terça-feira, 28 de junho de 2011

***A PONTE***



Há muitos anos atrás, em uma visita humanitária, o missionário Dan Crawford, junto com seus companheiros na África, se viram bloqueados por uma enchente que fez aumentar o volume de água de um rio que precisavam atravessar. A única coisa que podiam fazer, diante daquele obstáculo, era orar -- e eles oraram! Quando terminaram suas orações, uma grande árvore tombou sobre o rio formando uma ponte! Com um grito de puro júbilo, eles seguiram adiante e
cumpriram a missão que Deus lhes havia confiado. (Gary Bowell).
 Imagino que você pensou que Deus agiria sim, mas de uma outra forma.
Talvez faria o rio baixar, mandaria um avião, mas jamais que uma árvore cairia transformando-se numa ponte. Mas Deus é aquele que sempre nos surpreende.
   Nunca espere o óbvio de Deus. Se você pediu algo ou uma resposta, Deus virá do lado em que você não está esperando. Ele fará do jeito que você não imagina. Mas não importa. O importante é que Deus sempre vem em nosso socorro. 
 Não importa se o rio encheu, se a casa caiu, se perdeu o emprego, se perdeu o marido ou a esposa, se o filho saiu de casa, se os irmãos se desviaram...   Não desista de esperar a intervenção de Deus em teu favor.  . Saiba que desde a antiguidade ainda não se viu, nem se ouviu um Deus como nosso Deus. Que trabalha por aquele que nEle espera!
NÃO IMPORTA COMO...MAIS VOCÊ CHEGARÁ EM SEGURANÇA DO OUTRO LADO DO RIO,DEUS ESTARÁ CUIDANDO DISSO PARA VOCÊ!

*** PARA TODA VIDA.***



1. ACORDAR:
Decida ter um bom dia. Esta sua atitude é uma escolha. "Este dia foi
especialmente preparado pelo Senhor; vamos nos alegrar, vamos festejar
por causa dele." (Sl 118.24).
2. VESTIR:
O melhor modo de se vestir é colocar um sorriso no rosto. Não custa um centavo, mas vale
mais que um milhão de reais - isto sem falar em como vai melhorar o seu
visual!"O Senhor não vê como o homem: o homem vê a aparência, mas o
Senhor olha para o coração." (I Sm 16.7).

3. CALAR:
Como eu preciso desta aqui! Profira palavras que edifiquem, não que
destruam. Aprenda a ouvir. Deus nos deu dois ouvidos e uma boca,
dando-nos a entender que deveríamos ouvir o dobro do que falamos. "Quem
toma cuidado com o que diz está protegendo a sua própria vida..." (Pv
13.3).
4. DEFENDER:
Defenda alguma coisa, caso
contrário você cairá por qualquer coisa. "E não nos cansemos de fazer o
bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos. Portanto,
enquanto temos oportunidade, façamos o bem..." (Gl 6.9,10).
5. ENFRENTAR:
Não espere estar estirado de costas para olhar para cima. Olhe para cima,
para o Senhor, sempre. "Posso enfrentar qualquer coisa com a força que
Cristo me dá." (Fl 4.13).


6. CONFIAR:
Busque com ousadia e fé e assuma o risco. “Deus é com você.” Confie no Senhor de
todo o teu coração; nunca pense que sua própria capacidade é suficiente
para vencer os problemas. Em tudo quanto for fazer, lembre-se de colocar
Deus em primeiro lugar. Ele guiará os seus passos e você andará pelo
caminho do sucesso." (Pv 3.5,6).
7. ORAR:
Fale freqüentemente com Deus. "Não se inquietem com nada. Apresentem a Deus
todas as necessidades de vocês através da oração e da súplica, em ação
de graças." (Fl 4.6).

segunda-feira, 27 de junho de 2011

***BOI VOANDO?***

 
 
Um pastor estava em seu gabinete e ele tinha a fama de ser um homem ingênuo, que acreditava em tudo. Sabendo disso, um membro da igreja, querendo zombar da sua ingenuidade, entrou na sala do pastor e disse:
- Pastor, vem rápido!! Aqui na janela!! Olha só?!?

O pastor:
- O que foi?

- Vem ver! Vem ver!! Tem um boi voando!!!" Disse aquele jovem.

O pastor se levantou, foi até a janela, ficou olhando para o céu e dizendo:

- Cadê? Cadê o boi voando?

Aquele cristão, morrendo de rir, falava:

- Ah...Pastor!! Como é que o senhor acredita num negócio desse?!? O senhor acredita em tudo o que ouve! Onde já se viu um boi voar? Como o senhor pôde ter acreditado nisso?

Então o pastor disse:
- Eu prefiro acreditar que é mais fácil um boi voar do que um cristão mentir! Acreditei em você!

E o cristão, envergonhado, abaixou a cabeça.

Continuou o pastor:
"Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Porque o que passa disso é de procedência maligna”.
Paz!

sexta-feira, 24 de junho de 2011

***FIM DOS TEMPOS***


A CANTORA LADY GAGA DIVULGOU SEU NOVO CLIPE "JUDAS",SEGUNDO SINGLE DO NOVO ÁLBUM DA CANTORA,INTITULADO BORN THIS WAY,QUE CHEGOU AO MERCADO DIA 23 DE MAIO.O CLIPE POSSUI UMA INSPIRAÇÃO BÍBLICA,COM JESUS E SEUS 12 DISCÍPULOS SENDO RETRATADOS COMO UMA GANGUE DE MOTOCICLISTAS.
LADY GAGA INTERPLETA MARIA MADALENA ENQUANTO JUDAS É ENCARNADO PELO ATOR NORMAN DEAD.ELA EXPLICOU QUE QUANDO DIZ QUE SE APAIXONOU POR JUDAS NA MÚSICA,ELA SE REFERE AS MULHERES QUE SEMPRE SE APAIXONAM PELO CARA ERRADO.
O NOVO SINGLE DA ARTISTA JÁ ESTÁ CAUSANDO POLÊMICA ENTRE VÁRIOS GRUPOS RELIGIOSOS.MAS LADY GAGA INSISTE EM AFIRMAR QUE O SEU VIDEO NÃO DIZ RESPEITO A QUESTÃO RELIGIOSA E SIM COMO UMA CRÍTICA SOCIAL.UMA METÁFORA,UMA CRITICA SOCIAL".NÃO PRETENDO DAR LIÇÕES BÍBLICAS,"AFIRMOU A CANTORA.
fonte:jornal nosso tempo

