quarta-feira, 26 de junho de 2013

Acrobata atravessa Grand Canyon sobre um cabo de aço e testemunha sua fé em Jesus


Acrobata atravessa Grand Canyon sobre um cabo de aço e testemunha sua fé em Jesus ao vivo na TV; Assista
O acrobata equilibrista Nik Wallenda atravessou os 426 metros do desfiladeiro que forma o Grand Canyon, nos Estados Unidos, sobre um cabo de aço de cinco centímetros de espessura, numa altura de aproximadamente 1.500 metros.
Wallenda fez a travessia sem cabos de segurança, que em caso de queda, serviriam para evitar um acidente fatal. O feito do acrobata foi transmitido ao vivo pelo canal Discovery Channel, canal de TV por assinatura.
Durante o percurso, Wallenda a todo instante agradecia a Deus pela oportunidade, e chegou a fazer breves preces nos momentos em que o vento lateral o atingia de maneira mais intensa.
Ao concluir a façanha, Nick afirmou que a fé em Jesus dá a ele “a paz que excede a todo o entendimento”, e que antes de cada evento em que se apresentará, canta louvores a Deus.
O desafio contou ainda com a presença do pastor Joel Osteen, líder da Lakewood Church. Antes da travessia, Osteen fez uma oração pelo acrobata, pedindo que Deus o protegesse na travessia do Grand Canyon, .
Assista à travessia de Osteen no Grand Canyon, a 1.500 metros de altura:

Evangélicos votaram a favor da PEC 37

Foto: Agência Brasil

Evangélico, João Campos, autor da apelidada “cura gay”, foi um dos 9 deputados que votaram a favor da PEC 37 ontem 

A Proposta de Emenda a Constituição que retira os poderes do Ministério Público foi amplamente rejeitada nesta noite na Câmara dos Deputados. 430 deputados votaram contra e apenas 9 votaram a favor, além de 2 abstenções. Nenhum dos 28 deputados gaúchos foi favorável à proposta. Os deputados que apoiaram a PEC 37 são:
Lourival Mendes (PT do B): delegado de polícia de Maranhão, autor da proposta.
Sérgio Guerra: deputado do PSDB de Pernambuco. Em seu perfil no twitter informou que se enganou no voto "Houve uma pequena confusão e eu errei meu voto na PEC 37. Tanto sou contra a proposta que a bancada do meu partido fechou voto contrário".
João Lyra: deputado do PSD de Alagoas. É réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal em que é acusado de ter escravos. 
Mendonça Prado: deputado do DEM de Sergipe.
Bernardo Santana de Vasconcellos: deputado do PR de Minas Gerais. É réu em processo no STF na ação penal 611, conhecida com "fraude do carvão".
Valdemar Costa Neto: deputado do PR de São Paulo. Condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo do Mensalão.
Eliene Lima: deputado do PSD de Mato Grosso. É réu em processo por compra de votos e outros crimes eleitorais. Também é investigado por crimes contra o meio ambiente. Ao todo, são 5 inquéritos e uma ação penal no STF.
João Campos: é delegado de polícia, deputado do PSDB de Goiás. Em seu perfil no twitter publicou: "Votei SIM à PEC 37. Votei segundo minhas convicçoes, meus conhecimentos juridicos. Entendo q a rejeiçao da PEC é uma perda p a sociedade".
Abelardo Lupion: deputado do DEM do Paraná. Réu na ação penal 425 no STF por caixa 2, crime eleitoral.
fonte:

