quarta-feira, 29 de abril de 2015

‘Milagres podem se tornar realidade’, diz mãe de mulher poupada de execução

Mary Jane Veloso conseguiu escapar do fuzilamento na Indonésia no último minuto, mas autoridades ressaltam que sentença não foi cancelada. Pessoa que a teria enganado se apresentou à polícia nas filipinas
 
Mary Jane Veloso conseguiu escapar do fuzilamento na Indonésia no último minuto, mas autoridades ressaltam que sentença não foi cancelada. Pessoa que a teria enganado se apresentou à polícia nas filipinas




A mãe da filipina que escapou do fuzilamento nos primeiros minutos desta quarta-feira (29) na Indonésia (horário local) deu uma entrevista emocionada a uma rádio de seu país, afirmando que “milagres podem se tornar realidade”.
“Deus ouviu as nossas preces”, disse Célia Veloso, mãe de Mary Jane Veloso, condenada à morte por tráfico de drogas. “Estamos muito felizes. Os filhos dela estavam acordados e gritavam contentes: ‘Mamãe vai viver'”, contou.
As irmãs de Mary Jane já estavam na ilha de Nusakambangan aguardando para trazer o corpo dela, ressaltou Célia. “Ela me falou: ‘Se Deus quiser que eu viva, eu vou viver, nem que seja por um fio, no último minuto’. E agora o que ela falou tornou-se realidade”, comemorou.
A filipina de 30 anos estava entre os nove condenados que seriam executados nesta quarta-feira (28) na prisão de segurança máxima na ilha de Nusakambangan. No entanto, apenas oito – entre eles obrasileiro Rodrigo Gularte – foram fuzilados. Segundo as autoridades indonésias, porém, novos questionamentos no caso de Veloso foram abertos.
 Presa em 2010 no aeroporto da cidade de Yogyakarta, depois que agentes do governo descobriram 2,5 kg de heroína escondidos em sua bagagem, a filipina foi condenada à morte, mas escapou do fuzilamento quando já estava tudo preparado.
O procurador-geral da Indonésia, Muhammad Prasetyo, explicou que ela foi poupada porque seu suposto chefe na época se apresentou à polícia nas Filipinas, e as autoridades do país pediram assistência da Indonésia no caso.
Segundo notícias veiculadas pelo canal MetroTV e o jornal Jakarta Post, a pessoa que se apresentou à polícia teria recrutado Veloso e a enganado para levar drogas para a Indonésia.
“Este atraso não cancela a execução. Queremos apenas dar uma chance ao andamento do processo legal nas Filipinas”, frisou Prasetyo.
Nascida em uma família pobre, Veloso é mãe de dois meninos, um de 12 e o outro de 6 anos de idade. Ela garante que foi à Indonésia em busca de um emprego como empregada, mas acabou sendo ludibriada por uma organização internacional de tráfico de drogas.
Ela teria recebido inicialmente uma oferta de emprego na Malásia, mas chegando lá foi informada de que a vaga era na Indonésia, para onde voou imediatamente. Segundo sua defesa, a droga foi escondida na mala dela na Malásia.
A condenação de Mary Jane Veloso causou grande comoção nas Filipinas, com manifestações quase diárias pedindo clemência. Um grupo de ativistas fazia vigília em frente à embaixada da Indonésia em Manila e comemorou a notícia de que, pelo menos por enquanto, a filipina não foi colocada diante do pelotão de fuzilamento.
 Fonte: DW
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  • Exército da Nigéria liberta 293 mulheres e meninas reféns do Boko Haram