terça-feira, 21 de junho de 2011

***VOCÊ É VALIOSO***

 Há muito tempo, um jovem que vivia desanimado dirigiu-se ao seu professor dizendo:
- "Eu me sinto tão fraco que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada certo. O que posso fazer para que me valorizem mais?"
E o sábio professor tirou um anel que estava usando e deu ao garoto, dizendo:
- "Tente vender este anel pelo máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro."
O jovem pegou o anel e partiu. Ofereceu-o a algumas pessoas, que olhavam com algum interesse, mas quando o jovem mencionava a moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele.
Abatido pelo fracasso, resolveu voltar. E diante do seu professor,disse:
- "Sinto muito, mas é impossível conseguir o que pediu pelo anel."
E o professor disse:
- "Devemos saber então quanto vale. Vá até o joalheiro, diga-lhe que quer vender o anel e pergunte quanto ele dá, mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não o venda… Volte aqui com o anel."
O joalheiro examinou o anel, pesou e disse:
- "Agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro por este anel".
- "CINQUENTA E OITO MOEDAS DE OURO???" - exclamou o jovem.
- "Sim, disse o joalheiro, mas se não for urgente, eu posso oferecer até 70 moedas de ouro".
Então o jovem pegou o anel e voltou emocionado à escola para contar ao professor.
Depois de ouvir tudo o que o jovem lhe contou, o professor disse:
- "Somos como esse anel, uma jóia valiosa e única, e ninguém, além do Grande Joalheiro, nosso Deus e Pai, que deu Seu filho Jesus por amor a nós, sabe o nosso real valor!"
 

  As pessoas podem dizer que você não é nada , que não tem nenhuma utilidade,que a sua vida é sem valor algum,você pode até estar acreditando nisso... mais JESUS disse você é especial , ELE sabe o seu real valor  ,SOMENTE ISSO É O QUE IMPORTA!

***O BEM MAIS IMPORTANTE***

 

Conta-se ,que há muitos anos atrás um rapaz e uma moça apaixonados, resolveram se casar.

Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.

A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro.

Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.

Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo :

-- Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar.



Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais.

-- Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então.

O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou.

Casaram-se, decididos a melhorar de vida, ambos trabalharam muito e foram recompensados.

Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais.

E o tempo passou e o casal prosperou.

Conquistaram uma situação estável e cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.

Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza.

Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.

Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.

Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer, e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.

-- Você não liga para mim! - gritou o marido

-- Só pensa em você, em roupas e jóias.

-- Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais.

Não há motivo para continuarmos juntos.

A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.

-- Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora.

Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados.

Ele concordou.

A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia.

Alta madrugada o marido adormeceu, exausto.

Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.

Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido.

Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho :

-- Querido marido, você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento.

-- Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso.

Quero você mais que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.

Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca.

O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz ver as coisas de forma distorcida.Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro.

Importante que, no dia-a-dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

*** PACIÊNCIA***



Em cidade interiorana havia um homem que não se irritava e não discutia com ninguém.

Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas.

Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.

Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.

Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, que o homem gostava muito.

A garçonete chegou próxima a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa.

Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.

Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.

Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma, como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.

Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam discretamente, para ver sua reação.

Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse: o que o senhor deseja?

Ao que ele respondeu, naturalmente: a senhora não me serviu a sopa.

Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o: servi, sim senhor!

Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos...

Todos pensaram que ele ia brigar... Suspense e silêncio total.

Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente: a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!

Os amigos, frustrados por não conseguir fazê-lo discutir e se irritar com a moça, terminaram o jantar, convencidos de que nada mais faria com que aquele homem perdesse a compostura.


 Bom seria se todas as pessoas agissem sempre com discernimento em vez de reagir com irritação e impensadamente.  
Quem age assim sai ganhando sempre, pois não se desgasta com emoções que podem provocar sérios problemas de saúde ou acabar em desgraça. 
 Isso porque algumas pessoas têm a tola pretensão de não levar desaforo para casa, mas acabam levando para a prisão, para o hospital ou para o cemitério. Por isso a importância de aprender a arte de não se irritar, de deixar por menos ou encontrar uma saída inteligente como fez o homem no restaurante. 

muitas vezes o silêncio é a melhor resposta...

***FAÇA SEMPRE O SEU MELHOR***



Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e por isso mesmo já com seus 20 anos de casa.


Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:


- Meu patrão, tenho trabalhado durante estes 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Jucá, que está conosco há somente 3 anos, está ganhando mais do que eu. O patrão fingindo não ouvi-lo disse:


- Foi bom você vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço hoje. Aqui na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm abacaxi. Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.


- E aí Álvaro? - perguntou o patrão


- Verifiquei como o senhor mandou. O moço tem abacaxi.


- E quanto custa?


- Isso eu não perguntei não.


- Eles têm quantidade suficientes para atender a todos os funcionários? - quis saber o patrão.


- Também não perguntei isso não.


- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi?


- Não sei não.


- Muito bem Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e me aguarde um pouco. O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Jucá. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Álvaro. Em oito minutos, o Jucá voltou.


- E então? - indagou o patrão.


- Eles têm abacaxi, sim. Em quantidade suficiente para todo nosso pessoal e se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão.


O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a laranja a R$20,00 o cento, já descascada. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederão um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo - explicou o Jucá.


Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.


Voltou-se para o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado e perguntou-lhe:


- Álvaro, o que foi que você estava mesmo me dizendo?


- Nada sério não patrão. Esqueça. Com sua licença.


E o Álvaro deixou a sala.






 ". Lembre-se sempre devemos fazer mais do que nos pede,
Algumas pessoas acreditam que por serem cristãos, tudo cairá do céu, mais a grande verdade é que o possível cabe a nós fazer
Nosso Deus é Deus do impossível, o possível  cabe a nós fazer... 

