terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Brasileiro cria aplicativo para reunir maconheiros

 Imagem: Divulgação

João Paulo Costa, 30, é o criador do aplicativo Who is Happy, uma espécie de “Foursquare para maconha”, em que o usuário faz “check-in” no local em que está quando acende o cigarro. Foursquare é um app em que originalmente o usuário avisava aos amigos que estava em determinado local.
O sistema mostra gráficos da “felicidade” da pessoa, com o histórico e a frequência de uso da maconha.
Ele afirma que um dos planos é “gamificar” sua ferramenta, dando selos aos locais de maior consumo. A definição mais básica de Gamificação está relacionada com o “uso de ideias e mecânicas dos jogos em um contexto não diretamente relacionado com jogos para engajar usuários e resolver problemas”.
Apesar de ser brasileiro, o empreendedor está mirando nos Estados Unidos, onde ferramentas tecnológicas ligadas ao mercado da maconha estão recebendo atenção de investidores, em razão da gradual legalização da droga.
Nesta quinta-feira (08), foi confirmado que o fundo Founders Fund, aberto por Peter Thiel, um dos criadores do PayPal e um dos primeiros investidores do Facebook, participou de uma rodada de investimentos de US$ 75 milhões na Privateer Holdings, dona de empresas relacionadas ao mercado de maconha, incluindo o Leafly, um aplicativo de recomendação de estabelecimentos que vendem o produto.
Por causa da aparente janela de oportunidade e da crença de que “não existem bons projetos para o mercado de cannabis”, Costa diz que vai daqui a dois meses ao Vale do Silício, região dos Estados Unidos que concentra negócios de tecnologia, para conversar com possíveis investidores.
“A gente não pensa em ficar no Brasil, de maneira alguma”, diz o empresário. “Por aqui é mais complicado, por causa das pessoas. Quando estava na Inglaterra e apresentava a ideia, o pessoal ficava maluco, adorava, mas aqui as pessoas têm receio.”
Para o advogado Cid Vieira de Souza Filho, presidente da Comissão de Estudos sobre Educação e Prevenção de Drogas e Afins da OAB-SP, o aplicativo não faz apologia ao uso de drogas, o que é crime, em razão de fazer uma brincadeira com o tema. “É uma brincadeira, ninguém está incentivando o uso. É para saber se alguém está fumando perto”, afirma.
 Fonte: Folha
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