     Imagem: Reprodução

    O exército da Nigéria anunciou nesta terça-feira (28) a libertação de 200 meninas e 93 mulheres que eram reféns do grupo radical islâmico Boko Haram na floresta de Sambisa, considerado o reduto da organização.
    Segundo o coronel Sani Usman, nenhuma das meninas tinha sido sequestrada em Chibok, onde há um ano os jihadistas raptaram mais de 270 meninas. Desde o momento em que foi anunciada a libertação das garotas, a primeira especulação era de que se trataria das estudantes que foram raptadas em uma escola em 14 de abril de 2014.
    Desde o lançamento de uma ofensiva conjunta com tropas de Camarões, Chade e Níger, o exército nigeriano obteve notáveis sucessos, como a libertação de 60 cidades tomadas pelo grupo jihadista em três estados do norte do país.
    Fonte: MSN
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  • FAO quer reduzir o desperdício de alimentos no Brasil


    Imagem: Divulgação







    A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estuda a criação de uma rede em torno da cadeia produtiva de alimentos no Brasil para conter o desperdício. O país é considerado um dos dez que mais desperdiçam comida em todo o mundo, com cerca de 30% da produção praticamente jogados fora na fase pós-colheita.
    A redução das perdas será objeto de debates na oficina que a Embrapa Agroindústria de Alimentos promove no próximo dia 30, no Rio de Janeiro, em contribuição à 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, que será realizada em Brasília, em novembro próximo.
    O objetivo da FAO na América Latina e Caribe é montar uma rede de entidades com organizações não governamentais (ONGs), universidades e institutos de pesquisa com o propósito de reduzir a perda na produção e na pós-colheita dos alimentos. Ao governo caberia providenciar a melhoria de fatores como infraestrutura para transporte dos alimentos, como existe nos Estados Unidos.
    “O que se tem que fazer no Brasil é uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo”, afirma o engenheiro agrônomo da Embrapa Indústria de Alimentos, Murilo Freire.
    A sugestão é montar uma rede de formadores que possa, junto com o governo, empresas privadas e ONGs, trabalhar nisso tudo. O governo brasileiro entraria com a legislação, com infraestrutura e armazenamento adequados, explicou.
    Integrante do Comitê de Especialistas em Redução de Perdas e Desperdícios para a América Latina e Caribe da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), o pesquisador disse que o problema ocorre em toda a cadeia produtiva, que tem deficiência de infraestrutura, manuseio, plantio errado, doenças, embalagem, transporte e armazenamento.
    Segundo Freire, os produtos são desperdiçados porque ou estão fora do prazo de validade ou não foram consumidos por serem identificados como malformados ou fora do padrão estabelecido pela legislação do Ministério da Agricultura. A meta do comitê é montar uma rede na região para diminuir as perdas na produção desses alimentos.
    “O desperdício ocorre quando o alimento produzido é jogado fora, ou seja, ele não chega a quem necessita”, disse Freire. Um exemplo disso, segundo o engenheiro, é o caso dos frutos feios, que não são padronizados nem têm um apelo de venda comercial elevado, mas têm as proteínas, vitaminas e sais minerais de um produto normal. Esse é o desperdício. São alimentos produzidos, mas não usados”.
    As perdas no Brasil correspondem em média a 30% dos alimentos pós-colheita no caso dos frutos, e 35% das hortaliças. “Os países desenvolvidos desperdiçam mais do que os países em desenvolvimento. Estes últimos perdem 60% antes da porteira, da produção, e desperdiçam 40%. Nas nações desenvolvidas, a perda ocorre mais na ponta e inverte a projeção”.
    A FAO considera que a população mundial está em elevado nível de insegurança alimentar, uma vez que um terço do que é produzido é perdido. Isso corresponde a cerca de 1,7 bilhão de toneladas de alimentos. Na África, as perdas alcançam 60%. “São 50% só na fase de produção. Perdem mais 5% na distribuição, que eles não têm, e 5% na parte do consumidor”, disse o pesquisador. Na Alemanha, o desperdício é mínimo.
    Uma lei em tramitação no Congresso há dez anos – a chamada Lei do Bom Samaritano – penaliza o doador de alimentos. Um industrial, produtor ou mesmo restaurantes não podem doar alimentos porque, se alguém passar mal, o doador acaba acusado de ser o responsável. “Isso ocorre aqui no Brasil. Nos outros países, não”, disse Freire,
    “Não há armazenamento adequado para grãos e hortaliças no Brasil”. Freire criticou o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a obras que melhorem a infraestrutura em outros países, em detrimento de projetos necessários no Brasil. Em relação à tecnologia, disse que existem muitas disponíveis no país, como a refrigeração, por exemplo, cujo uso é conhecido, mas não é adotado.
    Outra falha apontada é na embalagem dos produtos. A atenção a esses fatores pode diminuir as perdas no final da cadeia. Falta informação que chegue ao produtor, ao atacadista e ao consumidor, disse Murilo Freire. Se tudo que é desperdiçado fosse aproveitado, haveria maior oferta, o produtor ganharia mais e o consumidor pagaria menos pelos alimentos.
     Fonte: Agência Brasil
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  • Defesa do consumidor alerta Dilma sobre acordo com Facebook

