quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

WhatsApp vai lançar o recurso ‘desenviar’!


© Whatsapp
  O aplicativo de mensagens mais popular do momento parece que ouviu nossos pedidos e está planejando lançar o recurso mais útil de todos.  
Está em fase de testes um recurso chamado revoke message, ou revogar mensagem. Isso significa que, depois que você enviar a mensagem, você tem a chance de se arrepender e tirar ela do ar. E, se você for rápido o suficiente, antes mesmo que alguém veja!
Do outro lado, a pessoa vai saber que uma mensagem foi revogada, ou apagada, mas você pode bem fazer a discreta e nunca comentar o que era. Dá para alegar que estava com algum erro de ortografia bem feio e você preferiu escrever de novo

Por enquanto o recurso está liberado para pouquíssimos usuários de iOS, na versão beta 2.17.1.869. Esperamos que o WhatsApp libere para todo mundo logo! Seria um lindo presente de Natal
fonte: 
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    O Reino Unido se converteu nesta quinta-feira no primeiro país a permitir e regular a concepção in vitro de crianças com o DNA de três pessoas para prevenir doenças hereditárias graves


    © Fornecido por AFP O Reino Unido se converteu nesta quinta-feira no primeiro país a permitir e regular a concepção in vitro de crianças com o DNA de três pessoas para prevenir doenças hereditárias graves
    O Reino Unido se converteu nesta quinta-feira no primeiro país a permitir e regular a concepção in vitro de crianças com o DNA de três pessoas para prevenir doenças hereditárias graves, após a autorização do organismo regulador.
    A Autoridade de Fertilização e Embriologia (HFEA) retirou com sua autorização o último obstáculo para permitir a técnica, "pioneira no mundo" e um momento "histórico", nas palavras de sua presidente, Sally Cheshire.
    fonte:AFP

    Em 7 anos, mulher de Cabral fez 67 viagens internacionais


    © Fornecido por New adVentures, Lda.
    Adriana Ancelmo, advogada e mulher do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, viajou 67 vezes ao exterior num período de sete anos, durante o tempo em que o marido governou o RJ - de 2007 a 2014.
    De acordo com o G1, as viagens foram reveladas pela procuradora da República Silvana Battini, durante o julgamento de pedido de habeas corpus para o casal Cabral, nesta quarta-feira (14).
    A média de viagens internacionais da mulher de Cabral era de uma a cada um mês e 20 dias. Agora, o Ministério Público Federal quer descobrir o motivo de tantas viagens: se foi turismo ou investimentos em conta e bens fora do país.
    Em uma das viagens, Adriana foi a Londres e chegou a gastar R$ 145 mil no cartão de crédito.
    No depoimento, a advogada se manteve em silêncio e disse que falaria apenas na Justiça. O habeas corpus foi negado e o casal continua preso. Adriana Ancelmo está detida no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste da capital fluminense.
    fonte: Notícias ao minuto




    Morre Felipe Hernandes, filho do casal fundador da Renascer

    medicina1: O bispo Felipe Hernandes (Foto: Reprodução)
    © Fornecido por Abril Comunicações S.A. O bispo Felipe Hernandes (Foto: Reprodução)


    Morreu nesta quarta (14) Felipe Daniel Hernandes, filho do apóstolo Estevam Hernandes e a bispa Sônia Hernandes. O herdeiro dos fundadores da Renascer estava em coma havia cinco anos por complicações em uma cirurgia de redução de estômago. 
     Conhecido como Bispo Tid pelos fiéis da Renascer, Felipe vivia em estado vegetativo no Hospital Albert Einstein. Ele havia tentado diversas dietas, sem sucesso, quando decidiu tentar o procedimento. Meses depois da operação, contraiu bactérias que o deixaram em coma e, após a internação, teve novas complicações. Ele completaria 38 anos no dia 27 deste mês.
    fonte:Veja


