quarta-feira, 4 de maio de 2011

*** METEORO SE APROXIMA DA TERRA ***


“O terceiro anjo tocou a trombeta, e caiu do céu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas uma grande estrela, ardendo como tocha. O nome da estrela é Absinto; e a terça parte das águas se tornou em absinto, e muitos dos homens morreram por causa dessas águas, porque se tornaram amargosas.”


A transmissão radiofônica do Ministério dos Pães Ázimos (Unleavened Bread Ministries), por satélite, no dia 17 de fevereiro do corrente ano, tratou da mudança climática atual, e o impacto na humanidade e no Sistema solar que está por vir. O comentarista David Eells e o seu convidado, Peter Kuehlen, ressaltaram a entrevista recente de Benjamin Baruch, com um proeminente cientista da NASA. Baruch é um autor e comentarista cristão. Peter Kuehlen, um pesquisador alemão, acrescentou fatos confirmando a informação dada pelo cientista.
Após contatos iniciais, por intermédio de um amigo em comum, Baruch e o cientista programaram um encontro em Los Angeles, Califórnia. O cientista, que é um plasma astrofísico, reuniu-se com dois outros colegas e Baruch, no que se transformou numa conferência de dez horas.


O texto abaixo foi divulgado por um cientista da NASA



O Governo Americano, e a comunidade internacional, tem investido uma grande quantidade de dinheiro divulgando e distorcendo os fatos do aquecimento global. É basicamente uma distorção para promover uma base para criar um governo mundial. Eles têm tentado fazer crer que o povo é responsável pelo aquecimento global, de maneira que a “elite” política possa multar empresas e países por causa da emissão de carbono, estabelecendo uma taxação das rendas individuais no encaminhamento para um governo global.
Ao contrário do que a elite gostaria que o público acreditasse a respeito da emissão de carbono, a verdadeira causa da mudança climática é a aproximação de uma estrela. A elite globalista omitiu, de propósito, qualquer informação sobre a atividade solar e bem como as anomalias do Sistema solar a fim de cumprir seus planos.
Em 1990 satélites espiões militares americanos foram destruídos misteriosamente por forças no espaço e a Força Aérea dos Estados Unidos solicitou explicações a renomados astros cientistas. O estudo de 15 anos descobriu que 70% das estrelas ou sóis no universo são variáveis. Isto significa que eles têm estrelas irmãs ou acompanhantes. Dos três tipos conhecidos de estrelas variáveis, o nosso Sistema solar é binário. Um Sistema binário tem uma estrela central (o Sol) e uma secundária, que se move em órbita elíptic
Os astro-cientistas descobriram que esta estrela irmã é uma “anã marrom”, que é de 5 a 8 vezes maior do que a Terra e cruza as órbitas do nosso Sistema solar a cada 3.500 anos. Ela está se aproximando da Terra na direção do pólo sul.
A estrela anã marrom é uma estrela que nunca explodiu, porque a massa dela é insuficiente, resultando em pouca radiação de luz, sendo quase invisível. Esta estrela, todavia, possui um excepcional poder magnético e força gravitacional, emitindo radiações letais de UV, gama e raios-X. Em conseqüência destas potentes ondas, ela já está alterando os planetas do nosso Sistema solar, mudando as temperaturas dos seus núcleos, atmosferas, posições dos pólos e campos magnéticos. O calor ou radiação emitidos por esta estrela permitem que seja detectada por telescópios infravermelhos terrestres e espaciais. Observações realizadas descobriam que esta estrela anã marrom está sendo acompanhada por seus próprios planetas, suas luas e 5 cinturões de asteróides. Os agitados fragmentos em torno da “anã marrom” cobrem uma área de 400.000 quilômetros no espaço e estão no momento atravessando nosso Sistema.
Esta estrela tem recebido vários nomes no decorrer dos séculos: Nibiru pelos sumerianos; O Destruidor, pelo Velho Testamento da Bíblia e os egípcios; Murduk pelos babilônios; G 1.9 e Nemesis pela NASA e Planeta X pela sociedade moderna.
Quando estes estudos começaram a vir ao conhecimento dos cientistas da NASA, eles transmitiram estes dados a três outros grupos de cientistas independentes, para que eles os observassem e analisassem, o que por sua vez confirmou a precisão dos estudos originais.