Evangélico, João Campos, autor da apelidada “cura gay”, foi um dos 9 deputados que votaram a favor da PEC 37 ontem; Entenda
Após a imensa pressão popular contra o Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 37, a Câmara rejeitou a proposta que tiraria do Ministério Público (MP) a prerrogativa de abrir e conduzir investigações criminais, limitando as investigações dessa natureza às polícias federal e civil.  as manifestações populares contra o projeto foram “um erro de percurso” que o rotulou “indevidamente como PEC da Impunidade”. Segundo Mendes, que é evangélico e integrante da bancada evangélica, a proposta “não tem nada de impunidade. Tem garantia do Estado democrático de direito”.
Em sua página no Facebook, Mendes ainda afirmou que não se arrepende de sua proposta: “Mantivemos nosso posicionamento até o fim. Saio de cabeça erguida, com a consciência tranquila que defendi até o último instante, a Constituição Federal do meu país. Sei que combati o bom combate com apoio de várias entidades e personalidades do meio jurídico. Agradeço a todos os amigos que se mantiveram ao meu lado durante essa dura caminhada. A luta agora será pela aprovação da PEC 300/446 (salário dos policiais) e também da PEC 134/2012 (PEC das viúvas e dos órfãos)”, declarou.
Outro integrante da bancada evangélica, deputado João Campos (PSDB-GO) também votou a favor da proposta, e justificou seu voto através de seu perfil no Twitter: “Votei SIM à PEC 37. Votei segundo minhas convicções, meus conhecimentos jurídicos. Entendo que a rejeição da PEC é uma perda para a sociedade”, escreveu o parlamentar, que também é delegado e o autor do projeto apelidado como “cura gay”.
twitter joao campos
A rejeição social à PEC 37 se deu, por exemplo, por casos de corrupção que foram investigados pelo MP e que resultaram na condenação de políticos, como o mensalão, julgado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal de Justiça (STF).

Após 37 anos, organização de 'cura gay' pede desculpas e encerra suas atividades

A organização Exodus International, a maior do mundo dedicada à "cura gay", está encerrando suas atividades após 37 anos. 

Em uma carta à comunidade homossexual, bissexual e transexual, o líder da entidade missionária, Alan Chambers (foto acima), pediu "desculpas pela dor e pelo sofrimento" que ele e a organização causaram a muitas pessoas. Chambers admitiu ser gay:

"Vários anos atrás eu, de forma conveniente, omiti minha atração pelo mesmo sexo. Eu tinha medo de dividir isso. Hoje, entretanto, aceito esse sentimento como parte da minha vida", escreveu ele, de acordo com trecho da carta publicada pelo site "Gawker".

Chambers disse que a organização cristã que lidera terá uma outra diretriz a partir de agora.



Fonte: Acapa

Fonte: O Globo

Deus não se importa se você fuma maconha: diz Pastor americano

 Pastores norte-americanos fazem seminário sobre descriminalização das drogas
 Uma rede de pastores nos Estados Unidos se reuniu para se manifestar contra a chamada “guerra às drogas” e o efeito devastador dessa guerra atingindo principalmente a comunidade negra.
Na conferência chamada “Uma visão a partir do púlpito: líderes religiosos e a descriminalização das drogas”, realizado na American Baptist College, em Nashville, líderes religiosos focaram seus discursos na questão da injustiça moral das leis antidrogas, e não apenas na moralidade das drogas em si.
Em nota divulgada à imprensa antes da conferência, os participantes em potencial foram alertados de que os afro-americanos representam apenas 13% da população dos EUA e são também apenas 13% dos usuários de drogas no país. Entretanto, os negros compõem 38% dos detidos por violações da lei de drogas e 59% dos condenados por violações às leis antidrogas americanas são afro-americanos.
Rev. John Jackson
Rev. John Jackson
O reverendo John Jackson, da Trinity United Church of Christ, em Gary, Indiana, falou para as câmeras  acerca de suas crenças sobre Deus e maconha:
“Recebo várias pessoas que vêm se aconselhar comigo e dizem: ‘Reverendo, fumo maconha e sei que não devia fazer isso’. Eu as interrompo na mesma hora e digo: ‘Não acredito que o Deus a quem servimos é tão pequeno ou miserável para se preocupar com você fumando maconha. Não penso que Deus se preocupe com isso’. Eu quero que as pessoas saibam que o nosso Deus é grande demais para se preocupar com alguém fumando um baseado.”
Esse grupo de pastores negros tem um companheiro inusitado em sua militância, o televangelista Pat Robertson, que ano passado sinalizou para seu público, em grande parte conservador, que ele também seria favorável à descriminalização das drogas:
“É chocante como muitos desses jovens acabam na prisão e se transformam em criminosos de alta periculosidade porque estavam de posse de pequenas quantidades de substância controlada [em alguns estados americanos, o uso da maconha é liberado para tratamento médico]. A coisa toda é uma loucura.”
A conferência foi patrocinada pela “The Samuel Dewitt Proctor Conference”, pelo “American Baptist College” e pelo “Drug Policy Center”.
tradução: Tom Fernandes
Publicado originalmente no Huffington Post

Professor e líder evangélico é preso em Maringá por pedofilia


O professor foi pego em flagrante com uma criança de 10 anos, no interior de um caminhão

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) de Maringá prendeu em flagrante um professor e líder religioso de 48 anos acusado de pedofilia. De acordo com o promotor Laércio Januário de Almeida, o professor Juarez Aparecido Nogueira Gonçalves foi surpreendido no momento em que molestava uma menina de 10 anos no interior de um caminhão.

