segunda-feira, 16 de março de 2015

Denúncia sobre uso de bomba de cloro pelo EI preocupa os EUA

O Exército americano disse nesta segunda-feira (16) que está "preocupado" com informes de que os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) usaram gás de cloro em um ataque contra as forças curdas, mas acrescentou que a denúncia ainda não foi confirmada, de acordo com a agência France Presse.
No sábado, o governo autônomo do Curdistão iraquiano anunciou que uma análise de amostras do solo e de roupas revelou que o EI empregou gás de cloro em um atentado com carro-bomba cometido em 23 de janeiro passado.
"É claro que estamos preocupados, mas não conseguimos confirmar a notícia de fontes independentes", disse o porta-voz do Pentágono, o coronel Steven Warren.
"Observamos o que os curdos têm a dizer. Não temos razão para não acreditar neles", declarou o porta-voz.
O suposto ataque do EI é outro exemplo da "brutalidade" dos extremistas e pode indicar seu "desespero", completou Warren.
O uso de gás de cloro na fabricação de bombas caseiras não é novo na zona de conflito. Com frequência, o regime sírio do presidente Bashar al-Assad utiliza cloro em ataques contra as forças de oposição.
Nova denúncia
O Iraque interrompeu nesta segunda sua ofensiva a Tikrit e as autoridades pediram por mais ataques aéreos contra os militantes do Estado Islâmico, enquanto um oficial afirmou que as forças curdas foram atingidas por outros dois ataques com gás cloro conduzidos pelos insurgentes, informa a Reuters.
O general Aziz Waisi disse aos jornalistas que os rebeldes usaram o gás cloro por duas vezes durante uma ofensiva em janeiro a oeste de Mosul, além de um outro uso registrado em dezembro durante um ataque contra uma brigada militar na região do monte Sinjar. Um dos ataques próximos a Mosul, em 23 de janeiro, foi detalhado no sábado pelas autoridades curdas.
Waisi disse que vários policiais militares – sem especificar o número – foram levados ao hospital, onde exames de sangue indicaram que eles haviam inalado gás cloro liberado por bombas.
“Quando explodiram, nos demos conta de que não era fumaça normal, porque causou desmaios e vômitos”, disse ele, que não quis detalhar se foram examinadas amostras do gás expelido nos dois ataques.
A Organização pela Proibição das Armas Químicas, sediada na Holanda, disse não ter recebido durante o fim de semana nenhum pedido de investigação proveniente do Iraque sobre algum suposto uso de armas químicas.
fonte:G1

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