    Temer é citado pela 2ª vez em delação da Odebrecht

    O presidente Michel Temer© image/jpeg O presidente Michel Temer
    Um dos principais executivos da construtora Odebrecht, o empresário Márcio Faria da Silva disse à Procuradoria-Geral da República que operacionalizou o repasse de recursos a pedido do presidente Michel Temer e do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A liberação do dinheiro, segundo contou, estava vinculada à execução de contratos da empreiteira com a Petrobras. A informação consta no acordo de delação premiada assinado pelo executivo. Em 2010, Michel Temer recebeu, em seu escritório político em São Paulo, Márcio Faria da Silva para uma conversa, da qual também participaram Eduardo Cunha e o lobista João Augusto Henriques, coletor de propinas para o PMDB dentro da Petrobras.
    O Palácio do Planalto confirmou o encontro, mas informou que foi Cunha quem pediu a conversa a Temer, dizendo que o executivo gostaria de conhecê-lo.  A assessoria do presidente acrescentou que na reunião, que teria durado cerca de 20 minutos, não se tratou de questões financeiras, mas só de formalidades. Nada além disso. “Se, depois da conversa de apresentação do empresário com Temer, Eduardo Cunha realizou qualquer acerto ou negociou valores para campanha, a responsabilidade é do próprio Eduardo Cunha”, afirmou a assessoria de Temer.
    Márcio Faria da Silva é um dos 77 delatores da Odebrecht. Entrou na empresa em 1978 e escalou de forma meteórica o seu organograma, tornando-se um dos principais executivos da construtora. No comando da Odebrecht Engenharia Industrial, participou de grandes obras da Petrobras, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e as refinarias de Abreu e Lima, Araucária e São José dos Campos. Um de seus principais contatos na estatal era Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento.
    Representante de interesses suprapartidários, inclusive do PMDB, Costa disse à força-tarefa da Lava Jato que negociou o repasse de propinas com Márcio Faria da Silva. Operador do petrolão, o doleiro Alberto Youssef ratificou essa versão, o que levou o Ministério Público a processar o executivo por improbidade administrativa. Para o MP, ele teve papel decisivo na costura do cartel de empreiteiras que fraudou contratos e desviou bilhões de reais da Petrobras.
    Márcio Faria da Silva é o segundo executivo da Odebrecht a implicar Temer no esquema de corrupção investigado pela Lava Jato. Ex-diretor de Relações Institucionais da empresa, Cláudio Melo Filho contou que num jantar em maio de 2014, no Palácio do Jaburu, o então vice-presidente Michel Temer, acompanhado do então deputado Eliseu Padilha, pediu uma ajuda financeira a Marcelo Odebrecht. Ficou combinado o repasse de 10 milhões de reais, dos quais 6 milhões de reais foram reservados para Paulo Skaf, então candidato do PMDB ao governo de São Paulo, e 4 milhões de reais para Eliseu Padilha, hoje chefe da Casa Civil.
    VEJA revelou o caso em agosto passado. Ao assinar seu acordo de delação premiada, Melo Filho detalhou um pouco mais o rateio do butim. Ele declarou que parte dos 4 milhões de reais foi entregue em espécie no escritório de advocacia de Eliseu Padilha em Porto Alegre. Outra parte, também não especificada, foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes, o amigo de Temer que se demitiu ontem do cargo de assessor especial do presidente. Melo Filho diz ter ouvido do próprio Padilha que 1 milhão de reais foi entregue a Cunha. O ex-deputado, portanto, teria se beneficiado dos valores pedidos por Michel Temer a Marcelo Odebrecht.
    Preso pela Operação Lava Jato, Cunha era operador financeiro do PMDB. Foi ele quem conseguiu da própria Odebrecht doações generosas a políticos ligados a Michel Temer — entre eles, o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, investigado no petrolão, e Gabriel Chalita, candidato peemedebista à prefeitura de São Paulo em 2012. É esse um dos motivos que justificam a apreensão do governo com a eventual delação premiada do ex-deputado, preso pela Operação Lava Jato. (Com reportagem de Hugo Marques)