***TESTEMUNHO***

Maio 17, 2011
Dhanishta, sofreu abuso do marido e sogros por causa de sua fé em Cristo.
Dhanishta Jode acabou ficando sem teto por causa da sua fé.
Ela pertence à congregação mantida pela Gospel for Ásia, liderada pelo pastor Saroj Nanda e ama Jesus, mas a maioria de seus parentes, não. Eles seguem uma religião tradicional de sua região.
Quando um de seus parentes morreu, o marido de Dhanishta  disse-lhe para participar de um ritual fúnebre que requeria que ela se curvasse aos ídolos. Acreditando que era contra a lei de Deus, Dhanishta humildemente recusou, o que irritou o marido. Ele emtão começou a espancá-la violentamente.
"As testemunhas explicaram a forma terrível que ela foi espancada, não só por seu marido, mas também por seus sogros", escreve um correspondente da GFA.
Após o ataque, o marido de Dhanishta  e sua família a obrigaram a sair de casa e avisaram a ela para nunca mais voltar.
Dhanishta, que tem 30 anos, não tinha lugar para ir pedir ajuda. Nenhum dos membros de sua família, incluindo seus pais, iria deixá-la viver com eles, porque estavam com medo do seu marido. Mas como ela continuava confiando em Jesus a paz de Cristo invadiu Dhanishta , pois ela sabia que Ele estava no controle da situação.
O apoio do Pastor Saroj e de outros crentes ajudaram Dhanishta durante este tempo, e ela pediu a seus irmãos e irmãs em Cristo, para orarem por ela, para que ela permanecesse fiel a Jesus até seu último suspiro.
Enquanto oravam por ela, Deus graciosamente respondeu. Vendo a dura perseguição que ela passava, um grupo de fiéis, e até mesmo alguns não cristãos na vila imploraram a seu marido que entendesse que Dhanishta não tinha feito nada de errado. Deus respondeu às suas orações e o coração dele foi quebrantado.
O marido de Dhanishta permitiu finalmente que ela voltasse. Na verdade, ele começou até mesmo a apoiá-la e encorajá-la a ficar forte em meio à oposição de sua família!
Mas, apesar de sua situação melhorada, Dhanishta sabe que ela deve estar determinada a seguir a Deus, não importando a oposição com que tenha que lutar.
"Mesmo se eu tiver que morrer por isso, eu nunca vou parar de seguir o Senhor até o fim da minha vida", disse ela. 
Fonte: Gospel for Asia

terça-feira, 14 de junho de 2011

***DEUS TEM FEITO GRANDES COISAS***

Fevereiro 1, 2011
No sonho de Rijul, Jesus o ajudou a atravessar um rio.
Rijul conheceu Jesus depois que sua mulher, secretamente participou de uma mostra de filmes divulgados pela GFA.
Rijul estava à beira do rio quando a noite desceu. Ele tinha que atravessar para chegar em casa, mas não tinha ninguém para ajudá-lo. Ele não tinha certeza do que fazer, até que um homem em um carro parou diante de Rijul.
"O que aconteceu com você?" perguntou o motorista. Antes de responder, Rijul perguntou ao homem quem ele era. "Eu sou Jesus," o motorista respondeu: "aquele de quem você ouviu falar através de sua esposa."
"Eu preciso atravessar o rio para chegar em casa", explicou Rijul ", mas não há ninguém para me ajudar."
"Eu gostaria de ajudá-lo a atravessar", disse Jesus. "Quer entrar no carro?"

Quando Rijul entrou no carro, ele olhou no banco de trás e reparou que havia uma grande quantidade de Bíblias e de literatura evangélica.
"Por que você está carregando tantos livros?" Rijul perguntou. "Há muitas pessoas que ainda não me conhecem", disse Jesus. "Pegue todos esses livros e distribua aos necessitados."
Rijul Sen de repente acordou de seu sono e começou a refletir sobre o sonho que ele tivera sobre Jesus.
Ele não era um crente, e ele tinha mesmo proibido sua esposa, Daya, de ir ver uma apresentação do filme sobre a vida de Jesus Cristo naquele dia. Mas sem o seu consentimento, Daya foi em frente e assistiu o filme, exibido em sua aldeia missionários apoiados pela Gospel for Asia. Quando ela voltou, ela contou ao marido sobre o filme e ficou surpresa ao ver Rijul prestando atenção a tudo o que ela dizia a ele, em vez de repreende-la pela desobediência.
Rijul compartilhou então o seu sonho com sua esposa e lhe fez várias perguntas sobre este Jesus, que ela tinha visto em um filme e que invadiu os seus sonhos. Daya explicou o filme a Rijul, dizendo-lhe que Jesus é o Salvador do mundo, e que Ele precisava de Rijul para compartilhar o evangelho com aqueles que estavam morrendo sem ele.
Mais tarde, Rijul e Daya foram ao encontro da equipe do filme para saber mais sobre Jesus. A equipe expôs a mensagem do Evangelho e falou a eles sobre o amor de Cristo. Foi então que Rijul e Daya decidiram seguir a Jesus. Hoje, eles freqüentam uma igreja da GFA e estão prontos para testemunhar publicamente a sua fé.
Fonte: Gospel for Asia 
 

