terça-feira, 29 de abril de 2014

Angela Bismarchi critica Anitta por fazer plásticas aos 21 anos



 Angela Bismarchi causou uma grande polêmica ao criticar, em seu perfil no Twitter, a cantora Anitta. Na noite desta segunda-feira, a apresentadora, conhecida pelo número de plásticas as quais já se submeteu, usou o microblog para ironizar as intervenções cirúrgicas da Poderosa.
"Anitta, aos 21, já fez cerca de 7 cirurgias plásticas. Eu com essa idade... nem a pau Juvenal", postou Angela, criando um grande bafafá. Horas depois, arrependida, ela voltou à rede social para deletar o post.
Mas teria Angela voltado atrás da sua opinião? Bem, nesta terça-feira ela conversou com a Retratos da Vida e explicou a polêmica, afirmando que não tinha a intenção de falar mal ou denegrir a imagem da cantora. A loira argumentou que apenas quis fazer um alerta para os jovens que recorrem à cirurgias muito novos. Mas as expor os argumentos, ela não economizou nas críticas:
"Eu apenas comentei uma reportagem que dizia que a Anitta, aos 21 anos, já tinha feito sete plásticas. Achei muito, pois eu, nessa idade, nem pensava em fazer plásticas. Só fiz a minha primeira aos 28 anos, bem depois que eu tive filho e amamentei. Hoje as meninas estão fazendo plásticas cada vez mais cedo. A verdade dói. Não vamos mascarar as coisas, né? Fazer sete cirurgias aos 21 anos é normal?", questionou.
Mesmo que não tenha mudado de opinião, Angela optou por deletar o post do Twitter após receber diversas ameaças de fãs da cantora na rede social, Mas nem por isso se deixou intimidar.

"O fã-clube dela é grande, mas eu também tenho fã-clube. Não estou aqui para brigar com ninguém e nem tenho nada contra a Anitta. Mas se alguém tem direito de dar opinião sobre as plásticas dela, esse alguém sou eu, que já fiz várias e vivo disso. Sei reconhecer de longe quando alguém faz uma cirurgia. As pessoas têm que respeitar a minha opinião. Além disso, tenho o dobro da idade dela e sou casada com um cirurgião plástico", defende-se.
Questionada sobre o que achou do resultado da cirurgia do nariz de Anitta - assunto bastante criticado nas últimas semanas -, Angela saiu pela tangente.
"Tenho que ver de perto para falar. Mas, pelo que eu vi na TV, ficou bonito. Foi uma plástica bem feita", elogia.
Por fim, Angela encerrou a entrevista com um conselho à Poderosa.
"Ela poderia esperar ter um filho para só depois pensar em cirurgias plásticas. Acho que ela está bem, não precisa mudar nada. Mas se ela tem dinheiro e condições, ok! Que faça o que quiser com o seu corpo. Muita gente critica porque não tem condições de fazer. Quem sou eu para criticar, né?"


Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/angela-bismarchi-volta-criticar-anitta-fazer-sete-plasticas-aos-21-anos-normal-12331565.html#ixzz30JtWEQtR 

Atriz japonesa faz plástica e fica irreconhecível

 A comparação de Rina antes e depois das cirurgias plásticas

Uma atriz pornô japonesa ficou irreconhecível após fazer uma série de cirurgias plásticas. Rina Nanase, que usa o nome Rumi Kanda profissionalmente, afinou tanto o maxilar que seu rosto ficou com o formato parecido com o de um funil.
A atriz ficou totalmente diferente após as cirurgias
A atriz ficou totalmente diferente após as cirurgias Foto: Reprodução / Twitter
Internautas apontaram a semelhança com o elfo doméstico Dobby
Internautas apontaram a semelhança com o elfo doméstico Dobby
Na internet, fãs do trabalho da japonesa se apressaram em criticar as mudanças. Vários comentários apontavam a semelhança entre a atriz de filmes eróticos e Dobby, o elfo doméstico da série Harry Potter. Apesar disso, após algumas camadas de maquiagem e uma boa produção, Rina voltou a fazer sucesso entre seus seguidores.
Rina produzida
Rina produzida Foto: Reprodução / Facebook
Rina produzida após as cirurgias


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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Mulher afegã clama por Jesus para se salvar de naufrágio e se converte após milagre

 Após passar por grande risco de morte, uma refugiada afegã, que esteve recentemente em Atenas, na Grécia, compartilhou a história surpreendente de sua conversão ao cristianismo, conforme relatado pelo site de notícias Assist News Service.