Ligado a uma igreja evangélica de Doutor Camargo, Gonçalves promovia campanhas para ajudar crianças. A denúncia de que ele praticava pedofilia foi levada ao Conselho Tutelar, pela mãe da suposta vítima. A mulher afirmou ter flagrado o homem se masturbando em uma conversa por vídeo no computador da filha.

No perfil de Gonçalves em uma rede social, mais de 90% dos contatos dele são menores de idade. Segundo o promotor, o acusado presenteava a criança com aparelhos eletrônicos, entre eles uma webcam, para que ela se exibisse para ele por meio da internet.

O encontro que possibilitou o flagrante foi marcado pelo telefone da menina. Conforme o promotor, o acusado já havia se encontrado outras vezes com a menina e ele estava sendo investigado há mais de um mês, quando o Ministério Público tomou conhecimento do caso.
Gonçalves está detido na sede do Gaeco na cidade.



Fonte: Redação RIC Mais - Maringá

terça-feira, 25 de junho de 2013

Cantora Cher critica Marcos Feliciano


Foto: Ethan Miller / AFP
Foto: Ethan Miller / AFP

Querida entre os gays, a cantora Cher, de 67 anos, usou o Twitter para criticar o pastor e deputado Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos, em relação à polêmica “cura gay”. Em seu perfil na rede social, no último dia 21, a norte-americana se mostrou contrária ao discurso do brasileiro.
Depois de receber uma mensagem de um perfil intitulado @GayCourageBR, a cantora respondeu com a seguinte mensagem: “Eu sei! O terrível Marco Feliciano quer tornar a homossexualidade uma ‘doença’! Ele chama a si mesmo de cristão? Ridículo!”.


foto: Reprodução / Twitter
foto: Reprodução / Twitter
A medida que vem sendo chamada de “Cura Gay”, aprovada pela comissão presidida por Feliciano, na última terça-feira, permite que psicólogos tratem a homossexualidade como se fosse uma doença. Para a medida ser posta em prática, ainda é preciso passar por outras duas comissões da Câmara: Seguridade Social e Constituição e Justiça.
Cher ainda usou o Twitter para afirmar que adora seus amigos gays: “Parece estranho, mas não consigo me lembrar de uma época em que eu não estava rodeada de amigos gays. (…) Sempre os melhores!”, ela publicou. No próximo domingo, a cantora vai se apresentar na Parada do Orgulho Gay de Nova York.
Na última quarta-feira, Cher fez a primeira apresentação ao vivo na TV, em mais de uma década, no programa “The Voice”, que atraiu 15,3 milhões de telespectadores, nos Estados Unidos. Ela apresentou “Woman’s World”, sua nova música de trabalho.
Publicado originalmente no Extra

Ana Paula Valadão "Pop Star da fé"