***IGREJA PERSEGUIDA***

sexta-feira, 10 de junho de 2011

***PARA AONDE CAMINHA OS EVANGELICOS?***





O POVO DE DEUS ESTÁ INDO EM DIREÇÃO ERRADA,OUVE  E NÃO RECONHECE  A VOZ...
SENTEM E NÃO SABEM BEM O QUE ...
SE ALGUÉM DIZ QUE  ALI HÁ MILAGRES,MULTIDÕES SEGUEM SEM AO MENOS QUESTIONAR.ACHAM QUE AONDE HÁ MILAGRES HÁ DEUS.BUSCAM OS MILAGRES E NÃO QUEM PODE FAZER OS MILAGRES.
IGREJAS AOS MILHARES,CHEIAS DE MÚSICAS,DINHEIRO,PESSOAS QUE DISPUTAM O PODER EM TODOS OS LUGARES.
VOZES ELEVADAS,ENSAIADAS GOSTOSAS DE SE OUVIR,CHEGAM AOS CORAÇÕES HUMANOS E NUNCA AOS CÉUS...VENDEM COMO ÁGUA,MAIS NÃO SACIAM A SEDE DA ALMA.
QUANTO MAIS PERTO DO PÚLPITO MAIS PERTO DE DEUS...PENSAMENTO ENGANOSOS,CORAÇÕES DISTANTES,RIOS  PARADOS,SEM NENHUMA NASCENTE...SEPULCROS CAIADOS,LINDOS POR FORA,APARENTES ESPIRITUALIDADE,MAIS POR DENTRO,AUSÊNCIA DO REDENTOR. ENVERGONHAM O EVANGELHO,MALTRATAM O ESPÍRITO SANTO,COSPEM NO ROSTO DE CRISTO,OFENDEM O NOSSO DEUS...
ESTAMOS VIVENDO OS MOMENTOS FINAIS DE UMA TERRA PRESTES A SER JULGADA E MESMO ASSIM AQUELES QUE DIZEM AMAR  AO NOSSO DEUS SE ESQUECEM QUE SER INTIMO DO PAI E A CONDIÇÃO FUNDAMENTAL DE TER UMA VIDA PLENA E VERDADEIRA ,FECHANDO PARA SEMPRE A PORTA DO INFERNO QUE SE MANTÉM ABERTA AS NOSSAS COSTAS ESPERANDO SOMENTE O MOMENTO DO NOSSO FRACASSO PARA SE FECHAR E NOS LEVAR AO ABISMO ETERNO.O ESPÍRITO SANTO CHORA E GEME ,ELE ANSEIA APENAS PELA INTIMIDADE QUE AINDA NÃO TEMOS COM ELE.
NÃO ACEITE ESSE DEUS QUE ANDAM PREGANDO POR AÍ;DEUS É MUITO MAIS DO QUE O POVO TEM APRESENTADO ,ELE É TREMENDO E JAMAIS PASSARÁ A MÃO EM UM ERRO  SÓ PARA NOS AGRADAR.AO CONTRÁRIO ELE NOS EXORTA E NOS FAZ VER QUE OS NOSSOS ERROS SÓ NOS LEVARÃO A MORTE ETERNA.

***LANNA HOLDER CRIA UMA NOVA COMUNIDADE***



 A nova comunidade

  surge a promoção da inauguração da comunidade evangélica dirigida por lésbicas. A comunidade foi inaugurada neste primeiro final de semana de junho com grande público. Abaixo, o vídeo–convite disponível no site da Cidade de Refúgio. Uma comunidade cristã inclusiva localizada na Avenida São João, 1600 - Centro, São Paulo. 

Além da Cidade de Refúgio também será inaugurada a ong Mãos em Ação que pretende estender as mãos a todos quanto sofrem ou sofreram todo tipo de trauma de ordem psíquica, física ou mental e emocional de cunho homofóbico.


Entre outras declarações constantes no site (http://www.jesuscidadederefugio.com/ ), as fundadoras apresentam o propósito da Cidade de Refúgio:
A CIDADE DE REFÚGIO está pronta, chegamos ao fim das reformas e das obras, os projetos que foram gerados no coração de Deus, nasceram em nossos corações, e em tempo hábil para dizermos que foi um fruto concebido sob circunstâncias sobrenaturais. Alguns de nós passaram anos gerando, gerando sonhos e enquanto gerávamos podíamos sentir a alegria de romper a esterilidade, as impossibilidades de uma lei severa e desprovida de misericórdia, que trazia consigo os maus presságios de um futuro sem esperança e uma eternidade sem GRAÇA! Este fim de reforma extrai agora de todos nós envolvidos o urgente anseio de começar a reformar VIDAS! Fomos concebidos sob essa expectativa e não vacilaremos em prosseguir para o ALVO que nos está proposto pelos céus, sob todos os aspectos e circunstâncias nascemos sob a irrefutável convicção de que este propósito é inegociável.

Não nascemos com a perspectiva de levantarmos uma bandeira, mas com a missão de termos a Ele como a nossa única bandeira. Uma igreja que ama a todos e não exclui a ninguém, que anseia ser UM LUGAR AOS ESCOLHIDOS, pela convicção de que Deus não faz acepção de pessoas.

[...]

Que nasça a CIDADE DE REFÚGIO, e que venham os outros REFÚGIOS, afinal na chegada de cada um deles damos a luz aos nossos sonhos, rompemos as impossibilidades e a esterilidade. Que este ano seja o ano dos que insistiram em sonhar, e que as lagrimas da perseverança hoje sirvam pra regar os RAMOS NOVOS.

Nele em quem damos frutos!

Lanna Holder e Rosania Rocha


Seguem trechos da entrevista com Lanna Holder publicada na revista Eclésia de janeiro de 2009 feita após a sua segunda recaida e nova retomada. Ou seja, atual re-re-re-caída já é rotina. E sua atual companheira é a mesma Pastora Rosania que a mesma conheceu nos Estados Unidos, esta por sua vez, casada na época.


A volta, depois da queda


Marcos Stefano
Jornalista da revista Eclésia


A missionária Lanna Holder, afastada do ministério de pregadora itinerante por um escândalo homossexual, está de volta aos púlpitos e se considera restaurada pelo Senhor

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.

Lanna Holder diz que havia decidido não pregar mais. Manteve a decisão até 28 de julho de 2006, quando um acidente de carro quase lhe tirou a vida. Passou 42 dias internada e sofreu nove cirurgias. Entre os muitos ferimentos, teve o peito esmagado, perfurações nos pulmões e no fígado e hemorragias internas causadas pela fratura das costelas, além de um trauma cardíaco. O coração passou a funcionar com apenas 20% da capacidade. A previsão dos médicos não era nada boa: no mínimo, ela precisaria colocar um marca passo. Naquele momento, conta, percebeu que Deus queria chamar sua atenção. “Falei com o Senhor que faria sua vontade, e não a minha. E pedi que, caso fosse do seu agrado que eu voltasse a pregar, que meu coração se recuperasse e eu não precisasse passar pela operação. Em quatro meses, o coração estava perfeito”, conta a missionária.

A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.

Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela. Nesta entrevista, Lanna fala sobre essas mudanças e sobre seus planos para o futuro. “Sei que foi o Senhor quem me chamou. Por isso, não posso parar, mesmo com tantas críticas que venho sofrendo. Sei que a glória desse segundo momento será muito maior”, garante. Os objetivos ministeriais incluem a abertura de uma base na Europa ou nos EUA e outra no Rio de Janeiro. “Depois, começar um trabalho para auxiliar pessoas que enfrentem o mesmo problema que eu, ao da homossexualidade.” Ao lado dela, a mãe, Elizabeth Marinho, que também se define como missionária, admite as dificuldades. “Fico impressionada com tantas mulheres que vêm e dão em cima dela na cara dura”, espanta-se. “Os homens, não; são todas mulheres, até irmãs. Parece algo feito para tentá-la mesmo”, reclama.

Depois de tudo o que passou, Lanna parece mais compreensiva em relação a quem enfrenta problemas nesta área, um dos maiores tabus do segmento evangélico. “Sempre me perguntam se estou ‘curada’ de vez, como se a homossexualidade fosse alguma doença”, comenta. “Sou completamente honesta quando me indagam sobre cura ou libertação neste aspecto: estou em processo de cura. Algumas pessoas conseguem ser libertas de uma vez de tudo. Outras, não; permanecem com trejeitos e vontades, como se fosse uma compulsão que precisam vencer diariamente”, diz, numa honestidade que deixaria desconcertados muitos de seus admiradores. “É o meu caso – não me sinto mais vulnerável, mas se fosse esperar toda inclinação desaparecer completamente, nunca voltaria a ministrar.” Para ela, as lideranças das igrejas não sabem lidar com o problema e espiritualizam demais o assunto. Afinal, como pessoas batizadas no Espírito Santo podem estar endemoninhadas?”, questiona. “Mas é mais fácil ferir as pessoas e fechar as portas da graça do que abri-las”, encerra, em tom grave.

ECLÉSIA – Como você define sua situação espiritual hoje?

LANNA HOLDER – Hoje eu vejo que tudo colaborou para que eu crescesse espiritualmente e aprendesse com Deus. O que me aconteceu serviu para que eu descobrisse os verdadeiros amigos que eu tinha, para que eu conseguisse rever os meus conceitos a nível de integridade, de caráter, de valores pessoais e aquilo que realmente atraía as pessoas até mim. Quando nos estamos no alto do monte, todos são amigos – e muitos dizem que são nossos amigos mesmo sem nos conhecer, só porque temos um nome. Desci ao vale, e lá descobri os verdadeiros amigos, os verdadeiros valores, e me tornei uma pessoa melhor do que era. O Senhor transformou as maldições em bênçãos; hoje, sou uma pessoa mais madura, tenho mais consciência do que quero e estou com os pés firmados em um propósito. Eu estou vivendo à luz da Palavra e caminhando no propósito que Deus tem para a minha vida.

E qual é esse seu propósito?

O mesmo que eu tinha desde que recebi o meu chamado, após a minha conversão – o propósito de ganhar almas para o Senhor. Deus me deu o dom da palavra, é o que eu sei e faço com prazer e alegria. Pregar o Evangelho satisfaz e preenche a minha alma e alegra o meu espírito, dando-me um sentimento de satisfação espiritual. E o meu propósito é independente de qualquer coisa; eu não vou abrir mão do meu ministério, daquilo que o Senhor me concedeu. Ainda que as igrejas e os ministérios fechem suas portas para mim, vou seguir até o fim esse propósito, que é o de pregar a Palavra de Deus.

Como tem sido a recepção das pessoas quando você vai às igrejas?

Melhor do que eu poderia imaginar. Depois do que eu passei, fico meio instável acerca de como vai ser esse relacionamento. Mas a minha vinda ao Brasil me permitiu ver os verdadeiros intercessores do meu ministério – foram os pequenos, os simples, aqueles que fazem parte do povo; aqueles que, quando me vêem, choram e me abraçam, agradecendo a Deus por eu estar de volta e pregando. O amor incondicional dessas pessoas foi como uma alavanca para me manter focalizada naquilo que o Senhor tem para a minha vida. Durante o período que se seguiu ao que você mesmo define como queda, o que as pessoas lhe diziam? Particularmente, depois de eu ter passado pelo meu fracasso matrimonial resultante do processo da minha queda, eu me sentia muito atingida com comentários de irmãos e de “profetas” que se diziam mensageiros da Palavra e do juízo de Deus sobre a minha vida. Houve quem me dissesse que Deus me mataria ou me colocaria numa cadeira de rodas, ou que iria me cobrar tirando a vida do meu filho. Enfim, foram diversas palavras de desgraça, destruição; mas ao invés disso, o que vi foi Deus cuidando de mim, sarando minhas feridas.

Quando você voltou a pregar?

Em julho de 2007, exatamente um ano depois do acidente em que Deus guardou minha vida e que serviu de sinal para que eu voltasse. Foi difícil? Foi muito interessante, porque a primeira coisa que eu pensei foi que acreditava que estava no púlpito de novo, na posição de pregadora, até porque eu havia sido muito sincera quando disse para Deus que não queria voltar para o ministério. Então, quando eu me vi ali pregando a Palavra, eu tive absoluta certeza do meu processo de restauração e de que não estava ali porque eu queria, mas porque Deus o quis.

Afinal, você parou de pregar devido ao escândalo homossexual?

Depois do ocorrido, eu comuniquei ao meu marido o que aconteceu e a outra pessoa envolvida fez o mesmo com o marido dela. Então, nós duas fomos conversar com o pastor dela, Leon de Jesus, para resolver o que fazer. Só que eu já havia decidido parar de pregar, pois estava insatisfeita com minha vida pessoal e não queria viver numa farsa. Então, entreguei a minha credencial e disse que não estava mais disposta a exercer o meu ministério.

Na outra entrevista a ECLÉSIA (edição 97), você disse que foi aconselhada a agir como se nada tivesse acontecido e continuasse com o ministério. Confirma isso?

O ministério de Boston decidiu que deveríamos passar por uma disciplina, mas que a questão não fosse trazida a público para não causar um escândalo. Só que esses cuidados não eram com a minha alma, nem o de preservar o meu ministério – ou o da outra pessoa –, mas uma preocupação em evitar o escândalo que manchasse o nome da igreja. Isso era muito perceptível para mim. E eu já estava cansada de me sentir manipulada. Não falo isso especificamente em relação àquela igreja, mas de modo geral. Estava cansada de ser e fazer aquilo que as pessoas queriam que eu fosse e fizesse.