     Quando e esmola é demais, principalmente, no mundo online, desconfie

    Segundo matéria publicada no site do ‘O Dia’, o problema é um velho conhecido da indústria de tecnologia e, particularmente, no Brasil: a tal da reserva de mercado, que tanto atrapalhou o desenvolvimento do país. O documento encaminhado à Dilma é claro nesse ponto: quando o Facebook promete acesso gratuito e exclusivo a aplicativos e serviços, ele acaba limitando o acesso a outros serviços da rede, “oferecendo aos usuários de baixa renda acesso a apenas uma parte da internet”.A parceria do governo federal com o Facebook visa a facilitar o acesso gratuito à internet para todos. O referido projeto da empresa americana, Internet.org, já está sendo tocado em vários países do mundo. Mas a verdade é que não é tão gratuito assim, porque quase nada se faz de graça no mercado da internet, e muito menos quando se trata do Facebook. Por isso um grupo de defesa do consumidor, a Proteste, e outras 33 entidades civis encaminharam à presidenta Dilma uma carta criticando o acordo, que foi anunciado há duas semanas.
    Ainda segundo a publicação, já vivemos isso há muito tempo, ainda nos anos 1990, e o ‘malvado’ da vez era a Microsoft, que quis tomar conta da internet. Acabou processada por abuso de poder e monopólio. Agora o Facebook está indo pelo mesmo caminho. A liberdade de escolha do usuário tem que ser respeitada. Foi o mesmo erro em que caiu a Microsoft.
    A carta da Proteste para Dilma diz isto: “Esta estratégia da rede social, realizada em parceria com operadoras de telecomunicações e provedores de conteúdo, desrespeita o princípio da neutralidade, ainda que garanta o uso dos aplicativos e conteúdos mais populares”.

    Fonte: O Dia

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  • falha deixa 25 mil aplicativos vulneráveis a ataques no celular


