem sofrer ação cível. Em nota, informaram que repudiam a ação dos funcionários que foram desligados. "A clínica mostrou que um controle interno rigoroso e o ato foi um vacilo mesmo dos funcionários. 
O inquérito está quase concluído", disse Eli.

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