A Igreja Evangélica está preparada para tratar casos de homossexualismo entre seus membros?

Não. Aliás, quando falei sobre isso na primeira entrevista, minha fala foi usada até de maneira maldosa. Eu não disse, em 90% das igrejas por onde eu passava, como foi afirmado na matéria, as pessoas exerciam a homossexualidade ali dentro. O que eu disse foi que em 90% das igrejas por onde eu havia passado, encontrava pessoas com problemas de homossexualismo. Mas o que afirmei naquela entrevista, afirmo nesta: onde eu passo, é muito difícil que não haja pessoas que me procurem com problemas de homossexualidade, problemas que elas não sabem como resolver. Por mais que jejuem, por mais que orem, por mais que passem por processos de libertação, elas continuam sentindo as mesmas tendências, as mesmas encanações e as mesmas dificuldades. E falta confiança nos líderes, porque, se elas expõem as suas vidas, têm suas vidas expostas aos membros da igreja e a partir daí passam a sofrer discriminação, são colocadas de lado e impedidas de exercer qualquer cargo ministerial na igreja. Pessoas assim estão fadadas a morrer no último banco, porque para esses ministros e para essas igrejas elas não têm utilidade nenhuma. Então, o que eu percebo é que nós espiritualizamos demais o que precisa ser compreendido, ao invés de ser espiritualizado. Esse problema precisa ser conhecido para sabermos como pode ser tratado; mas nós fechamos a porta da graça, ao invés de abri-la.

Então, na sua opinião, qual seria a atitude correta da Igreja em relação ao homossexual ?

Não só falo da homossexualidade, mas do adultério, do vício da prostituição. Essas pessoas precisam de igrejas que as aceitem como elas são e que preguem a Palavra para elas, na expectativa e na certeza de que a libertação vai ocorrer de dentro pra fora. Não adianta pegar um homossexual e trocar suas vestes, fazendo dele uma personagem que passe a imagem de religioso, se por dentro ele está ferido, está machucado. A única coisa que a igreja pode fazer, se ela não tem respostas, é exercitar o amor. A homossexualidade não é pior do que o adultério, a prostituição ou a fornicação – para Deus, todos estão na mesma categoria.

Por que a Igreja é tão radical em relação aos pecados sexuais?

Eu te diria que é por causa dessa máscara de religiosidade. Nós condenamos os pecados sexuais, mas calamos a boca quando o assunto é a fofoca, a intriga. E nos calamos também em relação à falta de união entre pastores e ministérios e à busca incessante pelo poder. Não condenamos aqueles que usam o dinheiro que vem dos dízimos e das ofertas para suas vaidades pessoais., enquanto as igrejas estão limitadas a templos pobres e sem estrutura porque o dinheiro é totalmente utilizado de forma ilícita. Também não falamos contra a disputa que existe em nosso meio: quem é o melhor pregador, quem é o melhor cantor, quem é o que mais vende em igrejas. Isso tudo se tornou normal, mas o pecado sexual, não. É a mascara da religiosidade.

Você refere-se a esta nova fase do seu ministério como uma segunda etapa. O que mudou em relação à anterior?

As pessoas que já conheciam meu ministério, quando vão me ver pregar hoje, esperam aquela pregação bombástica, aquela característica que sempre foi vinculada ao ministério Lanna Holder – aquela pregação pentecostal, aquela palavra avivada, a necessidade de ver o povo pulando, recebendo o que nós usamos como a forma taxativa de poder. Hoje eu tenho muito mais preocupação em ter consciência, uma pregação com base na Palavra, sem aquela preocupação de que precisa haver manifestação de poder. Agora, minha maior preocupação é ministrar a Palavra, na certeza de que em cada igreja, de acordo com a unção e com a disposição do coração de Deus para me usar naquela ocasião, vai haver um mover diferente. Sei que, mesmo que as pessoas não tenham pulado ou não tenham caído, elas sairão dali com a Palavra semeada em seus corações e com suas vidas mudadas. Só a Palavra pode fazer isso. 


FONTE: GENIZAH

***LANNA HOLDER INAUGURA A PRIMEIRA IGREJA DE LESBICAS DO BRASIL***


 

Missionária Lanna Holder e Pastora Rosania Rocha Inauguram a Comunidade Cristã Cidade de Refúgio em São Paulo: A primeira igreja brasileira dirigida por um casal de lésbicas e orientada para o público LGBT

Lanna Holder e a sua companheira Rosania Rocha vivem juntas, como casal, desde que Lanna Holder assumiu (novamente) a sua homossexualidade desfazendo, mais uma vez o seu testemunho.

Lanna Holder foi o meteoro pentecostal do final da década de 90 e início dos anos 2.000. Surge oferecendo um testemunho de ex-drogada, ex-lésbica e outros exs que juntamente com o seu carisma foram o sucesso dos Gideões de Camboriu. “Com apenas 12 anos de idade conheci o lesbianismo. Aos 17, fui a uma boate gay e tive a minha primeira intimidade sexual com mulher. Logo depois desse acontecimento, saí de casa para morar com uma mulher 12 anos mais velha do que eu” “Foi no dia 12 de dezembro de 1995, aos meus 21 anos. Larguei todas as minhas práticas imediatamente. Pedi à minha mãe, que ligasse para a minha ex-companheira e avisasse que eu não iria mais voltar, pois havia me convertido. Milagrosamente o álcool, as drogas e o homossexualismo ficaram para trás.

 Em 2002, o escândalo. As notícias davam conta de que Lanna se envolvera com a dirigente do louvor da World Revival Church – Assembléia de Deus de Boston, nos Estados Unidos, e estava mantendo um relacionamento homossexual. O incidente caiu como uma bomba e se transformou em um choque para muita gente, sobretudo as multidões que lotavam os eventos onde ela pregava e consumia vorazmente as fitas e vídeos com suas mensagens. Lanna Holder é acusada de continuar mantendo as suas práticas homossexuais o que culmina na confissão. O resultado foi o fim de seu casamento com missionário Samuel Davi de Souza.

Segundo matéria da revista Eclésia:

A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.

Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.