  • Tropas americanas no Afeganistão
    (Foto: Reuters)
    Tropas americanas no Afeganistão

Viajando separada de seus filhos, espremida com outras 65 pessoas, ela era apenas mais uma à busca de uma vida melhor na Europa. Estavam todos sem comer e beber a três dias, as mulheres e crianças choravam, outros sem forças pareciam prestes a desfalecer. O barco era sacudido violentamente por uma tempestade.
As pessoas começaram a orar repetidamente, por meio de diferentes Suras do Alcorão. Os gritos de "Vamos morrer! Nós vamos morrer” foram intercalados com as preces dos refugiados. Ela também fez algumas dessas orações no auge do desespero, certa de que todos iriam se afogar.
O porão possuía algumas janelas, mas isso também era um problema: 
abri-las fazia com que a água entrasse no barco. Já fechá-las tornava o ar difícil de respirar.
De repente, o barco mergulhou de bico. Tudo e todos estavam escorregando em uma única direção: para baixo. Só então “flashes” de conversas que ela teve com a irmã cristã na Austrália e o irmão cristão, na Alemanha, e cenas de um filme sobre Jesus que havia visto no Irã vieram à sua mente.
Ela então orou para Jesus. Ela nunca tinha feito isso antes: “Se permitir que eu e meus filhos sobrevivamos, irei a uma igreja assim que chegar a terra firme”.
Imediatamente o barco endireitou e a tempestade cessou, miraculosamente. As pessoas se alegravam que Deus havia ouvido suas preces, mas ela sabia que Jesus havia respondido a sua oração.
Ainda mais incrível foi quando um grande barco grego se aproximou e começou a jogar garrafas com água no barco dos refugiados. Houve confusão enquanto todos buscavam aplacar sua sede. Então homens da outra embarcação amarraram seu barco ao dela e conduziram a todos em segurança até a praia. E eles provavelmente haviam avisado o porto, pois ao chegarem à praia havia filas e filas de garrafas com água e copos esperando pelos quase náufragos.
Então os afegãos foram levados a um acampamento onde receberam comida, abrigo e roupas secas.
Apesar de estarem indo para a Itália, acabaram na Grécia. Cumprindo sua minha promessa a Deus, a primeira coisa que aquela mulher fez foi procurar uma igreja. Estava acontecendo um casamento, então ela simplesmente se sentou e assistiu.
Na semana seguinte, foi a outra igreja e sentou-se na parte de trás e assistiu. Ela não entendia nada que eles estavam dizendo. E foi a uma terceira igreja e, novamente, não compreendia o que estava sendo dito, mas estranhamente tinha uma paz descendo sobre o seu coração, apenas ao estar nessas igrejas. Foi então que ela percebeu que algo estava acontecendo dentro dela, e mesmo sem entender, sabia que era algo bom.
Foi então que ela ouviu falar de um lugar, um prédio com 8 andares, onde funcionava uma organização. Lá eles estavam fornecendo comida para os afegãos. Era o Centro de Refugiados do Hellenic Ministries. A mulher então ouviu uma conversa sobre Jesus traduzida em sua própria língua. Eles lhe deram uma Bíblia no idioma afegão, que ela começou a ler.
Na sequência, ela então começou a comparar o que lia com o que havia aprendido em sua religião. Coisas como “amar ao próximo”, “virar a outra face” e “perdoar os seus inimigos”.
Sua antiga religião exortava a matar os infiéis e odiar os inimigos. Nunca antes ela tinha lido em qualquer lugar sobre o amor e o perdão como na Bíblia. Inimigos no Afeganistão mataram seu marido. Tudo que ela ouvia das duas principais divisões da sua religião, é que uma sempre acusava a outra de ser infiel.
Ela já havia testemunhado um homem ser alvejado no peito e morrer, apenas por pertencer a um grupo rival. O mesmo aconteceu com uma mulher que viu morrer bem na sua frente. A moça afegã também viu homens que haviam sido mutilados por explosões de bombas em confrontos sectários. E não conseguia tirar essas imagens da cabeça. Ela tinha apenas 15 anos, mas essas imagens continuavam voltando, às vezes duas ou três vezes por dia.
A mulher também não pode deixar de notar a diferença nas pessoas que estavam trabalhando no Centro de Refugiados onde ela ia ouvir lições da Bíblia. Eles eram humildes e sempre prontos a ajudar, sem segundas intenções. Ela gostava deles e estava começando a aceitar seu ensino. Desta forma, apreciava as suas atitudes e suas maneiras. E sentiu-se atraída para o Jesus que eles proclamavam.
Então, depois de 4 meses ela tomou sua decisão: queria acreditar em Jesus; queria que Ele fosse seu Salvador. Verdadeiramente Ele respondeu a muitas das suas orações. A vida ainda era difícil, mas ela era grata e tinha paz interior. Era uma nova pessoa. Parece que Deus a permitiu que ela viesse parar na Grécia para que pudesse ouvir sobre a fé cristã e acreditar.
Lembrou-se então da conversão de seus familiares: primeiro a irmã na Austrália, por quem ela havia chorado por ter se perdido, depois o irmão na Alemanha, e depois outro irmão, na Suécia, haviam depositado sua fé em Jesus.
Então seus olhos se abriram e ela percebeu que era Jesus que a havia salvado de se afogar para salvá-la eternamente. Outros membros da minha família no Irã e outro irmão na França são muito antagônicos ao cristianismo estão preocupados com aqueles de nós que mudaram de fé e agora creem em Jesus.
“Da tempestade no mar para a paz no meu coração, eu sou verdadeiramente grata! Louvado seja Deus”, finalizou a sobrevivente.
O diretor do ministério que a ajudou, Bruce McAtee, comentou sobre essa história, dizendo: "Depois disso, essa mulher se juntou a sua família na Suécia, no mês passado. Antes de sair, ela deu seu testemunho na igreja e eu tive o privilégio de batizá-la. Foi um momento poderoso como saiu da água com lágrimas e orações. Ela deixou a Grécia com um fardo e uma convicção para compartilhar com outras pessoas sobre esta nova vida de esperança, paz, amor, perdão, e tudo o que é encontrado em Cristo”, concluiu.
fonte:http://portugues.christianpost.com/news/mulher-afega-clama-por-jesus-para-se-salvar-de-naufragio-e-se-converte-apos-milagre-19391/