Revista chama Ana Paula Valadão de “pop star da fé”
A cantora Ana Paula Valadão estampa a capa da revista Veja BH desta semana com a manchete “Pop star da fé” falando sobre a vida e a carreira da líder do ministério de louvor Diante do Trono.
Voz, nome e rosto mais conhecidos da música gospel no país, ela atrai multidões para seus shows, lança moda entre as evangélicas e, vez ou outra, desperta a fúria das feministas. Com mais de 10 milhões de discos vendidos, a cantora e pastora Ana Paula Machado Valadão Bessa, de 37 anos, ainda se surpreende com o sucesso alcançado à frente do grupo Diante do Trono, que acaba de completar quinze anos. “Nunca imaginei aparecer na TV em rede nacional. Só queria divulgar a mensagem do amor de Deus”, diz a belo-horizontina, que já se apresentou em todos os estados brasileiros e também no exterior, em países como Estados Unidos, Israel, Suíça e Japão. Nascida em uma família de cinco gerações de protestantes, entre presbiterianos e batistas, ela buscou na religião o consolo para o término de um noivado, aos 19 anos. Estava no chuveiro quando cantarolou pela primeira vez a melodia da canção Diante do Trono. Um ano depois, em 1998, a banda liderada por ela, também batizada de Diante do Trono, lançou de forma independente seu primeiro álbum. “Para garantirmos a gravação, vendemos na igreja vales-CD, no valor de 5 reais cada um”, lembra o pai da cantora, o pastor Márcio Valadão, líder da Igreja Batista da Lagoinha.
Do Q.G. do grupo, no bairro São Luís, onde funciona o moderno estúdio projetado pelo arquiteto Renato Cipriano — que tem entre seus clientes a cantora Ivete Sangalo e a banda Jota Quest -, Ana Paula cuida atualmente da produção de mais três discos: Renovo, que foi gravado ao vivo no Expominas, em março, e será lançado no próximo mês; Tu Reinas, com faixas inéditas que serão gravadas no próximo dia 9, em Juazeiro do Norte, no Ceará; e um álbum em inglês, de título ainda não definido, que será veiculado na internet. “Minha equipe é muito capaz, mas tudo passa pela minha mão”, diz ela, confirmando sua fama de centralizadora. Nas palavras dos assessores, a cantora é uma máquina de trabalhar. Além de realizar shows e gravar com o Diante do Trono, Ana Paula se dedica como pastora a um culto mensal só para mulheres, escreve livros (já tem dois publicados) e atualiza pessoalmente suas redes sociais, que atraem milhares de fãs. Só no Twitter reúne mais de 590 000 seguidores. “Tudo o que ela faz, centenas de mulheres copiam”, afirma o cabeleireiro Silvio Nogueira, que cuida de seu visual há dez anos. Foi assim quando, em 2009, Ana Paula resolveu cortar os cabelos curtinhos. Vaidosa, usa nas apresentações figurinos assinados por grifes de luxo como Barbara Bela e Mares. Gosta de um estilo romântico, com organza, seda e renda. Os modelos, porém, não podem mostrar muito o corpo. “Para a mulher bíblica, a sensualidade é vivida toda dentro do casamento. Ela não usa roupas sexy”, explica. Muitas peças precisam ser adaptadas para que Ana Paula possa vesti-las. “Ponho anágua quando a saia é meio transparente e tapa-colo, um clipezinho abotoado no sutiã, para esconder o decote”, conta.
Os conselhos da cantora sobre feminilidade atraem milhares de fiéis à Igreja da Lagoinha. Toda última quarta-feira do mês, o templo, com capacidade para 6 000 pessoas, fica lotado. No culto Mulheres Diante do Trono, a presença de homens é proibida. Do púlpito, com sua Bíblia em mãos, a pastora mescla passagens da própria vida a trechos do Velho e do Novo Testamentos. “Como mulher, você pode trabalhar fora, realizar os seus sonhos, ter diálogos com seu marido, sugerir, decidir com ele, mas tem de respeitar toda figura masculina”, prega. Casada desde 2000 com o pastor Gustavo Bessa, de 39 anos, ela diz que, em casa, deixa de lado a postura controladora que não consegue evitar no trabalho. “Lá, eu tiro o chapéu da liderança.” As pregações dão arrepios em muitas feministas. No fim do ano passado, quando vídeos do culto se espalharam pela internet, o resultado foi uma avalanche de críticas indignadas e zombarias. Ana Paula não se intimidou. “Achei bom. A mensagem foi replicada e chegou a mais pessoas.”