Os cientistas afirmam que esta estrela orbitante vai afetar a Terra drasticamente entre os anos 2011 e 2017, um período de sete anos.


Estes cientistas altamente qualificados reiteraram o fato de que a estrela provocará efeitos catastróficos na Terra, no nosso Sistema solar e na humanidade. A aproximação da estrela provocará erupções e tempestades no Sol, aumentando a radiação e os pulsos eletromagnéticos. A temperatura do núcleo da Terra vai continuar a aumentar, elevando o calor a um nível insuportável e destruindo a magnetosfera que envolve a Terra. A magnetosfera é composta de três camadas ou escudos que protegem a Terra da radiação.
Nas suas investigações, os cientistas descobriram também que a mudança da estabilidade na Terra começou da década de 1940. Mudanças climáticas relativas: aquecimento, congelamento e variações nos sistemas ecológicos estão ocorrendo nos últimos 70 anos e tem se intensificado à medida que a estrela se aproxima.
Em 2012 a estrela vai estar muito perto, e o Sol vai estar no ciclo solar máximo. A combinação destas forças vai estressar a Terra aos seus limites. Sistemas ecológicos vão entrar em colapso, provocando fome e doenças pandêmicas e porque a temperatura do núcleo da Terra está aumentando, as placas continentais da Terra vão se mexer, causando gigantescos terremotos, erupções vulcânicas e tsunamis altíssimos e de tremenda velocidade.


Impulsos eletromagnéticos



As erupções solares produzirão tremendos impulsos eletromagnéticos, eliminando todos “chips” e as composições elétricas desprotegidas, como centrais de rede elétrica, geradores e transformadores. Automóveis fabricados a partir de 1970, telefones celulares, Internet, elevadores, televisões, aquecedores, satélites, ar condicionados, bombas, e qualquer coisa que possa usar “chip” ou eletricidade vão ficar impedidas de funcionar.
Aeroportos, hospitais, trens, caminhões de transporte, navios cargueiros e serviços públicos vão parar, levando pelo menos 3% da população a cometer atos como assaltos e saques. Mercados serão esvaziados em poucas horas e a polícia será impotente para conter a violência. Os cientistas supõem que os cataclismos destruirão a civilização ocidental causando a morte de 50% da humanidade.
A alteração dos pólos e o aquecimento do núcleo da Terra que ocorrerão produzirão poderosos ventos (320 km/h) e grandes mudanças nos mares e correntes marítimas. O gelo derretido de água fresca de Groelândia e da Antártica já está alterando o conteúdo de sal dos oceanos, que é o fator determinante no movimento das correntes, causando mudanças climáticas extremas e, conseqüentemente, diminuindo a velocidade das mesmas, até pararem totalmente. Cerca de 30 dias após esta parada, as águas que normalmente se concentram no Equador do planeta vão se espalhar para as costas litorâneas do mundo. As águas vão invadir a terra num raio de penetração entre 40 e 240 km, ou mais do que isso, em ondas de altura acima de 120 metros.