Prefeito de Verona anuncia multas para quem alimentar moradores de rua


Imagem: DivulgaçãoO prefeito de Verona, Flavio Tosi, anunciou nesta quinta-feira (24) um medida polêmica para dar um fim à população de rua que habita o centro da cidade. A prefeitura pretende multar em €500 aqueles que forem flagrados alimentando os sem-teto de Verona. De acordo com o prefeito, o alto número de moradores de rua na praça central cria “um risco para a saúde pública”.
“Perto da Piazza Dante há um jardim para o qual a Ronda della Carità (organização italiana de caridade) enviava cestas básicas. Agora há mais de 20 mendigos vivendo no jardim e eles o tratam como seu próprio banheiro”, conta Tosi, membro do partido de direita Liga Norte. “A situação ficou incontrolável, e por isso introduzi essa proibição”.
De acordo com o prefeito, Verona conta com “inúmeros” abrigos, e aqueles que decidem viver na rua estão provocando “um desastre ambiental”.
Marco Tezza, presidente da Ronda della Carità, afirma que a lei e as multas surgiram “do nada”. “Nós não encorajamos os mendigos. Vamos aonde somos necessários. Se há problemas com a higiene e a ordem pública, a solução é aumentar o controle. Multar aqueles que oferecem comida não é a resposta”.
A medida não foi bem recebida por políticos da região. O presidente da província de Verona, Giovanni Miozzi, criticou a nova política, afirmando que, apesar da necessidade de manter a ordem pública, a prioridade da prefeitura deveria ser ajudar pessoas em situações difíceis.
“Essa lei tem uma única função durante o período eleitoral: lembrar os eleitores de Verona de que Flavio Tosi é o ‘xerife’”, afirmou Francesca Businarolo, parlamentar do partido Movimento Cinco Estrelas (M5S).
Tosi, cujo partido tem uma política feroz contra os imigrantes na Itália, diz que a lei não tem fins eleitorais: “Esse decreto está de acordo com o espírito cristão, e durante a onda de frio do inverno nós também recebemos imigrantes ilegais”.
No ano passado, Roberto Calderoli, um membro veterano da Liga Norte comparou a ministra Cecile Kyenge a um orangotango. Apesar da polêmica causada por sua declaração, ele se recusou a abandonar sua função de vice-líder do Senado.