O dever de submissão ao marido não é sua única opinião polêmica. Ela é contra o casamento gay e não esconde seu ponto de vista. “Se há um cristão falando por aí que é a favor da homossexualidade, ele não é um cristão de verdade”, afirma. Mas garante que os homossexuais são bem-vindos em sua igreja. “Tenho um grande amigo ex-gay.” Também não se constrange ao abrir o coração e falar das próprias dores a seus fãs. “Na gravação do CD Esperança, em 2004, ela contou no palco que não conseguia engravidar”, lembra o pai. Mais de 1 milhão de pessoas ouviram a cantora  — hoje mãe de Isaque, de 7 anos, e Benjamin, de 4 – falar sobre seus problemas de fertilidade.
Ela credita seu sucesso às letras inspiradas em versículos bíblicos e nas suas experiências de fé. “As pessoas se identificam com os versos que falam de cura interior”, diz ela, que começou a compor quando ainda era criança. “Da passagem do cometa Halley até a aids, tudo o que via na TV ou na escola virava tema”, conta, às risadas. Os comentários de um adulto, no entanto, a desanimaram. “Ele disse que eu não tinha jeito para a coisa e acreditei. Fiquei sem escrever dos 13 aos 18 anos.” Nesse período, resolveu apostar na carreira de intérprete. Cantava no King’s Kids, grupo evangélico de dança e música para adolescentes, e no El-Shamah, coral adulto da igreja, que se apresentava aos domingos. “Eu era nova para o grupo. Só me deixaram entrar porque eu realmente tinha talento”, explica, revelando certo incômodo com insinuações sobre ter tido privilégios por ser filha do líder da igreja. Em 1996, depois de abandonar a faculdade de direito da UFMG e mudar-se para Dallas, nos Estados Unidos, onde foi estudar música, finalmente se sentiu livre. “Lá ninguém se importava com meu sobrenome.” Disputando uma vaga com outros 100 alunos, foi selecionada para a banda da escola. Disciplinada, impressionava os professores pela dedicação à rotina pesada dos ensaios.
Graças à boa vendagem de seus discos e shows (ela já tem apresentações marcadas para os próximos doze meses), hoje fatura alto com sua música, mas não revela quanto ganha. Só informa que doa parte considerável de sua renda a projetos filantrópicos. Pastora da maior igreja batista do Brasil – a Lagoinha tem mais de 54 000 fiéis -, Ana Paula se preocupa em ser um bom exemplo, uma pessoa de comportamento recatado, irrepreensível. Quando está em turnê com a banda e chega a um hotel, espera uma assessora vistoriar seu apartamento antes de entrar. “É para prevenir armações, como um homem lá dentro para causar escândalo, a exemplo do que já aconteceu com pastores e políticos nos Estados Unidos”, justifica. As bebidas alcoólicas são retiradas do frigobar dos quartos de todos os integrantes do grupo. Embora procure ser generosa com os fãs – chega a ficar até duas horas depois dos cultos dando autógrafos e posando para fotos -, poucas pessoas podem se considerar realmente íntimas da pop star gospel. “Não tenho muitos amigos próximos”, reconhece. Se sobra um tempo livre, ela quer mesmo é ficar com a família em sua espaçosa casa no bairro São Luís. É difícil ver Ana Paula em lugares públicos da cidade. Quando isso acontece, geralmente ela está almoçando ou jantando em algum de seus restaurantes preferidos: o português Res­taurante do Porto, o japonês Udon e o italiano Dona Derna.
Tem pouquíssimos interesses fora da igreja. A fotografia é o único hobby da cantora, dona de uma Leica, sofisticada câmera alemã. “No dia a dia, uso o iPhone mesmo, para não perder o momento.” Como toda mãe coruja, está sempre fotografando seus dois filhos. Ser mãe, diz Ana Paula, é uma bênção ainda maior do que conquistar o país com sua música. E não há dúvida de que ela o conquistou. Contratada da gravadora Som Livre desde 2009, a filha do pastor Márcio é hoje o nome mais conhecido da família. E vai longe o tempo em que precisava vender vales-CD para realizar seus projetos.
Um marco histórico
O CD do Diante do Trono está entre os vinte mais vendidos no país
Com seus hinos de fé e louvor a Deus, Ana Paula Valadão conseguiu um marco inédito na música gospel: figurar na lista dos vinte discos mais vendidos no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Discos (ABPD), Preciso de Ti, o quarto álbum da banda Diante do Trono, gravado no Mineirão e lançado em 2001, vendeu mais de 2 milhões de cópias, o que lhe garantiu a vigésima posição no ranking. Apesar dos números grandiosos, a cantora não gosta de ser rotulada como estrela gospel. Prefere se definir como “líder do ministério de louvor”. Diz ela: “Presto um serviço, que é a música feita para adorar a Deus”.