Abrigos subterrâneos para elite global



O nível dos oceanos vai subir mais de 33 metros e ilhas vão desaparecer. Os governos e a elite política têm conhecimento das catástrofes há anos. Eles têm escondido a verdade e como solução estão construindo bases subterrâneas para se protegerem e às suas famílias. Pelo menos 1.500 dessas bases, ou cidades subterrâneas, têm sido construídas em diferentes partes do mundo (215 nos Estados Unidos e 30 no Canadá). À medida que crescem os desastres, os poderosos planejam se abrigar nos subterrâneos pelo resto dos sete anos e posteriormente retornarem no fim da devastação para reiniciarem a civilização.
A Monsanto, a companhia dos grãos, acabou de completar seu cofre subterrâneo na Noruega. Lá eles estocaram todas as sementes necessárias para replantar a Terra, uma vez que a destruição tenha passado.
O plano original dos poderes globais era ter os seus refúgios prontos até outubro de 2011. Todavia, após novas observações e cálculos sobre a aproximação do objeto celeste, eles mudaram a data para dezembro de 2009. Os globalistas foram mandados para os abrigos subterrâneos em janeiro de 2010. Isto explica o estranho êxodo de pessoas em posição de liderança nos Estados Unidos, num período da recessão econômica e desemprego recorde.
Desde Janeiro, em menos de 2 meses em 2010, 172 chefes executivos de grandes companhias, 28 políticos e 70 chefes de polícia demitiram-se. E os números continuam crescendo.
A elite global tem tornado público partes da verdade através de filmes, comentaristas, documentários e os noticiários, para testar a reação pública, procurando ver se as pessoas se preparariam mais, como na mudança de 1999 para 2000 com a ameaça de um caos mundial, em que poucos reagiram.
Quando Baruch perguntou sobre a probabilidade de ocorrerem na Terra estes acontecimentos apocalípticos, o cientista e seus colegas unanimemente responderam 99,9%.
Em essência os cientistas confirmaram as escrituras. Nenhum deles na entrevista sabia qualquer coisa a respeito da profecia bíblica e os julgamentos do Apocalipse.


FONTE : http://www.vigiai.com.br/nasa-mudancas-climaticas-e-catastrofes-globais-de-2011-a-2017.html




O povoado de Carancas, no Peru, tem dois mil habitantes e 3,8 mil metros de altitude. Fica perto do famoso Lago Titicaca, na fronteira com a Bolívia. No dia 15 de setembro de 2007
 pacífico vilarejo andino foi palco de um evento raro: a queda de um meteorito. Vizinhos destruidores rondam o nosso planeta. Já foram identificados mais de cinco mil deles vagando perigosamente perto da Terra. O último a cair foi esse no Peru. Por sorte, era pequeno e não feriu ninguém. Mas quando virá o próximo?




O asteroide DD45, que possui entre 30 e 40 metros de diâmetro, passou nesta segunda-feira a 60 mil quilômetros do sudeste do Pacífico, sete vezes mais perto que a Lua, para surpresa dos astrônomos, que não esperavam que o meteorito se aproximasse tanto da Terra, informa nesta quarta-feira a imprensa australiana.
"Nenhum objeto desse tamanho ou maior foi observado tão perto da Terra", disse Rob McNaught, cientista do observatório australiano de Siding Spring.


McNaught, cientista do observatório australiano de Siding Spring.
O 2009 DD45 é o asteroide que mais se aproximou da Terra desde 1973, segundo o astrônomo Peter Brown da Universidade de Ontário, no Canadá, e tem tamanho similar ao que arrasou 2 mil quilômetros quadrados de floresta na Sibéria em 1908.
McNaught, contratado pela agência espacial americana (Nasa), detectou o 2009 DD45 na sexta-feira à noite e determinou que não atingiria a Terra em sua trajetória "por pouco".
Cerca de mil asteroides foram classificados como potencialmente perigosos em sua passagem pela Terra ao longo da história.
Segundo McNaught, a probabilidade de que um meteorito de mais de um quilômetro de diâmetro impacte contra a Terra é de uma em cada vários milhões de anos. Já a possibilidade de que um de menor tamanho atinja o planeta, mas com capacidade de pôr em perigo uma cidade inteira, é de "uma em cada 100 anos".


 Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u529096.shtml

2 comentários:

  1. O futuro a Deus pertence amém.

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  2. A elite global esconde de todos de fato a verdade.mas são esses que serão condenados.

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