     Imagem: Divulgação

    A empresa SourceDNA, especializada em análise e monitoramento de aplicativos (apps) para plataformas móveis, alertou na sexta-feira sobre a existência de uma falha que deixa vulneráveis 25 mil apps para iOS, inclusive programas de instituições financeiras do Brasil. A brecha está localizada em uma biblioteca de código chamada AFNetworking, que deixa aplicativos vulneráveis a ataques de interceptação de dados.
    O AFNetworking facilita a inclusão de funções de rede em aplicativos para iOS. Ou seja, esse código é instalado junto de outros apps e não diretamente pelo usuário. Como ele é reaproveitado por vários desenvolvedores, uma brecha nesse código impacta os milhares de apps que o utilizam.
    A falha está na validação de certificados digitais para sites seguros (SSL). O SSL é a tecnologia que mostra o “cadeado” de segurança em sites de internet. O cadeado só pode ser exibido quando um site possui um certificado digital válido e se esse certificado corresponde ao site visitado. Dessa maneira, um criminoso não pode usar um certificado obtido para outro site para criar uma página clonada de um endereço seguro.
    Por causa da vulnerabilidade, o AFNetworking não verifica se o certificado digital corresponde ao site visitado. Com isso, um criminoso pode criar um site clonado e redirecionar o tráfego do app para esse site, usando qualquer certificado digital válido. Certificados digitais válidos podem ser obtidos gratuitamente pelos golpistas.
    O ataque é mais fácil de ser realizado em redes Wi-Fi públicas. Nessas redes, um criminoso presente no local poderia redirecionar o site acessado pelo app para interceptar o tráfego e obter todos os dados, inclusive as senhas, que foram transmitidas pelo app de forma supostamente segura.
    A brecha no AFNetworking já foi corrigida. Desenvolvedores podem integrar a versão mais nova do código e atualizar o app para eliminar a vulnerabilidade. Mas isso precisa ser feito para cada aplicativo.
    A SourceDNA disponibilizou uma página de consulta para verificar se um app está ou não vulnerável. O G1 pesquisou por apps de cinco dos maiores bancos brasileiros: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú e Santander. Apps do Bradesco e do Itaú apareceram na lista como vulneráveis.
    O G1 solicitou um posicionamento do Bradesco e do Itaú para saber se os apps estavam mesmo vulneráveis e quais medidas seriam tomadas. As instituições também foram questionadas se os apps tinham algum recurso de segurança extra que impediria a falha de ser explorada na prática.
    Leia abaixo a resposta do Bradesco:
    O Bradesco esclarece que está atualizando todas as versões dos apps que utilizam AFNetworking. É importante ressaltar que essa API somente é utilizada no ambiente institucional, sem acesso a dados sigilosos. O ambiente transacional de seus apps é seguro e não é vulnerável. O acesso à conta e a realização de transações ocorrem em ambiente seguro. As transações realizadas nos Canais Digitais do banco, além de utilizar senha, são autenticadas pela Chave de Segurança Bradesco ou pela Biometria da palma da mão, de acordo com o canal utilizado.
    No caso dos smartphones, o M-Token, que gera as Chaves de Segurança, está integrado aos aplicativos. Estas chaves são dinâmicas e aleatórias, mudando em segundos. Informamos ainda que o banco trabalha em um processo contínuo de aprimoramento dos produtos e serviços disponíveis aos clientes. Na questão de segurança, por exemplo, possui sistemas de monitoramento, que analisam as transações em tempo real.
    Leia a resposta do Itaú:
    O Itaú esclarece que seus aplicativos móveis não são vulneráveis a esse risco. O banco investe constantemente em tecnologia e segurança com objetivo não somente de proteger os dados dos clientes, mas também de oferecer serviços cada vez mais ágeis e inovadores.
     Fonte: G1






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  • Embaixadora dos EUA diz que isenção de visto depende do Brasil

     Imagem: Divulgação

    A embaixadora americana no Brasil, Liliana Ayalde, afirmou que a isenção de vistos para brasileiros é um tema que voltou a ser discutido bilateralmente. No entanto, alguns pontos da discussão – como a necessidade de troca de informações prévia de passageiros e a interação entre os dois sistemas de controle de imigração dos países – exigida pelos Estados Unidos, dependem de uma posição do governo brasileiro.
    “Vamos ver o que o governo brasileiro apresenta. Estamos prontos para falar. Temos feito programas com outros governos e estamos prontos para fazer algum projeto piloto [com o Brasil]. Mas vai depender das autoridades brasileiras”, afirmou a embaixadora. “Falou-se muito no tema da isenção de vistos, mas ficou um pouco ‘in box’ por falta de uma decisão política”, completou.
    Liliana afirmou que um dos requisitos para que os brasileiros sejam isentos de vistos – que é ter 96% de concessão dos pedidos feitos por cidadãos daqui – já foi atingido pelo Brasil. “Não passa de mito o medo que uma pessoa tem de que não conseguirá visto.”
    Além disso, a embaixadora considera que o processo de concessão das autorizações para a entrada nos EUA avançou significativamente por causa da descentralização do atendimento, antes exclusivo aos consulados e à embaixada americana. “Há dois, três anos o processo era lento e poderia demorar 140 dias desde a solicitação até a entrega. Nesse momento, são dez dias no máximo”, concluiu.
     Fonte: Veja
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  • Executados na Indonésia cantaram ‘Amazing Grace’ antes de morte