Fonte: O Globo

Número de casos de tráfico de pessoas aumenta muito no Brasil


Imagem: DivulgaçãoUm levantamento do Conselho Nacional do Ministério Público – a que o Bom Dia Brasil teve acesso com exclusividade – mostra que vem crescendo o número de pessoas que procuram a Justiça para denunciar o tráfico de pessoas. É um crime covarde, como mostra o repórter Carlos de Lannoy.
O homem não quer mostrar o rosto e mal fala português. Chegou há um ano de Bangladesh, um dos países mais pobres da Ásia. Em troca de dinheiro, intermediários prometeram a ele emprego e um bom salário no Brasil. “Ele falou: ‘Você vai em Brasília, eu tenho uma pessoa lá. Ele vai fazer o visto para você’”, conta.
A viagem incluiu escalas nos Emirados Árabes, Peru e Bolívia. De lá, ele viajou de ônibus até Cuiabá, antes de desembarcar no Distrito Federal, onde descobriu que tinha caído em um golpe. “A pessoa falou sobre isso, eu vou ganhar um trabalho melhor, mas ele não deu trabalho. Só levou o dinheiro, o passaporte, depois ele sumiu”, lembra o homem.
A Polícia Federal encontrou 22 pessoas vindas de Bangladesh em uma cidade satélite do Distrito Federal vivendo em condição considerada degradante. Todas vítimas do tráfico de pessoas, um crime que, segundo pesquisa feita pelo Conselho Nacional do Ministério Público, vem crescendo rapidamente no Brasil.
A pesquisa do Ministério Público registrou queixas de pessoas trazidas do exterior e de brasileiros levados para outros países, mas é cada vez mais comum o tráfico dentro do território brasileiro, principalmente envolvendo crianças e jovens.
Desde o ano 2000, o Ministério Público registrou em todo o Brasil 1.758 casos envolvendo a entrega de filho menor para adoção ilegal, o uso de pessoas submetidas ao trabalho escravo e à exploração sexual, entre outros crimes catalogados na pesquisa como tráfico de seres humanos.
O que preocupa as autoridades é que o número de casos teve um forte crescimento a partir de 2010. “Há muita situação que se relaciona com o tráfico de pessoas dentro do Brasil, muito próximo de nós. Situações de escravidão junto ao trabalho ou de entrega de menor à pessoa inidônea, a famosa adoção à brasileira. O que a gente começa a perceber é que o fenômeno está muito mais perto de nós do que se imaginava”, ressalta o promotor Pedro Mourão.
Casos como o de uma mulher que recebeu um convite para trabalhar em um restaurante em Israel e foi obrigada a se prostituir pela máfia naquele país entram nas estatísticas.
Depois de 16 anos, diz que ainda é vítima de preconceito. “Agora, por eu ter um trabalho, eu prefiro esconder o rosto, não aparecer, mas falar. Eu me dei bem porque eu voltei com vida para a minha terra, para o meu país. Mas quantas não voltam?”, lamenta a mulher.
Para fazer denúncias sobre tráfico de pessoas você pode ligar de qualquer estado para o Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos.

Fonte: Bom Dia Brasil

Fábio do Cruzeiro visita goleiro Bruno na prisão ‘para falar de Deus’