A bem da verdade, o caso homossexual era uma recaída. Lanna tornou-se famosa no Brasil e no exterior graças ao seu testemunho de conversão, que incluía, justamente, a libertação de uma vida promíscua, marcada pelo uso de drogas e pelo lesbianismo. Porém, àquela altura, a falta de informações gerou uma profusão de boatos. Ferida e com o ministério destruído, Lanna admitiu a queda e sumiu dos holofotes e dos púlpitos. Seu nome virou assunto das rodinhas de porta de igreja depois dos cultos. Abandonada pelos que a incensavam – inclusive, boa parte da imprensa evangélica, que depois do ocorrido deixou seus leitores sem notícias –, ela foi entrevistada por ECLÉSIA em janeiro de 2003 e abriu o jogo, falando do caso, das dificuldades financeiras devido à interrupção das ofertas, da insatisfação conjugal e da hipocrisia de muitos pastores.

Passados seis anos de silêncio, Lanna Holder está de volta. Desde meados de 2007, ela já havia retomado as pregações nos Estados Unidos e, nos meses de setembro, outubro e novembro, esteve ministrando na Europa e no Brasil, ocasião em que recebeu novamente a reportagem de ECLÉSIA. Lembrou os problemas do passado, como a loucura de ter que pregar quase todo dia para manter a viabilidade financeira do ministério e atender aos interesses das lideranças que lhe franqueavam o púlpito. Admitiu novamente o caso homossexual que durou cinco meses e pôs tudo a perder – embora, como faz questão de dizer, tenha sido aconselhada por diversos pastores a manter o bico fechado e continuar seu trabalho nas igrejas como se nada tivesse acontecido. “Disseram que seria muita burrice minha admitir tudo”, lembra.

Ela garante que, dos tempos dourados, nada lhe restou. O casamento com o também missionário Samuel Davi de Souza acabou. O dinheiro também. Sobraram apenas dívidas. E muitas. Lanna conta que sua prioridade passou a ser o sustento do filho, Samuel David Holder de Souza, e o acerto com os credores. Diferente do que foi dito na época, que ela teria fugido do Brasil por causa das dívidas, garante que nunca foi esse seu pensamento ao fixar residência nos Estados Unidos. “Mas não tinha clima para ficar aqui. Além do mais, lá, ganharia mais”, explica. Trabalhou durante um bom tempo com o que aparecia: limpeza, entrega de pizza, serviços administrativos, pintura de paredes. Lanna Garante que já acertou quase tudo com os credores.

Em busca do anonimato, a princípio ela decidiu não freqüentar mais igrejas brasileiras nos Estados Unidos. Ia a cultos de americanos para não ser reconhecida e para evitar “profetas” que lhe apontavam o dedo e falavam que Deus ia matá-la ou levaria seu filho como uma espécie de castigo pelo pecado cometido. Mas era preciso lutar contra os desejos, que, reconhece, teimavam em lhe assaltar. Chegou a participar de reuniões de cura interior e quebra de maldições, mas a inclinação homossexual continuava latente. Conseguiu vencer os desejos aos poucos, principalmente graças ao apoio da pastora Márcia Cunha e do pessoal da Igreja Batista Emanuel, que foram bombardeados por terem acolhido Lanna. “Disseram que era uma igreja de gays porque estavam me ajudando”, diz ela.


 A segunda volta

Em 2007, a missionária ensaia um retorno aos púlpitos: “Sei que pequei. Não me orgulho disto e estou trabalhando minha restauração com Deus”, desabafou. Lanna colocou no ar um site dedicado ao seu recomeço ministerial e passou a comercializar DVDs com suas velhas mensagens e outras novas. Sabe-se que a missionária andou recebendo o apoio de diversos assembleianos ligados aos Gideões de Camboriu e foram abertas portas para que voltasse a pregar em certo císrculo restrito de alguns ministérios da AD. Chegou, inclusive a receber uma carta de recomendação de um ministério, antes ligado à AD, o que lhe ajudou a abrir portas - veja ao lado. Contudo, o retorno não foi capaz de lhe encher a agenda. 

No início de 2010 Lanna Holder concede entrevista para um site LGBT, dando conta de sua opção, sem que o fato, contudo, tenha gerado grande repercussão no meio evangélico. Ao que parece, para a maioria, Lanna Holder seguia enterrada no passado.

 A companheira assume

Cantora e pastora Rosânia em entrevista a site gay
O interesse ressurge com a entrevista de Rosânia Rocha, agora sua companheira assumida. A cantora e pastora Rosânia Rocha concede entrevista para o site LGBT cristão – Ex-hetero, onde assume sua união com Lanna e a sua opção sexual.

A seguir um trecho da entrevista:


Imagem do Facebook de Rosânia
Blog Ex Hetero: Como foi que sua família e amigos reagiram quando souberam de sua sexualidade?  Como eles te tratam hoje? Você precisou de apoio psicológico nesse processo? 

Rosania Rocha: Os que eram meus amigos mesmo ficaram do meu lado (risos), quanto a minha família, sempre respeitamos uns aos outros, nunca fomos de muito grude (risos) sempre fomos diretos no que pensamos e ninguém entra na vida do outro... cada um reagiu como lhe devia. Me tratam normalmente, e estamos juntos sempre que podemos. Quanto a apoio psicológico, eu sempre tive pé no chão , eu sempre me achei muito pronta para ser verdadeira não só neste assunto mas em tudo que me rodeia... tipo assim, fui lidando com tudo naturalmente sem culpar ninguém, nem a mim mesma... sabia que não era por ai.

Como foi enfrentar a comunidade evangélica após o escândalo que envolveu você e uma grande pregadora do meio gospel. Houve ajuda ou rejeição? Alguém te estendeu apoio? Quem? 

Isto sim foi difícil, porque eu amava aquele ministério do qual eu era membra a dez anos... construi junto aquela história e amava aquelas pessoas todas... fui rejeitada sim , claro é de praxe né? O ser humano se acha no direito de julgar e achar que sabe tudo! Mas recebi de pessoas que nunca imaginava , nem conhecia, apoio e isto foi o suficiente naquela época! Mas apoio mesmo, tive do meu irmão mais velho, ele foi naquele momento o único que lutou por mim, no sentindo de que eu me encontrava totalmente sem chão, ele foi meu amigo meu pai, meu irmão. E comprou minha briga que na época não foi pequena , mas isto é outra história! :)

Rosânia em ensaio fotográfico para o DVD
Você chegou a se submeter a algum tratamento de reversão sexual? Em algum desses movimentos de “libertação para gays” como a Exodus Internacional, que é bastante popular nos EUA, ou algum similar? Se sim, como foi essa experiência e como passou por ela?