     Imagem: Divulgação
    Segundo pastora, eles entoaram cantos religiosos até disparos iniciarem
    Os oito homens que foram fuzilados na Indonésia na madrugada desta quarta-feira (29) – tarde de terça-feira (28) no Brasil – entoaram cantos religiosos enquanto andavam para encarar o esquadrão que os mataria, disse uma testemunha, que afirmou que eles morreram com “força e dignidade”.
    Os condenados – dois australianos, quatro nigerianos, um indonésio e o brasileiro Rodrigo Gularte – saíram se suas celas na prisão na ilha de Nusakambangan e andaram até uma clareira feita na floresta, onde as execuções foram cumpridas.
    Mas ao invés de baixar a cabeça em sinal de derrota e resignação, todos negaram-se a colocar uma venda nos olhos e entoaram cânticos religiosos, entre eles “Amazing Grace”, até que o pelotão começou a disparar.
    Christie Buckingham, a pastora que acompanhou um dos australianos em seus últimos momentos, explicou ao marido que os condenados se comportaram “com força e dignidade até o fim”.
    “Ela me disse que os oito andaram até o esquadrão de fuzilamento cantando canções de louvor”, disse Rob Buckingham à rádio australiana 3AW.
    A pastora Karina de Veja disse que as vozes dos oito condenados eram ouvidas juntas. “Eles estavam todos louvando seu Deus. Foi tocante. Foi a primeira vez que testemunhei alguém tão bem por ir encontrar seu Deus”, afirmou. “Eles se uniram. Cantaram juntos, como em um coro. Os não-cristãos, acredito, também cantaram de seu coração”.
    Na cidade portuária de Cilacap, de onde se chega à ilha de Nusakambangan, um pequeno grupo de pessoas havia se reunido com velas pouco antes da execução, cantando também “Amazing Grace” e cobrindo os prantos dos que pensavam no que estava prestes a acontecer na selva.
    Segundo o jornal “Sydney Morning Herald”, o padre Charles Burrows, que deu conforto ao brasileiro Gularte, afirmou que foi especialmente difícil para ele, que foi diagnosticado com esquizofrenia e segundo sua família não sabia que iria ser executado.
    De acordo com o padre, Gularte, falava com animais e tinha medo de ondas eletromagnéticas e satélites que poderiam vigiá-lo pelo céu. Eu seu estado conturbado, ele acreditava que a Indonésia tinha abolido a pena capital e estabelecido um acordo de extradição de prisioneiros com o Brasil, o que significaria que ele poderia ir para casa no próximo ano.
    “Não achávamos que a execução iria acontecer. Mas todos estavam olhando para frente, parece que todos aceitaram seu destino”, afirmou o padre.
    Na cidade de Cilacap, último ponto onde as pessoas em geral podiam chegar, um pequeno grupo de pessoas fez uma vigília com velas, também entoando canções.
    Pouco depois, na ilha, os oito condenados à morte foram atados a um poste e executados por um pelotão formado por 12 homens. Ao amanhecer seus corpos foram devolvidos a Cilacap dentro de caixões.
    Os familiares seguiam chorando enquanto seus amigos e as pessoas que se dirigiram à cidade portuária para dar apoio ajudavam a iniciar a longa viagem de retorno para casa junto com seus entes queridos.
    Angelita Muxfeldt, prima do brasileiro Rodrigo Gularte, chorava desolada enquanto um padre, Charlie Burrows, abria caminho entre a multidão.