Fundador e pastores da Igreja Maranata são presos no ES

Na manhã desta segunda-feira (24) o Grupo de Operações Táticas (GOT) do Espírito Santo cumpriu oito mandatos de prisão contra o fundador e outros pastores da Igreja Cristã Maranata (ICM). Outros dois mandatos foram cumpridos pelo Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória.
Gedelti Gueiros, o fundador, e os pastores Antônio Angelo Pereira dos Santos, Antonio Carlos Rodrigues de Oliveira, Antonio Carlos Peixoto, Amadeu Loureiro Lopes, Carlos Itamar Coelho Pimenta e Jarbas Duarte Filho foram levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Viana.
O pastor Arlínio de Oliveira Rocha teve a prisão domiciliar decretada e os outros dois, Wallace Rozetti e Leonardo Meirelles de Alvarenga, se apresentaram na delegacia nesta manhã e também devem ser levados ao CDP.
Os dez pastores presos fazem parte de uma lista com 19 nomes feita pelo Ministério Público estadual do Espírito Santo que investiga crimes de estelionato, formação de quadrilha, duplicada simulada e o desvio de mais de R$20 milhões vindos dos dízimos e ofertas dos fiéis da ICM
Igreja Maranata, em Vitória (Foto: Reprodução/TV Gazeta)

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Pastores faziam negócios com a Igreja Maranata no ES, diz denúncia

De acordo com estatuto da igreja, tal relação é proibida. 
Um pastor e advogado da instituição teria recebido mais de R$ 2,8 milhões.

Pastores e membros da Igreja Cristã Maranata (ICM), por meio de suas próprias empresas, estabeleceram relação de negócios com a instituição, conforme revela um requerimento de ação penal pública encaminhado pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) à Justiça, feito neste mês. De acordo com o estatuto da igreja, tal relação é proibida, permitindo apenas  a seus membros exercerem atividades de caráter voluntário. Um dos advogados e pastor teria recebido da igreja, segundo a denúncia, um total de R$ 2.895.319,18 em um período de cinco anos. Após a denúncia, o interventor da instituição explicou que 26 empresas que prestavam serviços para a Igreja Maranata tiveram os contratos suspensos. O interventor da Igreja Maranata explicou que vai apurar se houve pagamentos indevidos.

Pastores da Igreja Cristã Maranata são investigados pelo Ministério Público do Espírito Santo desde março de 2012, por crimes como estelionato, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, falsidade ideológica e desvio de dinheiro público. Quatro pastores foram presos em março deste ano, apontados como agentes intelectuais que estariam interferindo no curso de investigações, ameaçando e intimidando testemunhas, e até membros do MPES e do Judiciário, mas foram soltos no fim do mesmo mês.
Dezenove membros da igreja, incluindo pastores, foram denunciados pelo MPESpelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e duplicata simulada. Eles teriam praticado desvio de dízimo da igreja, envolvendo uma movimentação financeira de R$ 24,8 milhões, em benefício próprio,  segundo o Ministério. Nove promotores integrantes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) assinaram o pedido de abertura de ação penal pública contra os denunciados, que terão dez dias de prazo, a partir da citação judicial, para responder às acusações.
Desvios
Conforme a denúncia, o estatuto da ICM – Presbitério Espírito Santense, com alteração em dezembro de 2011, “proíbe expressamente que a cúpula da Igreja mantenha serviços ou negócios comerciais com a entidade, exercendo as suas atividades em caráter de voluntariado”.

De acordo com as investigações, os valores obtidos com as doações à igreja, que deveriam ser investidos em assistência social e na manutenção de cultos (atividades beneficentes), foram desviados de sua finalidade para atender aos interesses particulares dos denunciados. Uma das pessoas acusadas explicou ao MPES que eram três escritórios de advocacia contratados pela ICM, todos pertencentes a pastores. Conforme a denúncia, cada escritório recebia valores mensais, sendo que um deles chegava a receber R$ 100 mil.

Com o objetivo de acobertar as irregularidades e justificar os gastos da instituição, o esquema usava notas fiscais superfaturadas. Apenas em uma papelaria em Vila Velha, a igreja gastou quase R$ 1 milhão. Segundo o MPES, a igreja encomendava o serviço e pedia uma nota com valor bem acima do correto. Como por exemplo, para um serviço que custasse R$ 5 mil era registrada uma nota de R$ 8 mil. No acerto de contas, a empresa ficava com os R$ 5 mil e os integrantes da igreja envolvidos no esquema levavam os R$ 3 mil de sobra.
 