Sim, (risos) eu tentei de tudo para sentir aceitação e paz novamente e por isso busquei os tratamentos que me “curassem” ou me “libertassem” seja qual fosse a suposta solução! Queria que me olhassem como antes, pois na minha mente eu era a Rosania de sempre, lutadora, verdadeira, amiga, falha, todavia eu mesma! Tentei a cura interior, regressão, quebra de maldição, desligamento de alma, quebra de vínculo e o que podia me ser oferecido como solução, afinal eu fiquei a mercê de tudo, uma vez que me vi sozinha e não entedia nada sobre isto mas queria ser o que esperavam de mim. O que fez a diferença naquele momento foi eu sempre ter muita intimidade com Deus, o que me era indispensável desde pequena. E foi na lembrança do que havia vivido que naquele momento em meio a tudo aquilo eu me permitir ser conduzida por Ele, por entender que somente Deus tem o poder de efetuar em minha sua vontade. Assim fui aprendendo, crendo que se Ele quisesse o faria, principalmente ao enxergar em mim o anseio de agradá-Lo.

Como e quando você ampliou sua visão espiritual para a teologia inclusiva? Foi difícil esse processo? Precisou quebrar seus próprios tabus e preconceitos?

Foi um processo diário que gradativamente ampliou-se através de cada experiência diária e continua. Não vejo diferença no cristão, o CRENTE EM JESUS é crente e pronto! E no mais a mais, no que eu acredito não mudou nada ,continua sendo o mesmo JESUS que salva , liberta e leva para o céu sem fazer acepção de pessoas, acolhe a todos que vem ate Ele e eu tenho sua GRACA que é abundante sobre mim! Sem dúvidas o processo foi dia a dia, mesmo porque nunca fui preconceituosa, mas quanto a tabus, sim aqueles que vc nem entende direito, mas esta lá só porque todo mundo vê, sabe como? Porém no momento de reagir, eu soube em Deus encontrar o caminho sem desesperar e isso eu sei é uma jornada constante!Somos todos inacabados e sempre no processo de aprendizado e crescimento.


FONTE: GENIZAH

terça-feira, 7 de junho de 2011

***apostasia atual***

*** o que está acontecendo com essa geração?***


***você está pronto para se transformar em uma águia?***




A ÁGUIA É UM SÍMBOLO DOS QUE CONFIAM EM DEUS.ESSE BRILHO É INTENSO E INTERESSANTE DESDE A SUA ORIGEM.AS ÁGUIAS PODEM LEVAR ATÉ UM ANO PARA VOAR SOZINHAS.
PESSOAS VERDADEIRAS SÃO COMO A ÁGUIA PODEM LEVAR UM TEMPO PARA AMADURECER.PODEMOS VER POMBOS,PERIQUITOS,ANDORINHAS,VOANDO  EM BANDOS;AS ÁGUIAS NÃO,ELAS ESTÃO SEMPRE SOZINHAS.FICAM NO ALTO OLHANDO O AZUL INFINITO.
NÃO TENHA MEDO DE FICAR SÓ.GERALMENTE O CRISTÃO ANDA NA CONTRA MÃO DA VIDA.VOE ALTO,EMBORA OS QUE VOAM ALTO NÃO SÃO COMPREENDIDOS.SÃO EM VEZ DISSO CRITICADOS E TEMIDOS E MUITAS VEZES CONDENADOS.
O QUE FAZEM AS ÁGUIAS QUANDO A TORMENTA VEM?ELAS NÃO SE ESCONDEM,ABREM SUAS ASAS E ENFRENTAM CORAJOSAMENTE.ELAS SABEM QUE ACIMA DAS NUVENS ESCURAS,DOS RAIOS ...O SOL BRILHA FORTE..
NAS ESCRITURAS SAGRADAS LEMOS QUE OS QUE ESPERAM NO SENHOR DEUS,RENOVAM AS SUAS FORÇAS,SOBEM COM ASAS ,COMO ÁGUIAS.CORREM E NÃO SE CANSAM.CAMINHAM E NÃO SE FATIGAM.
NESSA LUTA TERRÍVEL,AS ÁGUIAS PODEM PERDER PENAS E FERIR-SE,MAS NÃO TEMEM E SEGUEM EM FRENTE.
DEPOIS ENQUANTO TODO O MUNDO FICA  AS   ESCURAS ;ELAS VOAM VITORIOSAS E EM PAZ,BEM NO ALTO.
FINALMENTE AS ÁGUIAS TAMBÉM MORREM,MAS EU PERGUNTO ALGUMA VEZ VOCÊ JÁ VIU OS RESTOS MORTAIS DE UMA ÁGUIA? NUNCA,SABE PORQUE?
PORQUE  QUANDO SENTEM QUE CHEGOU A HORA DE PARTIR,ELAS NÃO SE LAMENTAM.NEM FICAM COM MEDO E VOAM TÃO ALTO QUANTO PODEM.AS ÁGUIAS PROCURAM COM OS OLHOS O PICO MAIS ALTO.RETIRAM AS ÚLTIMAS FORÇAS DE SEU CORPO CANSADO E VOAM  AOS PICOS INATINGÍVEIS.LÁ ESPERAM A SUA MORTE,O SEU MOMENTO FINAL.
ATÉ PARA MORRER ELAS SÃO EXTRAORDINARIAS.TALVÉS POR ISSO O PROFETA ISAÍAS COMPARE  OS QUE CONFIAM NO SENHOR COM AS ÁGUIAS.

QUEM SABE SE HOJE VOCÊ NÃO TEM DIANTE DE TI UM DIA CHEIO DE DESAFIOS.ALGUNS DELES PODEM PARECER IMPOSSÍVEIS,MAS LEMBRE-SE DE DESCANSAR NA PAZ DE NOSSO DEUS E DEPOIS PARTIR PARA A LUTA,SABENDO QUE ALÉM DA TORMENTA O SOL ESTARÁ LÁ BRILHANDO.