terça-feira, 11 de novembro de 2014

Robôs enfermeiros irão ajudar a combater o ebola

No Instituto Politécnico de Worcester (WPI, na sigla em inglês), cientistas americanos estão trabalhando para transformar robôs criados com outras finalidades em armas contra a epidemia do vírus ebola.

Um exemplo desse trabalho é o robô Baxter, originalmente criado para operar em fábricas.

Por contar com pinças, o robô avaliado em 26 mil dólares está sendo repensado para ajudar na remoção dos trajes usados por médicos e enfermeiros que tenham entrado em contato com pacientes contaminados por ebola.

Ebola: mais de 13 mil casos da doença foram registrados até o começo de novembro pela Organização Mundial da Saúde © Worcester Polytechnic Institute (WPI)/Facebook Ebola: mais de 13 mil casos da doença foram registrados até o começo de novembro pela Organização Mundial da Saúde
"O principal é que você não vai precisar que outra pessoa que ajude a tirar a roupa também fique exposta a contaminação pelo vírus", afirmou à BBC Dmitry Berenson, professor da WPI.

Pensado para atuar na exploração espacial, o Aero é outro robô que também está sendo adaptado para atuar em áreas com surto de ebola.

A ideia é acoplar tanques pulverizadores ao robô para que ele possa ser usado na descontaminação de trajes usados no contato com pessoas doentes.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde, a atual epidemia de ebola é a maior já registrada desde a descoberta da doença, em 1976. Mais de 13 mil casos da doença haviam sido registrados pelo órgão até o último dia 7.
fonte:Exame.com

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