Coronel aposentado é o interventor da Igreja Maranata no Espírito Santo. (Foto: Victória Varejão/ G1 )Interventor da Igreja Maranata
(Foto: Victoria Varejão/ G1 )
Outro lado
No total 26 empresas que prestavam serviços para a Igreja Maranata tiveram os contratos suspensos. Eram serviços de transporte, saúde, engenharia, seguros, trabalhos de advogados entre outros. A ordem de suspender os contratos e os pagamentos foi do coronel Júlio Cezar Costa, interventor da instituição. As empresas foram citadas na denúncia do Ministério Público.

O interventor explicou que vai apurar se houve pagamentos indevidos. “Se o membro é pastor e aceitou o Ministério leigo e não remunerado, ele não receberá pela pregação. Mas se é advogado, prestou serviço e não é membro do Conselho Presbiteral  e nem foi membro da diretoria executiva, ele pode receber. Vamos analisar tudo passo a passo e ao final de tr~es semana teremos uma resposta para isso”, disse.

Faustão desobedece Rede Globo

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O apresentador Fausto Silva surpreendeu os telespectadores na abertura do "Domingão do Faustão" de domingo (23). Segundo informações da coluna de Mauricio Stycer, do UOL, o comunicador iniciou seu programa com um discurso de apoio às manifestações populares que ocorrem por todo o País.

Segundo a publicação, a atitude é incomum, já que a Globo não permite que seus contratados expressem opiniões que envolvem assuntos políticos durante as atrações da emissora.

"Muitas vezes eu ouvia falar que o jovem brasileiro fica na internet, o jovem brasileiro é alienado… Alienado é o cacete! Esses garotos foram inteligentes, foram corajosos, motivaram todo mundo", elogiou Fausto.

"Começou com a passagem de ônibus. Mas isso é um pingo de água que transbordou. Aqui cada um tem um assunto pra falar, contra a corrupção, pela honestidade e competência… Outra coisa: acabou aquele negócio no ano que vem: ganha a Copa, você ganha a eleição. Copa do Mundo é uma coisa, eleição é outra coisa. Tem que ter proposta. E agora, com essa virada da página do Brasil, todo mundo vai se informar mais para votar melhor", avaliou.

Por fim Faustão vislumbrou um cenário diferente para o futuro do Brasil. "Por isso eu falo aqui há 500 anos: urna não é penico. Se todo mundo tiver consciência, como a grande maioria que foi às manifestações, vamos fazer o Brasil um país digno para todo mundo".

Mara Maravilha defende Feliciano e critica gays


"Eu, particularmente, gosto muito do pastor Marco Feliciano e o respeito muito", disse Mara Maravilha em programa de TV

Mara Maravilha esteve no programa Morning Show, da Rede TV!, na manhã de segunda-feira, e defendeu o pastor e deputado federal Marco Feliciano, autor do projeto conhecido como "cura gay". "Muitos pensam igual ao pastor Feliciano. Eu, particularmente, gosto muito do pastor Marco Feliciano e o respeito muito. E, assim como ele, eu e todos nós podemos ter as nossas opiniões. Você tem que respeitar o gay e tem que respeitar também a opinião de quem não pensa como o gay", disse a cantora, que é evangélica.

"Têm muitos pais, muitas mães, muitas pessoas que não concordam com essa aberração. Eu não acho bonito nem um homem e uma mulher ficarem se atracando, esse tipo de coisa é particular. Imaginem duas mulheres, dois homens, em público? Eu não acho bonito. Agora, se acontecer de eu presenciar uma cena destas, se estiver me incomodando, eu não vou fazer baixaria, eu me retiro”, afirmou.

Mara ainda continuou: "Eu conheço muitos homossexuais que querem a cura, que queriam viver livre disso. Mas, isso é de cada um. Essa discussão tem um outro lado também. Nós, que não concordamos com muitos comportamentos, estamos sendo vítimas de preconceito. Eu não concordo com essa aberração. Eu não estou falando de forma generalizada. Estou falando dessas pessoas que pensam em dar um beijo na boca da companheira, porque vai se promover com essa causa."

Com a repercussão da entrevista, Mara usou o Twitter para comentar a polêmica. "O justo não se justifica... Não faço acepção de pessoas... Vai tudo bem", escreveu.

fonte:http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2013/06/24/internas_viver,446746/mara-maravilha-defende-feliciano-e-critica-gays.shtml

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Justiça proíbe cultos religiosos nos trens do Rio de Janeiro

Justiça proíbe cultos religiosos nos trens do Rio de Janeiro
As reclamações sobre os incômodos gerados por evangélicos que pregam dentro dos vagões de trens administrados pela Super Via, no Rio de Janeiro, fez a justiça determinar a proibição desse tipo de ação e obrigando a empresa a deixar claro que a lei não permite cultos nos meios de transporte público.
Passageiros relatam que os evangélicos promoviam cultos dentro dos vagões fazendo muito barulho, gritando, cantando alto, usando instrumentos musicais e até mesmo agredindo verbalmente passageiros de outras religiões. Por conta desses relatos, a 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro estipulou que a Super Via precisa deixar claro que estes eventos não poderão mais acontecer e, caso ocorram, o passageiro deverá ser retirado do vagão com ajuda policial.
Para impedir que novos cultos aconteçam a empresa responsável pelos trens terá que colocar avisos nas bilheterias alertando que é proibido realizar qualquer tipo de ação religiosa dentro dos vagões. Se a Super Via não cumprir com esta determinação poderá ser multada em R$5.000 por dia.
O promotor Rodrigo Terra, da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, informa que não apenas evangélicos, como fiéis de qualquer outra religião, não poderão fazer manifestações religiosas dentro dos trens para não incomodar e nem constranger os demais usuários.
Em sua defesa, a Super Via diz que desde 2009 possui avisos sobre a proibição de cultos religiosos espalhados pelos trens e estações, chegando até mesmo a realizar reuniões com líderes religiosos para ensinar aos fiéis que a prática é proibida. Um recurso deve ser movido para cancelar a multa diária.

Aliança Evangélica apoia manifestações e pede oração pelo Brasil

Lideres cristãos defendem luta por mais justiça social no país

Aliança Evangélica apoia manifestações e pede oração pelo BrasilAliança Evangélica apoia manifestações e pede oração pelo Brasil
A Aliança Cristã Evangélica Brasileira, entidade fundada em 2010, publicou ontem (19) em seu site uma espécie de “carta aberta” onde fala sobre as manifestações que ocorrem em todo o país.
Dizendo-se estar “sob o impacto dos últimos acontecimentos em nossa nação”, afirma que o movimento nacional “traz a todos um sentimento de perplexidade e um chamado à reflexão”. A Aliança acredita que está “claro e evidente o descontentamento e o desejo por mudanças profundas e concretas” na sociedade.
Embora censure os atos pontuais de vandalismo, reafirme que as manifestações têm um “tom pacífico e propositivo” e que é necessário “se manter um cuidado crítico em relação ao que se recebe por parte das mídias”.
Em nenhum momento a questão religiosa veio a tona nas passeatas nem igrejas foram vandalizadas, a Aliança Cristã Evangélica Brasileira é favorável à utilização desses “instrumentos democráticos” como prova de “uma espiritualidade cristã encarnada, que incida nas questões de ordem pública para o estabelecimento da justiça social”.
Preocupados com os rumos que o movimento pode tomar, decide conclamar as igrejas brasileiras a orarem pelo país e pelas autoridades constituídas, rogando que elas “tenham o bom senso e a coragem de apresentar respostas que sinalizem o início de diálogos na direção da garantia das demandas populares”. Além disso, pedem que as orações sejam em prol da “justiça e paz social, elementos constituintes do reino de Deus”.
Sem esquecer de pedir intercessão “por nós mesmos, como igreja, para que sejamos sensíveis aos movimentos do Espírito Santo em meio aos processos conturbados, e façamos escolhas que reflitam a luz de Deus diante dos homens, através de testemunhos de boas obras e práticas da justiça”.
O tom político é mais ameno do que as manifestações da entidade quando se posicionou contra a indicação do pastor Marco Feliciano para a Comissão  de Direitos Humanos, dois meses atrás.
Embora não apresente nenhum pedido ao governo nem faça propostas concretas de como a igreja poderia se envolver nas mudanças exigidas pela população de um país onde um terço da população se diz evangélica, ecoa no final as palavras do pastor Carlos Queiroz, membro da Aliança conhecido por seu trabalho social no nordeste do Brasil há anos: “A justiça de Deus é bem maior que o conceito de justiça do ser humano. É baseada em valores como mansidão, sensibilidade, misericórdia e amor. Mas isso não quer dizer que a justiça de Deus é menor do que o mínimo exigido pela justiça humana, como o direito à habitação, alimentação, saúde, educação, lazer, liberdade de exercer a vocação humana.”